Educação

MEC autoriza três novos campi do Instituto Federal do Ceará

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O Ministério da Educação (MEC) assinou, neste sábado, 14 de março, em Assaré (CE), o termo de execução das obras dos campi Mauriti, Lavras da Mangabeira e Campos Sales do Instituto Federal do Ceará (IFCE). No total, as unidades receberão investimento de aproximadamente R$ 75 milhões por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), cerca de R$ 25 milhões investidos em cada campus. O evento contou com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana, e do reitor do IFCE, José Wally Mendonça, além de outras autoridades locais, estudantes e professores. 

A autorização para construção de novos institutos federais faz parte destratégia dGoverno do Brasil de criação de mais de 100 novos institutos federais, distribuídos por todas as unidades da Federação.   

“São seis novos institutos federais que nós estamos construindo só aqui no Ceará, entre eles, os três que nós viemos dar a ordem de serviço hoje. E eu assumi um compromisso aqui e nós vamos cumprir: fazer também campus do Instituto Federal em Assaré. É o nosso compromisso com a educação e com esse país”, anunciou o ministro.  

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O IFCE tem 33 campi e um polo de inovação, além de seis campi ainda em implementação, incluindo os que terão os termos de construção assinados neste sábado. A instituição oferta, anualmente, mais de 23,7 mil vagas e tem cerca de 57 mil alunos matriculados nos mais de 473 cursos ofertados. 

Campus Mauriti receberá R$ 14,3 milhões para a construção das estruturas acadêmicas. A área construída será de 3.652,8 m² e terá sede administrativa, biblioteca, auditório, bloco didático e restaurante estudantil. 

Já Campus Campos Sales terá uma área construída de 3.164,74 m² e investimento de aproximadamente R$ 16,8 milhões. O espaço será composto por bloco administrativo com 23 salas, biblioteca, auditório e bloco didático com oito salas de aula e quatro laboratórios. 

A unidade de Lavras da Mangabeira também terá área construída de 3.164,74 m², mas receberá R$ 17,4 milhões de investimento. Será um bloco administrativo com 23 salas, um auditório, uma biblioteca e um bloco didático, com oito salas de aula e quatro laboratórios. 

As unidades fazem parte do plano de expansão do Governo do Brasil para a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, com a construção de mais de 100 novos campi de institutos federais em todo o Brasil. As novas unidades estão sendo construídas com investimento de R$ 2,5 bilhões, com recursos do Novo PAC. 

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Consolidação O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos institutos federais, com investimento de R$ 1,4 bilhão em todo o país. Essa ação tem como foco os campi que ainda não possuem infraestrutura completa. Durante a consolidação, as prioridades para investimento são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecasblocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em sedes própriasPara o IFCE, os investimentos na ação de consolidação somam R$ 53,5 milhões. No período de 2023 a 2025, foram repassados R$ 43,8 milhões, incluindo aditivosAinda estão previstos mais R$ 14,8 milhões. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Novos campi de universidades federais iniciam atividades

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Oito dos 11 novos campi de universidades federais criados no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) já iniciaram atividades acadêmicas em diferentes regiões do Brasil. A expansão, conduzida pelo Ministério da Educação (MEC), amplia a presença da Rede Federal de Educação Superior e leva novas oportunidades de formação a municípios que ainda não contavam com universidades federais. Os investimentos no eixo “Expansão” do Novo PAC chegam a R$ 600 milhões. 

O primeiro campus a iniciar as aulas foi o de Baturité (CE), da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), em 2024. Em 2025, começaram as atividades nos campi de Rurópolis (PA), da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa); Sertânia (PE), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Cidade Ocidental (GO), da Universidade Federal de Goiás (UFG). 

Em 2026, passaram a funcionar os campi de Jequié (BA), da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB); São José do Rio Preto (SP), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar); Estância (SE), da Universidade Federal de Sergipe (UFS); e Ipatinga (MG), da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). 

Para o ministro da Educação, Leonardo Barchini, a expansão da Rede Federal fortalece o acesso à educação superior pública e contribui para o desenvolvimento regional. “A abertura de novos campi é uma estratégia para ampliar oportunidades de acesso à universidade federal e levar ensino, pesquisa, extensão e inovação para regiões que ainda não contavam com a presença da rede federal”, afirmou. 

Atividades em estruturas provisórias – Enquanto as obras das estruturas definitivas avançam, as atividades acadêmicas desses campi têm sido realizadas provisoriamente em prédios cedidos por redes municipais e estaduais de ensino nas próprias localidades. 

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De acordo com o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, a estratégia permite antecipar o acesso dos estudantes à universidade federal. “Com essa solução, conseguimos iniciar a oferta de cursos antes da conclusão das obras e garantir que os estudantes já comecem sua formação enquanto os campi permanentes são construídos”, explicou. 

Cursos ofertados nos novos campi – Os novos campi têm cursos definidos de acordo com as demandas regionais e com as áreas de atuação de cada universidade. 

Em Baturité (CE), a Unilab iniciou atividades com o curso de medicina. No campus de Rurópolis (PA), da Ufopa, são ofertados os cursos de agronomia e letras – língua portuguesa. Em Sertânia (PE), a UFPE oferta gestão pública, engenharia de energias renováveis, engenharia de recursos hídricos e do meio ambiente e história. 

Em Cidade Ocidental (GO), o campus da UFG oferta cursos de ciências da segurança, engenharia de segurança cibernética, engenharia de software, administração pública, inteligência artificial aplicada à gestão pública e gestão de saúde digital. Em Jequié (BA), a UFSB prevê os cursos de administração, bacharelado interdisciplinar em ciências, bacharelado interdisciplinar em humanidades, engenharia em cibersegurança e agronomia. No campus de São José do Rio Preto (SP), da UFSCar, são ofertados bacharelado interdisciplinar em artes, bacharelado interdisciplinar em ciência, tecnologia e inovação e bacharelado interdisciplinar em ciências e humanidades. 

Em Ipatinga (MG), a Ufop disponibiliza o curso de pedagogia, com previsão de o curso de direito ser ofertado a partir do segundo semestre de 2026. O campus de Estância (SE), da UFS, oferta engenharia têxtil, gestão e empreendedorismo, gestão ambiental, ciência de dados, biotecnologia e engenharia de produção. 

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Novos campi para 2026 – Outros campi previstos na expansão também devem entrar em funcionamento ao longo de 2026. No campus de São Gabriel da Cachoeira (AM), da Ufam, as atividades têm previsão para iniciar no segundo semestre, com o curso de licenciatura em formação de professores indígenas já autorizado pelo MEC. 

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) também prepara o início das atividades em Lucas do Rio Verde (MT), onde estão previstos cursos de engenharia de software, inteligência artificial e letras – português e inglês. 

Entre as unidades anunciadas, o campus de Caxias do Sul (RS), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi credenciado em junho e seu primeiro curso autorizado é o de ciência de dados. 

Expansão pelo Novo PAC – A criação dos novos campi integra o eixo de educação superior do Novo PAC, que prevê investimentos de cerca de R$ 600 milhões para ampliar e fortalecer a rede federal de ensino superior em todas as regiões do país. 

A iniciativa busca ampliar o acesso à universidade pública e estimular o desenvolvimento regional, por meio da formação de profissionais qualificados, da produção científica e de projetos de extensão voltados às necessidades locais. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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