Mato Grosso

Corpo de Bombeiros resgata tamanduá-mirim e cobras em áreas de risco

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na quarta-feira (8.4), um tamanduá-mirim e duas serpentes em situações de risco nos municípios de Poxoréu, Primavera do Leste e Alta Floresta.

Em Poxoréu (a 254 km de Cuiabá), a equipe da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi acionada por volta das 9h15 para capturar um tamanduá-mirim que se encontrava em via pública, em frente à delegacia da Polícia Civil.

No local, os militares constataram que o animal estava saudável e sem ferimentos. Utilizando equipamentos adequados, realizaram o resgate e, posteriormente, o soltaram em seu habitat natural, distante da área urbana.

Ainda sob responsabilidade da 6ª CIBM, outra ocorrência foi registrada em Primavera do Leste (a 242 km de Cuiabá). Por volta das 10h, a equipe foi chamada para capturar uma serpente localizada em um canteiro de obras no bairro Buritis.

O animal estava abrigado nos vãos de um muro em construção. Com autorização do responsável pela obra, os bombeiros abriram um acesso na estrutura para facilitar a retirada e realizaram a captura com o uso de pinça apropriada. Em seguida, a serpente foi acondicionada em caixa específica e levada para soltura em área de mata afastada.

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Em Alta Floresta (a 791 km de Cuiabá), por volta das 15h, a 7ª Companhia Independente do Corpo de Bombeiros Militar (7ª CIBM) foi acionada para atender uma ocorrência, uma cobra foi avistada atravessando uma rua no bairro Setor Industrial.

No local, os militares identificaram o animal como uma jiboia de aproximadamente 1,80 metro. A captura foi feita com segurança, sem causar ferimentos ao animal, que estava em boas condições de saúde. Após o resgate, a serpente foi transportada e devolvida à natureza em uma região distante da zona urbana.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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