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Showtec de Maracaju projeta R$ 600 milhões em negócios

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Com área de exposição de 120 mil metros quadrados, mais de 150 expositores e público estimado em 25 mil visitantes, o Showtec se mantém como um dos principais eventos técnicos do agronegócio brasileiro. Realizado em Maracaju (cerca de 160 km da capital, Campo Grande),em Mato Grosso do Sul, a feira espera movimentar cerca de R$ 600 milhões em negócio.

Organizado pela Fundação MS, o evento reúne empresas, pesquisadores e produtores em torno da difusão de tecnologias aplicadas à produção agrícola. Na prática, a feira funciona como vitrine de cultivares, sistemas de manejo, soluções sustentáveis e máquinas, com foco em ganho de produtividade e eficiência no uso de insumos.

A programação técnica é estruturada por áreas temáticas ao longo dos dias, com palestras conduzidas por especialistas e demonstrações práticas em campo. Esse formato permite ao produtor avaliar, em condições próximas à realidade, o desempenho de tecnologias antes de incorporá-las ao sistema produtivo.

Mais do que exposição, o evento cumpre papel estratégico na transferência de conhecimento. Em um cenário de custos elevados e maior exigência por eficiência, a adoção de tecnologia passou a ser determinante para margem no campo. Nesse contexto, feiras como o Showtec funcionam como ponto de convergência entre pesquisa aplicada e decisão produtiva.

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A presença de empresas de insumos, genética, máquinas e serviços amplia o escopo da feira, criando um ambiente voltado à geração de negócios e ao intercâmbio técnico. A expectativa de movimentação financeira reflete não apenas vendas diretas durante o evento, mas também negociações iniciadas no local e concluídas ao longo da safra.

Sede do evento, Maracaju se consolidou como uma das principais regiões produtoras de grãos do Mato Grosso do Sul. O município combina alta produtividade com elevado nível de tecnificação, especialmente nas culturas de soja e milho, além da integração com a pecuária.

Fonte: Pensar Agro

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Dólar hoje recua para R$ 4,94 com mercado atento à ata do Copom e tensões no Oriente Médio

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O dólar iniciou esta terça-feira (5) em queda frente ao real, refletindo ajustes do mercado após a valorização registrada na sessão anterior e a expectativa em torno da ata do Comitê de Política Monetária (Copom). A moeda norte-americana abriu o dia cotada a R$ 4,94, com recuo de 0,29% nas primeiras negociações.

Na véspera, o câmbio encerrou em alta de 0,32%, a R$ 4,9677, pressionado por cautela externa e movimentações técnicas. Já o Ibovespa fechou em queda de 0,92%, aos 185.600 pontos, influenciado por realização de lucros e incertezas no cenário internacional.

Mercado financeiro hoje: foco na ata do Copom

O principal driver doméstico desta terça-feira é a divulgação da ata do Copom, documento que detalha a decisão mais recente sobre a taxa Selic. O mercado busca sinais mais claros sobre o ritmo e a duração do ciclo de juros no Brasil.

A expectativa é que o Banco Central reforce a postura cautelosa diante de um ambiente ainda desafiador, com inflação sob controle, mas sujeita a pressões externas, especialmente vindas do câmbio e dos preços de commodities.

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Cenário internacional pressiona câmbio e commodities

No exterior, investidores seguem atentos à agenda econômica e, principalmente, à escalada das tensões no Oriente Médio. O conflito tem potencial de impactar diretamente os preços do petróleo, o que influencia moedas emergentes como o real e setores estratégicos do agronegócio.

A volatilidade nos mercados globais também afeta o fluxo de capital estrangeiro, elemento-chave para a formação do câmbio no Brasil.

Ibovespa: abertura ainda indefinida

O Ibovespa inicia o pregão desta terça-feira sob expectativa, após encerrar o último pregão em baixa. O desempenho do índice deve refletir tanto o cenário externo quanto a leitura do mercado sobre a comunicação do Banco Central.

Setores ligados a commodities, como petróleo e mineração, tendem a reagir diretamente às oscilações internacionais.

Indicadores acumulados
  • Dólar
    • Semana: +0,32%
    • Mês: +0,32%
    • Ano: -9,49%
  • Ibovespa
    • Semana: -0,92%
    • Mês: -0,92%
    • Ano: +15,19%
Impactos para o agronegócio

A oscilação do dólar segue como fator central para o agronegócio brasileiro. A valorização da moeda americana tende a favorecer exportadores, aumentando a competitividade dos produtos no mercado internacional. Por outro lado, a queda do dólar pode pressionar margens, especialmente em setores altamente dolarizados, como fertilizantes e defensivos.

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Além disso, o comportamento das commodities energéticas, influenciado pelo cenário geopolítico, pode impactar custos logísticos e de produção no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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