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Presidente da ALMT acompanha instalação da Procuradoria Especial da Mulher na Câmara de Cuiabá

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Pode), participou da sessão de instalação da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) na manhã desta sexta-feira (20), na Câmara de Vereadores de Cuiabá. O espaço foi planejado como um ponto de acolhimento para mulheres vítimas de violência ou assédio, contando com suporte de assistentes sociais, psicólogos e assessoria jurídica.

Para Max Russi, a criação da procuradoria no âmbito municipal complementa o trabalho já realizado pela Delegacia da Mulher e outros órgãos públicos, como a Procuradoria Especial da Mulher, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que trabalha em sintonia com a Polícia Judiciária Civil e o Ministério Público Estadual, sendo modelo para a instalação de Procuradorias nos legislativos municipais.

“A Assembleia tem a sua Procuradoria e agora a Câmara de Cuiabá também se fortalece. Esperamos que esse exemplo sirva para as demais 141 câmaras de Mato Grosso. É fundamental que as casas que possuem estrutura avancem nessa direção para criarmos e ampliarmos as políticas públicas de proteção”, afirmou o deputado.

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O parlamentar lembrou que Mato Grosso ainda enfrenta índices alarmantes de feminicídio, o que exige que as políticas de proteção sejam tratadas como política de Estado, independentemente de gestões governamentais. Ele elogiou a atuação das oito vereadoras da capital, classificando-as como extremamente participativas e essenciais para a concretização desse projeto.

Ao final do evento, Max Russi reforçou o compromisso de cooperação entre o Legislativo estadual e o municipal. “Nossa Procuradoria na Assembleia Legislativa é parceira da Câmara. Vamos trabalhar em sintonia com todos os deputados e demais instituições para combater, de forma efetiva, toda forma de violência contra as mulheres”, concluiu.

A nova Procuradoria da Mulher é composta pela vereadora Maria Avalone (PSDB) como procuradora especial, tendo como adjuntas as parlamentares Maysa Leão (Republicanos) e Michelly Alencar (União), além do subprocurador Eustáquio Neto e equipe técnica.

Fonte: ALMT – MT

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Cattani critica entraves e defende avanço da Ferrogrão, após decisão do STF

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) comentou na sexta-feira (22) a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que declarou constitucional a Lei nº 13.452/2017, considerada essencial para o avanço da Ferrogrão (EF-170), ferrovia planejada para ligar Sinop (MT) a Itaituba (PA).

A legislação altera os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para permitir a implantação da ferrovia. A norma havia sido questionada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6553.

Para Gilberto Cattani, a decisão representa um passo importante para o desenvolvimento logístico de Mato Grosso e para o escoamento da produção agrícola do estado. “A Ferrogrão vai destravar o transporte no estado do Mato Grosso, vai salvar boa parte da nossa agricultura, vai baratear o frete. Isso é magnífico”, afirmou o parlamentar.

Apesar de comemorar o avanço do projeto, o deputado também criticou os entraves enfrentados pela ferrovia nos últimos anos e afirmou que a obra poderia já estar em funcionamento.

“A pergunta que você tem que fazer não é por que ela foi liberada agora. A pergunta que você tem que fazer é por que ela foi travada. Faz seis anos e parte dela poderia estar pronta”, declarou.

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Cattani também rebateu críticas relacionadas ao impacto ambiental da obra e afirmou que o traçado da ferrovia acompanha áreas já impactadas pela BR-163. “Ela vai do lado da BR-163, onde já está aberto. Não tem problema nenhum”, disse.

O parlamentar ainda afirmou que a Ferrogrão começou a ser estruturada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticou o que classificou como obstáculos ideológicos ao avanço de obras de infraestrutura no país.

A Ferrogrão é considerada uma das principais obras de infraestrutura planejadas para o escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste ao Arco Norte, especialmente soja e milho produzidos em Mato Grosso. A expectativa é que a ferrovia contribua para a redução dos custos logísticos e ampliação da competitividade do agronegócio brasileiro.

Fonte: ALMT – MT

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