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Preço da Tilápia Registra Leve Alta nas Principais Regiões Produtoras do Brasil

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Os preços da tilápia apresentaram leve valorização nas principais regiões produtoras do Brasil na semana de 9 a 13 de março de 2026, conforme dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). O movimento reforça um cenário de equilíbrio entre oferta e demanda, com ajustes positivos nas cotações.

Grandes Lagos e Morada Nova de Minas registram preços semelhantes

Na região dos Grandes Lagos, o preço médio da tilápia foi de R$ 9,74/kg, com alta de 0,36% na comparação semanal.

Em Morada Nova de Minas (MG), o valor também ficou em R$ 9,74/kg, com variação positiva de 0,18%, indicando estabilidade entre as regiões produtoras.

Norte do Paraná lidera preços da tilápia no país

O Norte do Paraná registrou o maior preço entre as regiões monitoradas, com média de R$ 10,39/kg e valorização de 0,44% na semana. O desempenho reflete a firmeza do mercado local e a demanda consistente.

Oeste do Paraná tem maior variação percentual

No Oeste do Paraná, a tilápia foi comercializada a R$ 8,88/kg, apresentando a maior alta percentual da semana, de 0,71%. Apesar do valor mais baixo, o avanço indica recuperação nos preços regionais.

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Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba apresentam valorização

Na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, o preço médio atingiu R$ 10,08/kg, com aumento de 0,45%, acompanhando a tendência de valorização observada nas demais praças.

Mercado de tilápia mantém equilíbrio entre oferta e demanda

O comportamento das cotações aponta para um mercado aquícola equilibrado, com leves altas sustentadas pela manutenção do consumo e pela dinâmica regional da produção. A tendência é de estabilidade no curto prazo, com possíveis ajustes conforme o ritmo da demanda.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Consumo de diesel no Brasil deve bater recorde em 2026 com 70,8 milhões de m³, impulsionado pelo agronegócio

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Demanda por diesel deve atingir novo recorde histórico em 2026

O consumo de diesel no Brasil deve alcançar um novo patamar histórico em 2026, refletindo o dinamismo do agronegócio, da indústria e da logística. Segundo relatório da StoneX, a demanda por diesel B está projetada em 70,8 milhões de metros cúbicos, crescimento de 1,9% na comparação anual.

O avanço é sustentado principalmente pelo ritmo da colheita agrícola, aumento das exportações e intensificação do transporte rodoviário de cargas.

“A recuperação do consumo está diretamente ligada à dinâmica econômica do país, especialmente ao agro e à logística”, destaca o especialista de Inteligência de Mercado, Bruno Cordeiro.

Início de ano mais fraco, mas tendência é de recuperação

Apesar da projeção positiva, o início de 2026 apresentou desempenho mais moderado. As vendas de diesel registraram queda de 1,7% no primeiro bimestre, impactadas por fatores pontuais:

  • Atraso na colheita da soja
  • Antecipação de compras no fim de 2025
  • Ajustes tributários, como aumento do ICMS

No entanto, indicadores recentes já sinalizam retomada. Em março, o fluxo de veículos pesados em rodovias pedagiadas cresceu 7,5%, refletindo o aquecimento do transporte de cargas no país.

Regiões Sul e Sudeste lideram crescimento da demanda

No recorte regional, o relatório aponta que as regiões Sudeste e Sul devem concentrar a maior expansão do consumo de diesel, impulsionadas por:

  • Recuperação da produção agrícola
  • Desempenho da atividade industrial
  • Intensificação do fluxo logístico rumo aos portos
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Já o Centro-Oeste deve apresentar crescimento mais moderado, influenciado pela expectativa de menor produção de grãos, embora haja avanço no transporte de etanol de milho.

Produção nacional cresce e reduz necessidade de importações

Do lado da oferta, a produção nacional de diesel A ganhou força no primeiro trimestre, com alta de 4,5%, impulsionada principalmente em março.

Esse movimento reflete esforços das refinarias para ampliar a oferta interna diante das incertezas globais no mercado de energia.

Com isso, a expectativa é de redução nas importações, que devem somar 17,2 milhões de m³ em 2026, queda de 0,6% na comparação anual.

Biodiesel avança acima do diesel e reforça papel estratégico

No segmento de biocombustíveis, o crescimento será ainda mais expressivo. A demanda por biodiesel deve avançar 7,2%, atingindo 10,4 milhões de m³ em 2026.

O desempenho é impulsionado por:

  • Aumento da mistura obrigatória para B15
  • Crescimento da demanda por diesel
  • Busca por alternativas para reduzir dependência externa

“O crescimento do biodiesel reflete tanto o aumento da mistura quanto o dinamismo da demanda por diesel no país”, explica a analista Isabela Garcia.

Óleo de soja segue como principal matéria-prima

O relatório aponta que o óleo de soja continuará como principal insumo para a produção de biodiesel, com participação estimada em 84,7%.

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O avanço é favorecido pela ampla oferta interna e pela expectativa de esmagamento recorde de soja no país.

Em um cenário alternativo com adoção da mistura B16, a demanda por biodiesel pode chegar a 10,76 milhões de m³.

Cenário internacional ainda traz incertezas

Mesmo com o ambiente externo marcado por volatilidade — incluindo tensões geopolíticas no Oriente Médio e seus impactos sobre os preços de energia —, a avaliação é de que a demanda por diesel no Brasil deve se manter resiliente.

Isso porque o consumo do combustível está diretamente ligado à atividade econômica, especialmente:

  • Transporte de cargas
  • Produção agroindustrial
  • Cadeias logísticas

Por outro lado, um cenário de deterioração econômica global pode impactar negativamente o consumo no curto prazo.

A expectativa de recorde no consumo de diesel em 2026 reforça o papel central do agronegócio e da logística na demanda por energia no Brasil, enquanto o avanço do biodiesel consolida a transição para uma matriz mais diversificada e estratégica no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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