Turismo

No Distrito Federal, 98 meios de hospedagem ainda precisam aderir à nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes Digital

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A cinco dias do prazo final de adoção da nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital por meios de hospedagem de todo o Brasil, cerca de 76% dos empreendimentos formais do Distrito Federal ainda precisam se adaptar ao sistema.

Desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) – e obrigatória a partir de 20 de abril (segunda-feira) –, a plataforma já é operada por 30 dos 128 estabelecimentos regulares da capital federal, agilizando o check-in dos clientes, eliminando o uso de papel e aumentando a segurança dos dados.

O número de empresas locais adequadas à mudança representa aproximadamente 23% do total de hotéis, pousadas, resorts e outras atividades do ramo inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur).

A FNRH Digital proporciona o preenchimento antecipado e automático de dados por meio do sistema Gov.br, podendo ser rapidamente concluído a partir de QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo estabelecimento, além de gerar estatísticas mais precisas sobre o perfil de viajantes.

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O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça que a pasta vem orientando meios de hospedagem quanto à adequação e incentiva adesões.

“O Ministério está empenhado em orientar cada empreendimento na transição para o sistema, que qualifica a experiência dos turistas, reduz custos no setor e ainda nos fornece dados mais estratégicos para estruturarmos o futuro do turismo, que vem batendo sucessivos recordes desde 2023 no Brasil. Com esse verdadeiro marco da hotelaria nacional, o governo Lula reafirma o compromisso de consolidar o turismo como um grande motor do desenvolvimento econômico e social, favorecendo fortemente a geração de emprego, renda e inclusão”, frisa o ministro.

A fim de auxiliar o setor na transição, o Ministério do Turismo tem promovido uma série de encontros virtuais com hoteleiros e ações educativas. Uma delas é um vídeo instrucional para os meios de hospedagem seguirem o passo a passo de como aderir à nova ficha. (Acesse AQUI).

O órgão também disponibiliza uma página dedicada exclusivamente a perguntas e respostas frequentes (FAQ), onde interessados podem tirar dúvidas (Acesse AQUI).

MAIS SEGURANÇA – A transição para a FNRH Digital – que no caso de hóspedes estrangeiros não exigirá a necessidade de uma conta Gov.br – é prevista na nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2024 pelo presidente Lula, e cumpre rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que o tratamento de informações sensíveis seja feito em ambiente criptografado e controlado.

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Apenas pessoas autorizadas e sistemas governamentais específicos podem acessar o conteúdo, reduzindo drasticamente o risco de vazamento de dados.

O sistema é operacionalizado por meio da Plataforma FNRH Digital. O acesso ocorre tanto pela conta Gov.br quanto por credenciais específicas da plataforma. Já o login dos meios de hospedagem exige conta Gov.br e, também, cadastro regular no Cadastur.

Cada hóspede tem uma ficha online própria, vinculada à sua estada. No caso da presença de menores de 18 anos de idade ou de pessoas incapazes, o registro é associado à FNRH do responsável legal.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Parque Nacional da Serra dos Órgãos: santuário de montanhas, cachoeiras e biodiversidade no estado do Rio de Janeiro

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Encravado entre as imponentes montanhas da Região Serrana do estado do Rio de Janeiro, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos destinos mais atrativos do país para quem busca ecoturismo e aventura. Dividida entre os municípios de Teresópolis, Petrópolis, Guapimirim e Magé, a unidade protege um total de 19.855 hectares, preservando a paisagem e a biodiversidade da Serra do Mar, no território fluminense.

Criado em 1939, trata-se do terceiro parque nacional mais antigo do Brasil, representando um marco fundamental na história das unidades de conservação ambiental nacionais. Além da relevância histórica, o destino é um dos melhores locais do território brasileiro para a prática de esportes de montanha, reunindo opções de caminhada, escalada, rapel e banhos em cachoeiras e piscinas naturais.

Para os amantes do trekking, as caminhadas de longa duração, o parque ostenta a maior rede de trilhas do Brasil, somando mais de 200 quilômetros de percursos com todos os níveis de dificuldade. As opções vão desde a trilha suspensa, acessível a cadeirantes, até a Travessia Petrópolis-Teresópolis, um clássico do ramo, com 30 km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.

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A unidade também é considerada a capital do montanhismo brasileiro. Entre as centenas de vias de escalada disponíveis – que atendem de iniciantes a praticantes de subida em paredões – destacam-se a Agulha do Diabo e o lendário Dedo de Deus, pico que é tido como o marco inicial da escalada no país.

Toda essa imponência rochosa é cercada por uma riqueza natural sem igual. O parque abriga mais de 2.800 espécies de plantas catalogadas, além de 462 espécies de aves, 100 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis. Esse refúgio de vida silvestre protege 130 animais ameaçados de extinção e diversas espécies que só existem nessa região do planeta.

Como chegar

A principal porta de entrada para o Parque Nacional da Serra dos Órgãos é a Região Serrana do Rio de Janeiro. Partindo da capital fluminense, o acesso às sedes da unidade de Teresópolis e Guapimirim é feito principalmente pela rodovia BR-116. Já o acesso à sede de Petrópolis pode ser feito pela BR-040, seguindo em direção ao distrito de Corrêas.

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Por se tratar de uma unidade de conservação de proteção integral, sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o acesso de veículos se restringe às áreas administrativas e às portarias. A exploração dos atrativos é feita a pé ou por meio de caminhadas e escaladas orientadas, garantindo a segurança dos visitantes e a preservação do patrimônio.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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