Educação

MEC visita Fundação Biblioteca Nacional no RJ

Publicado

O ministro da Educação, Leonardo Barchini, visitou, nesta sexta-feira, 17 de abril, a Fundação Biblioteca Nacional (FBN), no Rio de Janeiro, e acompanhou o processo de digitalização do acervo da instituição. A FBN disponibiliza a integração de 253 obras literárias em domínio público de seu acervo à plataforma MEC Livros, incluindo a Biblioteca Nacional Digital (BN Digital). A parceria, firmada em 2025, permite que o aplicativo desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC) não se limite apenas a obras contemporâneas licenciadas, mas ofereça um catálogo robusto de clássicos nacionais, contribuindo para a difusão e conservação do patrimônio literário brasileiro. 

O ministro da Educação, Leonardo Barchini, comentou a importância do acordo e ressaltou a importância da leitura, das bibliotecas e do livro físico para aumentar o hábito da leitura no Brasil. “Fundada em 1810, a FBN é a maior biblioteca do país e mais antiga instituição cultural brasileira. O acervo que nós estamos incorporando à plataforma é fundamental para continuarmos fomentando o hábito de leitura e valorização da cultura. Apesar de ser um aplicativo, é importante também ressaltar que o MEC Livros não foi criado para substituir os exemplares físicos, mas sim para democratizar o acesso a obras literárias”, finalizou. 

Apesar de ser um aplicativo, o MEC Livros não foi criado para substituir os exemplares físicos, mas sim para democratizar o acesso à obra literárias”. Leonardo Barchini, ministro da Educação. 

Além da incorporação das obras, o acordo também prevê a inserção de link e integração visual da BN Digital ao MEC Livros e a produção de dez conteúdos editoriais de apoio, entre biografias e introduções, que serão criados a partir de padrões e modelos pré-estabelecidos, adaptados ao mundo digital. Atualmente, a plataforma do MEC conta com 500 mil usuários ativos e cerca de 215 mil obras alugadas. 

Leia mais:  Ajuste do Fundeb 2025 garante mais R$ 710 milhões a entes

MEC Livros  A plataforma foi criada com o intuito de fomentar o hábito de leitura, promover a inclusão de tecnologias na educação, auxiliar as práticas pedagógicas, democratizar o acesso às obras e preservar o patrimônio literário. Por meio do MEC Livros, toda a população brasileira pode ter acesso gratuito a aproximadamente oito mil obras literárias nacionais e internacionais. 

A plataforma foi organizada a partir de critérios técnicos que valorizam a diversidade literária, cultural e linguística e conta com uma série de ferramentas voltadas para facilitar a navegação, com a divisão por editorias, o uso de notificações automatizas, a personalização da leitura, recursos de acessibilidade e agente de IA para tirar dúvidas e dar sugestões de leitura. 

Passo a passo Para ter acesso às obras, basta acessar o site ou o aplicativo do MEC Livros e fazer o login com a conta do Gov.br. Na primeira página, já aparece uma lista de livros disponíveis, organizados por categorias. Ao clicar na capa da obra que deseja pegar emprestado, há a opção de ler o resumo sobre a obra no botão “Mais informações”. Realizada esta etapa, será aberta uma nova página onde você poderá confirmar o aluguel e começar a obra selecionada. 

No modelo atual, a devolução das obras ocorre ao final do prazo de 14 dias, quando o usuário pode optar pela renovação do empréstimo pelo mesmo período ou pela devolução do título. Está em andamento a implementação de melhorias que permitirão a devolução a qualquer tempo, além da possibilidade de habilitar essa função a partir de 90% da leitura, ampliando a autonomia do usuário na gestão dos empréstimos. 

Leia mais:  MEC apoia projeto de educação antirracista e saberes tradicionais

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria Executiva (SE) 

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook
publicidade

Educação

MEC debate expansão e qualidade da educação superior e da EPT

Publicado

O Ministério da Educação (MEC) participou, na segunda-feira, 1º de junho, do II Fórum de Ensino Superior promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. O evento reuniu gestores públicos, lideranças acadêmicas e especialistas para debater os desafios e as perspectivas futuras para a expansão e a regulação do setor educacional no país. Durante o encontro, o ministério integrou as discussões que buscaram alinhar o crescimento da oferta de vagas na educação superior e na educação profissional e tecnológica (EPT) às diretrizes de qualidade e inclusão. 

A programação do fórum foi dividida em blocos temáticos que abordaram o papel regulatório do Estado e o impacto das diretrizes pedagógicas no ensino. Durante a manhã, os debates foram realizados sobre currículos e avaliação, com a presença da secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Marta Abramo, e de representantes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

Abramo tratou da expansão da educação superior brasileira, marcada pelo crescimento das matrículas, pela diversificação do perfil estudantil e pela interiorização da educação a distância (EaD), que trouxe ganhos relevantes de acesso, mas também expôs desafios regulatórios enfrentados pela Nova Política de EaD. Segundo ela, nesta gestão, o MEC também reduziu o estoque de processos, aprimorou normas, fortaleceu a transparência e revisou instrumentos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). 

Leia mais:  Ajuste do Fundeb 2025 garante mais R$ 710 milhões a entes

A secretária ressaltou, porém, que o país precisa consolidar a expansão da educação superior com qualidade, alinhando a oferta às necessidades sociais e econômicas dos brasileiros: “o sistema já oferta, hoje, vagas suficientes para cumprir as metas do PNE. Nossos desafios são outros: assegurar qualidade, inclusão, oferta alinhada aos diversos perfis de estudantes e às demandas estratégicas do país, garantia de permanência e conclusão. Tudo isso só faz sentido se sustentado por um modelo consistente e integrado de avaliação e regulação”. 

Na parte da tarde, as discussões se concentraram na articulação entre formação superior, pesquisa e EPT. O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, detalhou o panorama da recém instituída Política Nacional de Educação Profissional e Tecnológica e sua convergência com o Plano Nacional de Educação (PNE)

O secretário pontuou a importância de mecanismos técnicos de acompanhamento, como a introdução de análises bienais para avaliar a efetividade das metas propostas, e destacou o caráter qualitativo que orienta o desenvolvimento do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica (SINEPT), estruturado em parceria com o Inep. 

Leia mais:  Ações do MEC fortalecem a inclusão de estudantes autistas

Bregagnoli também destacou a criação de 111 novas unidades de institutos federais para expandir as matrículas, especialmente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. “O avanço na oferta educacional, com qualidade, está associado a ações de fomento do governo federal”, disse. O secretário também ressaltou a oferta de três cursos de pós-graduação lato sensu focados na formação de profissionais para atuarem na EPT, com mais 27 mil matrículas. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana