A Polícia Civil realizou a 11ª Corrida de Cara Limpa contra as Drogas, neste domingo (26.4), em Cuiabá. O evento reuniu 1,5 mil atletas profissionais e amadores pelas ruas do Centro Político Administrativo (CPA), em Cuiabá.
A prova, que faz parte das celebrações dos 184 anos da Polícia Civil, contemplou as modalidades de 5 e 10 km, com premiações aos corredores das categorias geral, faixa etária e policial civil, além da entrega de medalhas e sorteio de brindes a todos os participantes.
A investigadora Caroline Rezende, da Delegacia de Roubos e Furtos de Rondonópolis, que conquistou o primeiro lugar dos 5km, da categoria policial civil. “Foi uma sensação muito boa, conquistar essa premiação. Estava treinando para baixar meu recorde pessoal e consegui alcançar esse objetivo e ainda levar o pódio”, disse a policial civil.
“Apesar de todo trabalho, é uma satisfação enorme ver o resultado da corrida. Este ano conseguimos uma oferecer uma estrutura bastante inovadora com atrações musicais, hidratação, frutas e demais cortesias a todos os participantes. Quero parabenizar a todos os atletas que prestigiaram nosso evento e aos demais colaboradores e patrocinadores”, destacou o delegado Mario Dermeval, responsável pela organização da corrida.
A delegada-geral adjunta da Polícia Civil, Ana Paula Faria de Campos, considerou o evento bastante importante por proporcionar lazer, esporte e integração entre a instituição e a população. “A corrida é um evento muito importante, dentro das celebrações alusivas ao aniversário de 184 anos da Polícia Civil. É um evento que promove maior proximidade com a população, além de proporcionar lazer e esporte aos participantes”, enfatizou a delegada.
Histórico da Corrida de Cara Limpa contra as Drogas
A Corrida de Cara Limpa contra as Drogas surgiu da iniciativa de despertar a consciência da população sobre os danos à saúde física e mental que as drogas provocam ao ser humano, buscando como objetivo maior promover a qualidade de vida da população, por meio da prática desportiva.
A ação é desenvolvida pela Coordenadoria de Polícia Comunitária, desde 2009. O evento chegou a ficar paralisada por três anos, sendo retomado, este ano, em sua 11ª edição, reunindo 1,5 mil participantes.
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Barra do Garças, prestou apoio, nesta quarta-feira (15.7), a uma mulher vítima de violência doméstica durante a retirada de seus pertences pessoais da fazenda onde residia com o companheiro.
A ação foi realizada em uma propriedade rural situada a cerca de 10 quilômetros do distrito de Indianópolis, no município de Barra do Garças.
Uma equipe de investigadores acompanhou a vítima, de 31 anos, durante toda a ação, garantindo sua segurança enquanto eram retirados roupas, alimentos e objetos pessoais.
Após a retirada dos pertences, a mulher e seus bens foram transportados em viatura da Polícia Civil até um local seguro.
O acompanhamento foi realizado no contexto das investigações instauradas após a vítima denunciar o companheiro pelos crimes de ameaça, violência psicológica, sequestro e cárcere privado.
As informações chegaram ao conhecimento da Polícia Civil depois que o filho da vítima, de 17 anos, procurou a delegacia para registrar um boletim de ocorrência.
Conforme apurado, o investigado, de 28 anos, impedia a mulher de manter contato com familiares e outras pessoas, inclusive com o próprio filho.
Após a mulher manifestar a intenção de encerrar o relacionamento, o suspeito passou a ameaçá-la de morte, chegando a encostar uma faca em seu corpo durante uma das intimidações.
Diante da denúncia, registrada no dia 10 de julho, o Núcleo da Polícia Militar de Indianópolis foi acionado e se deslocou até a fazenda, conduzindo o casal à delegacia.
O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de ameaça e violência psicológica, ambos praticados no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher.
O inquérito policial segue em andamento na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Barra do Garças para apuração dos fatos, incluindo as denúncias de sequestro e cárcere privado, com o objetivo de responsabilizar criminalmente o investigado.
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