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Ministro da Pesca e Aquicultura faz visita a projetos de tilapicultura em São Paulo

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, estará no estado de São Paulo para uma visita a uma empresa produtora de tilápia em Águas da União. O convite foi feito pela Missão Técnica Brasil/Paraguai, que estuda a liberação do cultivo da espécie no reservatório da Usina Hidrelétrica Itaipu.   

 O objetivo é esclarecer às instituições e agentes públicos paraguaios sobre os impactos socioeconômicos, ambientais e legais da tilapicultura no lago da hidrelétrica de Itaipu Binacional, localizado em Foz do Iguaçu (PR). Essa iniciativa ocorre em prol da formulação e ordenamento de políticas públicas orientadoras do emprego sustentável do potencial aquícola do reservatório, especialmente no contexto do desenvolvimento do cultivo da tilápia. 

 Além do ministro e da comitiva do MPA, a visita também contará com a presença de membros do governo paraguaio. O cultivo da tilápia é permitido pelas autoridades brasileiras, mas aguarda a regulamentação das autoridades do Paraguai para que os dois países possam alterar o acordo bilateral e assim poder criar tilápias no lago de Itaipu.   

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 SERVIÇO  

 Visita à produção de tilápia  

 Data: quinta-feira (07/05)  

 Horário: das 8h às 16h  

 Local: Fider Pescados. Rua São João Batista dos Santos, 2000. Rifaina (SP).  

 CONTATO  

 [email protected]    

(61) 3276-5193 / (61) 8141-7229    

www.gov.br/mpa    

@minpescaeaquicultura 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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