Mato Grosso

Batalhão Ambiental fecha garimpo ilegal e prende dois homens em Alta Floresta

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O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental desarticulou um garimpo ilegal em funcionamento, nesta segunda-feira (23.3), nas margens do rio Teles Pires, em Alta Floresta. No flagrante, dois homens, de 44 e 61 anos, foram conduzidos e embarcações foram apreendidas e inutilizadas pela equipe policial.

As equipes estavam em patrulhamento fluvial pelo rio Teles Pires e flagram algumas embarcações com equipamentos parecidos para realização de atividade de garimpo. Os policiais se aproximaram e constataram que no local estava havendo a realização de extração de minério.

Nas embarcações também foram localizados os dois suspeitos, que confirmaram que se tratava de garimpo ilegal. Os militares também fizeram checagem em sistemas de monitoramentos espaciais e viram que aquele local era uma zona de amortecimento e área protegida.

Diante da situação, os militares fizeram a condução dos suspeitos para a delegacia da cidade para as demais providências. Já das cinco embarcações encontradas na área, duas foram apreendidas, enquanto as outras três foram inutilizadas conforme as normas vigentes, devido a impossibilidade de remoção.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.


Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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