Policia Federal

PF e PC/AP investigam abuso sexual infantojuvenil no Amapá

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Macapá/AP. Nesta terça-feira (7/4), a Polícia Federal, em parceria com a Polícia Civil do Amapá, deflagrou a Operação Infância Tucuju II, com o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão em Macapá, em Calçoene e em Amapá/AP, com o objetivo de reprimir o armazenamento de conteúdos de violência sexual envolvendo crianças e adolescentes.

A investigação teve início a partir da suspeita de que um homem estava armazenando conteúdos de abuso sexual infantojuvenil. Após a denúncia, os policiais instauraram um procedimento investigativo e buscam identificar os responsáveis pelo crime.

Nomenclatura e alerta

Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota preferencialmente as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual de crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.

A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
E-mail: [email protected]
Contato: (96) 3213-7503

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

Brasil destaca integração institucional e tecnologia no combate ao crime organizado em reunião da OEA

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Washington/DC. A delegação brasileira participou da reunião do Grupo de Especialistas para o Controle da Lavagem de Ativos (GELAVEX), da Organização dos Estados Americanos (OEA), realizada nos dias 28 e 29 de abril de 2026, em Washington, nos Estados Unidos.

A comitiva foi composta pelo adido policial Eduardo Navajas, pelo adjunto Leandro Augusto, pela oficial de ligação Luciana Paiva e pelo presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), Ricardo Saadi.

Durante o encontro, o Brasil teve participação de destaque nos debates sobre convergência criminal, integração entre instituições, combate à lavagem de dinheiro e uso de tecnologias aplicadas à investigação financeira.

Entre os principais pontos defendidos pela delegação brasileira estiveram a necessidade de atuação conjunta entre polícias, Ministérios Públicos, Unidades de Inteligência Financeira (UIFs), aduanas e autoridades tributárias, além do fortalecimento da cooperação internacional e das equipes conjuntas de investigação.

Também foram abordadas experiências relacionadas ao uso de inteligência artificial, análise de blockchain e ferramentas tecnológicas no rastreamento de ativos ilícitos e no enfrentamento às organizações criminosas transnacionais.

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A Polícia Federal foi mencionada de forma positiva em diferentes momentos da reunião, sendo reconhecida como referência regional em cooperação internacional e como instituição estratégica no combate ao crime organizado transnacional, especialmente em investigações complexas envolvendo lavagem de dinheiro, criptoativos e integração internacional.

O encontro também destacou avanços brasileiros em temas como alienação antecipada de ativos, medidas de recuperação patrimonial, integração entre inteligência financeira, dados fiscais e investigação criminal, além do uso de ferramentas tecnológicas avançadas pela administração tributária brasileira.

Fonte: Polícia Federal

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