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Governo do Brasil na Rua: MPA confirma presença em Recife (PE)

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participará do Governo do Brasil na Rua, que será realizado nos dias 24 e 25 de abril de 2026, em Recife (PE). O objetivo é levar atendimento direto aos pescadores, aquicultores e responsáveis por embarcações. 

 O MPA terá um estande no local, para ampliar sua presença junto ao público e fortalecendo a estratégia de levar os serviços diretamente aos territórios. O evento contará com a presença de diversas autoridades, além de representantes do MPA e de outros Ministérios. 

 Durante os dois dias, a feira oferece atendimento gratuito e sem necessidade de agendamento, garantindo acesso facilitado a políticas públicas e serviços essenciais. No estande do MPA, serão realizados atendimentos voltados à regularização e orientação do setor, com destaque para: 

 Apoio ao Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP); 

Orientações técnicas e administrativas; 

Suporte ao sistema PesqBrasil; 

Apoio em cadastro, atualização e acompanhamento de processos; 

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Informações sobre licenciamento, programas e políticas públicas; 

 Além dos serviços do MPA, os pescadores terão acesso a outros serviços como: emissão de documento de identidade, criação de contas bancárias, serviços de saúde, microcrédito, habitação, assistência jurídica, entre outros. 

 De acordo com o chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do MPA, Paulo Faria, “a participação do Ministério nesta edição consolida uma diretriz importante: ampliar o acesso às políticas públicas, facilitar a regularização e garantir que os serviços cheguem de forma mais direta aos pescadores e aquicultores”. 

SERVIÇO 

Data: 24 e 25 de abril de 2026 

Horário: das 9h às 17h, 

Local: Escola Técnica Estadual Miguel Batista, localizada na Avenida Norte Miguel Arraes de Alencar, nº 7487, Macaxeira. Recife (PE). 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Agro News

Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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