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COP15: Dia do Pantanal destaca ciência e financiamento como pilares para a conservação global

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Para o Governo do Brasil, a proteção do Pantanal exige uma visão que ultrapassa fronteiras geográficas e soluções únicas. Durante o Dia do Pantanal (Pantanal Day), realizado nesta terça-feira (24/3) na 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP da CMS, na sigla em inglês), a secretária-executiva adjunta do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Anna Flávia de Senna Franco, defendeu que a integração transfronteiriça e o financiamento sustentável são vias para resultados efetivos. “O território das espécies migratórias é o planeta Terra e isso não tem limite”, afirmou.

Sob o tema “Pantanal em movimento: ciência, governança e financiamento para a conservação de espécies migratórias”, o evento marcou a agenda da presidência brasileira na CMS, reunindo representantes do Governo do Brasil, universidades e centros de pesquisa e organizações da sociedade civil. O encontro foi realizado em parceria entre o MMA, o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) e a The Pew Charitable Trusts.

O Pantanal é reconhecido internacionalmente como uma das maiores áreas úmidas do mundo, reconhecida pela Convenção de Ramsar, o que confere responsabilidade global na conservação da biodiversidade. “O Pantanal tem um reconhecimento extremamente relevante como habitat das espécies migratórias. Simbolicamente, o bioma é uma referência fundamental para esta convenção”, pontuou Anna Flávia.

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Um dos pontos centrais do evento em Campo Grande (MS) foi a busca por soluções que garantam a conectividade das espécies. Anna Flávia ressaltou que ciência e tecnologia devem caminhar juntas para solucionar obstáculos que impedem o deslocamento natural da fauna. Segundo Anna Flávia, a estratégia para o bioma não pode ser baseada em um único caminho, mas integrando alternativas diversas e diferentes atores sociais e políticos.

A busca por financiamentos sustentáveis foi apontada como ferramenta vital para viabilizar as ações de conservação. “A integração e a busca de financiamentos sustentáveis são fundamentais para que a gente garanta um resultado efetivo e permita que a conectividade continue possibilitando a migração das nossas espécies”, concluiu.

A proteção das rotas pantaneiras também está vinculada ao fortalecimento das Unidades de Conservação (UCs). O Governo do Brasil tem reiterado na COP15 que a criação e manutenção de UCs são políticas estratégicas para garantir que o equilíbrio biológico seja preservado para as futuras gerações.

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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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