Policia Federal

Diretor-Geral da PF participa de congresso da Febraban sobre segurança cibernética e bancária

Publicado

São Paulo/SP. O Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, participou, nesta quarta-feira (18/3), da terceira edição do Febraban SEC – Congresso de Prevenção e Repressão a Fraudes, Segurança Cibernética e Bancária. O evento tem como tema “Integridade e colaboração para a segurança do sistema financeiro” e prossegue até amanhã.

Em sua participação no painel “Percepção da segurança e delitos bancários”, Andrei destacou o caráter transnacional dos crimes. “Não podemos mais pensar em enfrentar o crime organizado de maneira estanque, isolada. Em um exemplo hipotético envolvendo o tráfico de drogas, ele tem origem na Colômbia, transita pelo Brasil, vai à África, dali à Europa e, muitas vezes, o pagamento é feito em criptoativos da Ásia. Combater essas práticas de maneira intramuros é a receita do fracasso”, alertou.

Andrei ressaltou também a nova realidade da economia digital. “Sem o trabalho de descapitalização do crime organizado, não vamos conseguir avançar nesse enfrentamento. Não precisamos copiar modelos de outros países, mas reafirmar as competências das instituições e intensificar a cooperação. Hoje, os desafios envolvem NFT, blockchain, criptoativos e padrões de irrastreabilidade”, observou.

Leia mais:  PF realiza operação para reprimir a venda ilegal de armas de fogo

Por fim, Andrei Rodrigues destacou os três eixos estratégicos de atuação da Polícia Federal, que contribuem para uma taxa de resolução superior a 86%: autonomia das equipes de investigação (com estabilidade e segurança), busca pela excelência da prova (com base em evidências científicas) e responsabilidade institucional (considerando efeitos e desdobramentos das ações).

Posição estratégica

O Diretor-Geral também ressaltou a importância de um brasileiro estar, atualmente, à frente da maior agência de cooperação policial do mundo, referindo-se ao Secretário-Geral da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), Valdecy Urquiza. “São 196 países que compõem a Interpol. Nos 102 anos de existência da agência, nunca alguém do Sul Global havia ocupado essa posição”, observou.

Além de Andrei e Urquiza, participaram do painel o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, e o secretário-geral da Federação Latino-Americana de Bancos (Felaban), Giorgio Trettenero Castro.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

publicidade

Policia Federal

FICCO/GO apoia operação que investiga transporte de 86 kg de maconha

Publicado

Goiânia/GO. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Goiás (FICCO/GO) apoiou, nesta quarta-feira (23/9), a Operação Rota de Fuga, deflagrada pela Polícia Civil de Goiás, com apoio da FICCO/MS. 

A ação resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, relacionados à investigação sobre o transporte de 86 kg de maconha. As ordens judiciais foram cumpridas em Campo Grande/MS e Goiânia/GO.

Durante o cumprimento do mandado de prisão, em Campo Grande/MS, também foi localizada e apreendida uma arma de fogo em situação administrativa irregular.

A investigação teve início após a apreensão de 86 kg de maconha, em 18 de julho de 2026, nas proximidades da BR-060. As diligências permitiram identificar o condutor do veículo utilizado no transporte da droga e o proprietário do automóvel, alvo de mandado de busca e apreensão em Goiânia/GO.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Goiás (FICCO/GO) é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) e Polícia Penal do Estado de Goiás (PPGO).

Leia mais:  PF realiza prisão por crime eleitoral em Goiás

Comunicação Social da Polícia Federal em Goiás
Contato: (62) 3240-9607 / 99216-6260
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

Continue lendo

Mais Lidas da Semana