Tecnologia

MCTI reforça agenda de ciência e tecnologia para o desenvolvimento do País durante lançamento do Programa Juntos pela Indústria

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) participou, nesta quarta-feira (25), do lançamento do programa Juntos pela Indústria, durante o 11º Congresso de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo (SP). A iniciativa é uma parceria entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Sistema Indústria. objetivo é fortalecer a competitividade do setor produtivo brasileiro. 

Alinhado às diretrizes da nova política industrial do Governo do Brasil, o programa aposta na atuação coordenada entre Estado, setor produtivo e instituições de ciência e tecnologia para impulsionar o desenvolvimento sustentável do País. A proposta integra ações e serviços em uma agenda unificada voltada ao aumento da produtividade, à melhoria da gestão e ao acesso a soluções tecnológicas e de qualificação profissional. 

O secretário-executivo do MCTI, Luís Fernandes, destacou o papel estratégico do MCTI na articulação de políticas públicas que aproximam o setor produtivo das instituições científicas e tecnológicas brasileiras. “Estamos construindo uma política de Estado que integra ciência, tecnologia, indústria e desenvolvimento, com visão de longo prazo e foco em resultados concretos. É esse horizonte que estamos construindo: investindo mais, assumindo riscos, criando instrumentos e fortalecendo o ambiente da inovação. Vamos seguir avançando juntos”, afirmou. 

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11º Congresso de Inovação  

Promovido pela CNI, o congresso reúne representantes do setor produtivo, da academia e do governo para discutir caminhos para ampliar a competitividade brasileira por meio da ciência, tecnologia e inovação. A programação inclui painéis, debates e apresentações de iniciativas voltadas à transformação digital, à sustentabilidade e ao fortalecimento do ecossistema de inovação no País. 

A participação no congresso reforça a atuação do MCTI na construção de um ambiente favorável à inovação, integrando governo, setor produtivo e academia e ampliando a inserção do Brasil na economia do conhecimento. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Tecnologia

Brasil e Suriname defendem Amazônia e ampliam cooperação em ciência, tecnologia e inovação

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Biodiversidade amazônica, bioeconomia, segurança alimentar, tecnologias espaciais e transformação digital estão entre os temas centrais do memorando de entendimento assinado nesta quarta-feira (28) entre o Brasil e o Suriname para ampliar a cooperação bilateral em ciência, tecnologia e inovação. O acordo foi firmado durante a visita oficial da presidente da República do Suriname, Jennifer Geerlings-Simons, ao Brasil, em cerimônia no Palácio do Planalto com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.

A assinatura do documento estabelece uma base institucional para ações conjuntas entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério de Assuntos Econômicos, Empreendedorismo e Inovação Tecnológica do Suriname em áreas estratégicas para os dois países, especialmente no contexto da integração amazônica e do desenvolvimento sustentável.

A ministra Luciana Santos destacou o papel da cooperação científica e tecnológica para o fortalecimento das relações bilaterais e para o desenvolvimento sustentável da região amazônica. “Nosso memorando dará institucionalidade à colaboração em pesquisa e inovação em setores prioritários para os dois países, por meio de projetos conjuntos, mobilidade de pesquisadores, missões científicas e participação em redes de pesquisa”, afirmou a ministra.

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A titular da pasta também ressaltou o potencial de cooperação em monitoramento ambiental e tecnologias espaciais, com o compartilhamento de dados gerados pelos satélites brasileiros CBERS-4, CBERS-4A e Amazonia-1, que já cobrem o território surinamês. “O bioma amazônico é de grande relevância para nossos países. Vamos aliar ciência, tecnologia e inovação aos conhecimentos tradicionais para desenvolver soluções que impactem positivamente comunidades locais, indígenas, quilombolas e ribeirinhas”, acrescentou.

Para o presidente Lula, Brasil e Suriname são parceiros diplomáticos naturais. “Os dois são países amazônicos, democracias que acreditam na cooperação, no multilateralismo. Nesta visita, assinamos 13 acordos em temas como infraestrutura, defesa, segurança, ciência e tecnologia, políticas sociais e desenvolvimento sustentável”, comemorou.

Segundo a presidente surinamesa, a parceria entre os países representa oportunidades de crescimento e avanço tecnológico para ambos os países. “Buscamos, em conjunto com o Brasil, soluções e cooperações que transformem nossas sociedades, que aumentem a nossa efetividade e que garantam um futuro melhor”, afirmou Jennifer Geerlings-Simons.

A assinatura do acordo reforça o compromisso brasileiro com a integração regional e com o fortalecimento da cooperação científica na Amazônia, incluindo iniciativas multilaterais desenvolvidas no âmbito da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e da Rede Bioamazônia.

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O memorando tem caráter não vinculante e prevê que cada país seja responsável pelo custeio de suas próprias atividades e grupos de pesquisa. O documento terá vigência inicial de 5 anos, com renovação automática.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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