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UPL lança Fastmite 600 WG e amplia soluções para manejo de ácaros em diversas culturas

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Fastmite 600 WG reforça portfólio de proteção de cultivos

A UPL Brasil, divisão do Grupo UPL, apresentou o Fastmite 600 WG, uma nova solução para o controle de ácaros em diferentes culturas agrícolas, incluindo algodão, soja, citros e café.

O lançamento amplia as opções disponíveis aos produtores para enfrentar essas pragas, que podem comprometer o desenvolvimento das plantas e reduzir o potencial produtivo das lavouras.

Tecnologia BLAST garante efeito de choque e aplicação uniforme

Segundo Leandro Valerim, Gerente de Marketing de Inseticidas da UPL Brasil, o produto se destaca por sua formulação moderna e performance agronômica.

“Fastmite 600 WG oferece eficiência, estabilidade e facilidade de uso em propriedades que exigem manejo preciso ao longo do ciclo produtivo. A tecnologia BLAST proporciona efeito de choque extremo contra ácaros, melhor dispersão e uniformidade nas aplicações.”

Esses atributos contribuem para otimizar o desempenho da lavoura e garantir resultados mais consistentes.

Embalagem hidrossolúvel aumenta segurança e praticidade

Outro diferencial do Fastmite é a embalagem hidrossolúvel, que facilita o preparo da calda, elimina o contato direto do aplicador com o produto e torna a aplicação mais segura e prática.

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Essa característica atende às demandas do campo moderno, onde segurança operacional e eficiência no manejo são prioridades.

Compromisso da UPL com soluções sustentáveis e eficientes

Valerim ressalta que o lançamento do Fastmite 600 WG reforça o compromisso da UPL com sistemas produtivos mais equilibrados, resilientes e capazes de responder aos desafios da agricultura contemporânea.

“Com essa nova ferramenta, acompanhamos as transformações da agricultura e as demandas por soluções cada vez mais eficientes e sustentáveis, ampliando nosso portfólio de acaricidas e contribuindo para a produtividade do campo.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bezerro exige 9,7 arrobas e impõe pior troca ao pecuarista desde 2021

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A compra de um bezerro passou a consumir o equivalente a 9,7 arrobas de boi gordo em setembro, reduzindo o poder de compra do pecuarista que precisa repor os animais destinados à engorda. É a relação de troca mais desfavorável desde outubro de 2021, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Cepea/Esalq-USP).

O cálculo considera a média dos indicadores até 22 de setembro. De um lado está o boi gordo negociado em São Paulo, com preço médio de R$ 350,30 por arroba. Do outro, o bezerro nelore de oito a 12 meses comercializado em Mato Grosso do Sul, cotado em R$ 3.399,04 por cabeça.

Os dois mercados se valorizaram no último ano, mas em velocidades diferentes. O preço real do boi gordo subiu 11,3% em relação a setembro de 2025, enquanto o bezerro avançou 13,6%. Os valores foram corrigidos pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) de agosto.

Essa diferença tornou a reposição mais cara mesmo com a recuperação da arroba. Em setembro do ano passado, a compra de um bezerro exigia 9,51 arrobas de boi gordo. Em setembro de 2024, eram necessárias 8,21 arrobas.

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O patamar atual só fica abaixo do registrado em outubro de 2021, quando o pecuarista precisava destinar 10,27 arrobas para adquirir um animal de reposição. A média de 2026 está em 9,62 arrobas, também acima da média histórica de 7,90 arrobas registrada na série do Cepea iniciada em fevereiro de 2000.

A relação de troca mostra quanto da receita obtida com a venda do gado terminado precisa ser comprometida na compra do animal jovem. Quanto maior a quantidade de arrobas exigida, menor é a parcela que permanece disponível para cobrir alimentação, sanidade, mão de obra, transporte, financiamento e os demais custos da engorda.

A pressão recai principalmente sobre o pecuarista que não produz os próprios bezerros e depende do mercado para formar novos lotes. Nesse sistema, a reposição representa uma das principais despesas e pode definir a rentabilidade da operação meses antes da venda do boi terminado.

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Desde janeiro, a arroba paulista acumula valorização real de 7,2%. O bezerro sul-mato-grossense subiu 8,3% no mesmo intervalo. A oferta restrita de bovinos prontos para o abate sustentou o boi gordo, mas a menor disponibilidade de animais jovens e a demanda pela reposição deram mais força às cotações da cria.

A valorização do bezerro favorece o criador que comercializa animais jovens, mas aumenta o capital necessário para recriadores e terminadores recomporem o rebanho. O resultado econômico dependerá da capacidade de ganho de peso, do custo da alimentação e do preço obtido pelo boi gordo ao final do ciclo.

Com a reposição no nível mais caro em quase cinco anos, a alta da arroba já não garante, isoladamente, melhora de margem. Para o terminador, o resultado passa a depender cada vez mais da eficiência da engorda e do momento escolhido para comprar e vender os animais.

Os valores são parciais e ainda podem mudar até o fechamento de setembro.

Fonte: Pensar Agro

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