Agro News

UPL lança Fastmite 600 WG e amplia soluções para manejo de ácaros em diversas culturas

Publicado

Fastmite 600 WG reforça portfólio de proteção de cultivos

A UPL Brasil, divisão do Grupo UPL, apresentou o Fastmite 600 WG, uma nova solução para o controle de ácaros em diferentes culturas agrícolas, incluindo algodão, soja, citros e café.

O lançamento amplia as opções disponíveis aos produtores para enfrentar essas pragas, que podem comprometer o desenvolvimento das plantas e reduzir o potencial produtivo das lavouras.

Tecnologia BLAST garante efeito de choque e aplicação uniforme

Segundo Leandro Valerim, Gerente de Marketing de Inseticidas da UPL Brasil, o produto se destaca por sua formulação moderna e performance agronômica.

“Fastmite 600 WG oferece eficiência, estabilidade e facilidade de uso em propriedades que exigem manejo preciso ao longo do ciclo produtivo. A tecnologia BLAST proporciona efeito de choque extremo contra ácaros, melhor dispersão e uniformidade nas aplicações.”

Esses atributos contribuem para otimizar o desempenho da lavoura e garantir resultados mais consistentes.

Embalagem hidrossolúvel aumenta segurança e praticidade

Outro diferencial do Fastmite é a embalagem hidrossolúvel, que facilita o preparo da calda, elimina o contato direto do aplicador com o produto e torna a aplicação mais segura e prática.

Leia mais:  Preços do açúcar recuam no Brasil e em Nova York, mas exportações seguem em alta no início de 2026

Essa característica atende às demandas do campo moderno, onde segurança operacional e eficiência no manejo são prioridades.

Compromisso da UPL com soluções sustentáveis e eficientes

Valerim ressalta que o lançamento do Fastmite 600 WG reforça o compromisso da UPL com sistemas produtivos mais equilibrados, resilientes e capazes de responder aos desafios da agricultura contemporânea.

“Com essa nova ferramenta, acompanhamos as transformações da agricultura e as demandas por soluções cada vez mais eficientes e sustentáveis, ampliando nosso portfólio de acaricidas e contribuindo para a produtividade do campo.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Vendas de máquinas agrícolas e industriais caem em 2026 e acendem alerta no setor, aponta Abimaq

Publicado

A indústria brasileira de máquinas e equipamentos iniciou 2026 sob pressão. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram retração nas vendas em março e no acumulado do primeiro trimestre, refletindo um ambiente de demanda mais fraca e maior concorrência com produtos importados.

O faturamento do setor somou R$ 23,8 bilhões em março, queda de 3,4% na comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do trimestre, a receita líquida alcançou R$ 61,7 bilhões, recuo expressivo de 11% frente aos três primeiros meses do ano anterior.

Mercado interno recua e importações avançam

O desempenho negativo foi puxado principalmente pela queda nas vendas no mercado doméstico. A receita líquida interna recuou 0,9% em março e acumulou queda de 12,6% no trimestre, evidenciando a perda de ritmo da demanda nacional.

Em contrapartida, as importações de máquinas e equipamentos cresceram de forma significativa, avançando 21,4% em março e 4,2% no acumulado do trimestre. O aumento reforça a competitividade dos produtos estrangeiros no mercado brasileiro e pressiona ainda mais a indústria local.

Leia mais:  Cigarrinha-do-milho provoca prejuízo de US$ 25,8 bilhões ao Brasil em quatro anos, revela estudo
Exportações mostram resiliência, mas com sinais de desaceleração

No mercado externo, o desempenho foi mais estável. As exportações somaram US$ 1,03 bilhão em março, praticamente estáveis na comparação anual. No acumulado do trimestre, houve crescimento de 7,5%, atingindo US$ 2,9 bilhões.

Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações brasileiras do setor. As vendas para o país totalizaram US$ 709 milhões no trimestre, acima dos US$ 631 milhões registrados no mesmo período de 2025.

No entanto, na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve retração de 10,5% nas exportações para o mercado norte-americano. O recuo foi puxado por quedas em segmentos relevantes, como máquinas agrícolas (-32%), componentes (-16%) e equipamentos para logística e construção civil (-13,5%).

Com isso, a participação dos Estados Unidos nas exportações do setor ficou em 24,3% no primeiro trimestre, abaixo do pico de 29,3% registrado em 2023, embora ligeiramente acima dos 23,3% observados em 2025.

Capacidade instalada sobe, mas pedidos indicam fraqueza

A utilização da capacidade instalada da indústria atingiu 79,9% em março, acima dos 77,6% registrados no mesmo mês de 2025, indicando melhora operacional.

Leia mais:  Prorrogadas até 28 de março as inscrições para o Edital de Fortalecimento Produtivo dos Territórios Pesqueiros

Por outro lado, a carteira de pedidos, importante indicador de demanda futura, apresenta sinais de enfraquecimento. Em março, houve leve alta frente a fevereiro, com 9 semanas de pedidos, mas ainda assim queda de 1,5% na comparação anual.

No acumulado do trimestre, a retração foi de 5,2%, reforçando a perspectiva de um ano mais desafiador para o setor.

Perspectivas para 2026

Segundo a Abimaq, o comportamento da carteira de pedidos indica que a indústria deve enfrentar um período de receitas mais fracas ao longo de 2026. A combinação de demanda interna desaquecida, avanço das importações e incertezas no mercado externo compõe um cenário de cautela.

Para o agronegócio, o desempenho do setor de máquinas é um termômetro importante, já que reflete diretamente o nível de investimento no campo. A evolução desse mercado será decisiva para medir o ritmo de modernização e expansão da produção agrícola nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana