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Ministro André de Paula recebe ex-ministra Kátia Abreu e presidente de grupo angolano para tratar de cooperação no agro

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, recebeu nesta quarta-feira (6) a ex-ministra da Agricultura Kátia Abreu, que acompanhou o presidente um dos principais conglomerados agroindustriais da África Subsaariana, Nelson Carrinho, em reunião para tratar de oportunidades de cooperação e investimentos no setor agropecuário brasileiro.

Também participaram do encontro o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, e a assessora especial do Mapa, Sibelle Andrade.

Durante a reunião, Nelson Carrinho apresentou o plano de expansão internacional do grupo, que prevê investimentos no Brasil com a criação de uma base de atuação próxima aos produtores rurais, além de investimentos em armazenagem e comercialização.

“O Brasil é uma referência global em agricultura e inovação. Estamos abertos a iniciativas que ampliem investimentos e promovam cooperação técnica, fortalecendo o agro brasileiro”, afirmou o ministro André de Paula.

O empresário também manifestou interesse em ampliar a cooperação com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), especialmente na área de transferência de tecnologia e intercâmbio de conhecimento aplicado ao desenvolvimento agrícola.

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“Queremos construir uma presença sólida no país, desde a base produtiva até a distribuição internacional, além de aprofundar a parceria com a Embrapa, que é fundamental para transformar a agricultura em diferentes regiões do mundo”, destacou Nelson Carrinho.

A agenda reforça o interesse mútuo no fortalecimento das relações entre Brasil e Angola no setor agropecuário, com foco em inovação, segurança alimentar e ampliação de oportunidades de negócios entre os dois países.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Safras reduz projeção da safra de algodão do Brasil em 2025/26 após queda de área plantada

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A produção brasileira de algodão em pluma deve registrar queda significativa na safra 2025/26, segundo nova estimativa divulgada nesta quarta-feira pela consultoria Safras & Mercado.

A projeção foi revisada para 3,74 milhões de toneladas, abaixo da previsão anterior de 3,76 milhões de toneladas. O ajuste reflete principalmente a redução da área plantada em diversas regiões produtoras, diante de um cenário de preços menos atrativos e margens pressionadas no momento da semeadura.

Preços baixos reduzem estímulo ao plantio de algodão

De acordo com a consultoria, a retração na área cultivada ocorreu em meio à piora das condições econômicas para o produtor, especialmente devido aos custos elevados de produção e ao comportamento mais fraco das cotações internacionais da fibra.

O cenário reduziu o interesse de parte dos produtores pela expansão do cultivo na temporada 2025/26.

Com isso, a expectativa atual aponta para uma produção 11,5% menor em comparação à safra passada, quando o Brasil registrou volume recorde de 4,23 milhões de toneladas de algodão em pluma.

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Brasil segue entre os maiores exportadores globais de algodão

Mesmo com a revisão para baixo, o Brasil permanece entre os principais produtores e exportadores mundiais de algodão, consolidando posição estratégica no mercado internacional da fibra.

Nas últimas temporadas, o país ampliou fortemente sua participação global, impulsionado principalmente pela alta produtividade das lavouras do Centro-Oeste, com destaque para Mato Grosso e Bahia.

No entanto, o setor enfrenta atualmente um ambiente de maior cautela, influenciado por:

  • Preços internacionais mais pressionados
  • Custos elevados de produção
  • Margens mais apertadas no campo
  • Oscilações na demanda global pela fibra
Mercado acompanha clima, exportações e demanda internacional

Além das questões econômicas, o mercado segue atento ao comportamento climático nas principais regiões produtoras e à evolução da demanda internacional, especialmente da indústria têxtil asiática.

O desempenho das exportações brasileiras também será determinante para o equilíbrio do mercado ao longo da temporada.

Apesar da perspectiva de queda na produção, o Brasil deve continuar com forte presença no comércio global de algodão, sustentado pela qualidade da fibra e pela competitividade logística conquistada nos últimos anos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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