Mato Grosso

Vigia Mais MT auxilia na prisão de 40 procurados da Justiça em Mato Grosso

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O programa de vídeo monitoramento Vigia Mais MT, criado pelo Governo de Mato Grosso, auxiliou as forças de segurança na prisão de 40 procurados da Justiça Mato-grossense e de outros estados em Mato Grosso, entre janeiro e março deste ano.

Desse total, 19 prisões ocorreram por meio de sistema de reconhecimento facial e 21 a partir de leitura de placas de veículos, conforme balanço do Centro Integrado de Operações Segurança Pública (Ciosp), da Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT).

Desde janeiro de 2025, o programa contribuiu para a localização de prisão de 258 procurados pela Justiça Brasileira, entre condenados e pessoas com mandados de prisão preventiva em aberto. Sendo 107 por sistema de reconhecimento facial e 151 por câmeras que fazem leitura de placas veiculares (OCR).

O secretário adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel PM Fernando Augustinho, reforçou que o programa se consolidou como grande aliado dos policiais, reduzindo drasticamente o tempo de resposta das forças de segurança ao cidadão mato-grossense.

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“A tecnologia tem se consolidado como uma aliada fundamental da segurança pública em Mato Grosso. O programa demonstra na prática como a integração entre sistemas inteligentes permite ampliar a capacidade operacional das forças de segurança, tornando o trabalho policial mais rápido, preciso e eficiente”, reforçou.

“Esses resultados evidenciam que o investimento realizado pelo Governo de Mato Grosso em tecnologia integrada não apenas fortalece a atuação das instituições, mas também aumenta significativamente a capacidade de resposta e proteção da sociedade mato-grossense”, completou.


Câmeras do Vigia Mais MT

Vigia Mais MT

O programa foi lançado em março de 2023 pelo governador Mauro Mendes e atualmente 130 municípios já aderiram ao sistema de monitoramento. Ao todo, 19.900 câmeras foram entregues a prefeituras, secretarias, associações e empresas privadas.

Dentre as tecnologias entregues estão câmeras fixas com alcance de até 2,5 km, Speed Dome, capaz de gravar panoramas com 360 graus e OCR, que faz leitura de caracteres de veículos.

Do total de câmeras distribuídas, 15.900 estão em operação e interligadas ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), realizando o monitoramento 24h de vias públicas, em tempo real.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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