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Adoção de resolução das Nações Unidas que institui o Dia Internacional do Café

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O governo brasileiro saúda a adoção, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de março, da resolução que estabeleceu o 1º de outubro como Dia Internacional do Café. O Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, liderou a iniciativa, que recebeu amplo apoio de países de todo o mundo e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O texto da resolução destaca o papel da cadeia produtiva do café para a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo a erradicação da pobreza, o combate à fome, a promoção do trabalho digno e a igualdade de gênero, bem como o papel da cafeicultura no sequestro de carbono. O setor cafeeiro é fonte de sustento para cerca de 25 milhões de produtores em todo o mundo, majoritariamente pequenos agricultores, além de gerar emprego ao longo de toda a cadeia global de valor. 

No Brasil, mais de 300 mil famílias dedicam-se à produção cafeeira. O país registrou, em 2025, produção estimada em 56,5 milhões de sacas (60 kg cada); as exportações, por sua vez, somaram cerca de 39,4 milhões de sacas. Tais números evidenciam a centralidade da cafeicultura para a economia brasileira e sua expressiva contribuição ao comércio agrícola internacional.

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Com a iniciativa, o Brasil reafirma seu compromisso com o fortalecimento da cafeicultura e com a promoção do desenvolvimento sustentável em todas as suas dimensões.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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