Cuiabá

Com cuidado e apoio, mães cuiabanas sonham com futuro melhor para os filhos

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Com os filhos nos braços e cercadas por mamadeiras, roupinhas e fraldas, as mães atendidas pelo projeto Mães Cuiabanas, acolhidas ainda durante a gestação pela Prefeitura de Cuiabá, sonham com um futuro melhor para os filhos e resumem o apoio recebido em uma frase: “Chegou no momento em que eu mais precisava”.

O projeto, realizado por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, atende futuras mamães em situação de vulnerabilidade social, sejam elas mães de primeira viagem ou não, oferecendo orientação, acolhimento e preparação para o parto. Em média, 180 gestantes já participaram da iniciativa, que conta com a atuação de profissionais capacitados e a entrega de kits de enxoval, fortalecendo o papel dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) no acolhimento às famílias.

Idealizado pela primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris, o projeto beneficia mães que vivem o período final da gestação. Neste mês, a iniciativa chega à quarta edição, em uma programação especial em homenagem ao Dia das Mães, celebrado no segundo domingo de maio.

Durante os encontros, as participantes recebem orientações sobre trabalho de parto, saúde emocional, cuidados com o bebê e o último trimestre da gravidez. Ao final, levam para casa kits com banheira, fraldas, mamadeiras, roupinhas, bolsas, itens de higiene e outros materiais indispensáveis para os primeiros meses de vida da criança, essenciais no início da maternidade.

Mãe de cinco filhos e avó pela primeira vez, Janaina Quimbely de Souza Alice, de 31 anos, segurava a pequena filha de dois meses no colo enquanto falava sobre a importância do acolhimento recebido. Ela e a bebê receberam apoio do projeto durante a gravidez. “Eu fui muito bem atendida pelas meninas do CRAS. O kit ajudou bastante porque eu ainda não tinha conseguido comprar várias coisas. Vieram bolsa, bacia e itens importantes para minha bebê. Minha filha também ganhou apoio porque teve bebê quase junto comigo. Isso ajuda muito quem realmente precisa”, contou.

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Janaina afirmou ainda que sempre encontra apoio quando procura a assistência social. “Quando preciso, procuro o CRAS, e eles me ajudam bastante”, disse.

A emoção também tomou conta da jovem Larissa Caldas de Proença, de 28 anos, mãe de três meninas. Com a bebê de apenas 16 dias nos braços, ela lembrou que chegou ao projeto por indicação da irmã. “Eu precisava muito. O kit ajudou bastante nesse momento. Vieram roupinhas, mamadeira, bacia e vários itens importantes”, relatou Larissa.

Para ela, o apoio da prefeitura representa cuidado com quem mais necessita. “Ser mãe não é fácil, mas é uma felicidade enorme. O que eu mais quero é um futuro melhor para minhas filhas, com educação e saúde de qualidade.”

Nos bastidores do projeto, o trabalho dos CRAS é fundamental para identificar e acolher famílias em situação de vulnerabilidade. A psicóloga do CRAS Osmar Cabral, Ana Paula, explica que muitas mulheres chegam espontaneamente às unidades em busca de ajuda. “A gente faz um atendimento humanizado, identifica as necessidades da família e verifica os benefícios que podem ser acessados. Muitas vezes, o acompanhamento continua após o nascimento da criança, fortalecendo os vínculos familiares e garantindo acesso a outros serviços”, destacou Ana Paula.

Assistida pela equipe do CRAS do CPA 3, Rafaela Kauany, de 31 anos e grávida de oito meses, compartilhou o aprendizado adquirido no curso oferecido pelo projeto. “Aprendi bastante sobre posições e técnicas de relaxamento para ajudar na hora das dores e das contrações, deixando o parto mais tranquilo.”

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À espera da chegada de Isabela, sua terceira filha, prevista para o fim de maio, Rafaela relatou a experiência no projeto e destacou a importância do apoio do poder público. “Participar do projeto Mães Cuiabanas foi uma oportunidade muito grande para mim, porque aprendi muito sobre o parto e sobre a gestação. Tenho dois filhos, de 15 e 12 anos, e hoje tudo é diferente. A comunicação, as orientações e o cuidado com as mães melhoraram bastante”, afirmou Rafaela.

Segundo a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, o projeto nasceu da preocupação em transformar um benefício eventual em uma política pública mais efetiva e acolhedora. “O Mães Cuiabanas foi pensado especialmente para aquela mulher que realmente precisa. A ideia foi unir a entrega do kit natalidade a um momento de escuta, orientação e acolhimento, para que essas mães se sintam cuidadas neste período tão importante”, afirmou Hélida.

Ela também deixou uma mensagem em homenagem ao Dia das Mães. “Queremos que todas as mães saibam que podem encontrar apoio nos nossos equipamentos públicos, nos CRAS e CREAS. Cuidar de quem cuida também é uma forma de transformar vidas.”

A quarta edição do projeto Mães Cuiabanas será realizada no próximo dia 29 de maio, reforçando, no mês dedicado às mães, o compromisso da gestão municipal em levar políticas públicas eficientes para quem mais precisa e garantir que cada mãe cuiabana tenha a oportunidade de sonhar com um futuro melhor para os filhos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Boletim aponta queda nos casos de dengue e chikungunya em Cuiabá em 2026

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico nº 24/2026, com dados atualizados sobre a situação das arboviroses no município. O levantamento, elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde, mostra uma redução nas médias semanais de casos de dengue e chikungunya ao longo de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Na 25ª Semana Epidemiológica, Cuiabá registrou nove casos notificados de dengue e três de chikungunya. No acumulado do ano, a média semanal de notificações de dengue caiu de 75,6 casos em 2025 para 51,8 em 2026. Já a chikungunya apresentou uma redução ainda mais significativa, passando de 434,9 notificações semanais no ano anterior para apenas 4,8 neste ano.

Até 2 de julho de 2026, o município contabilizou 1.295 notificações de dengue, das quais 568 foram confirmadas. Houve um óbito confirmado pela doença e outro permanece em investigação. A incidência é de 70,5 casos por 100 mil habitantes, considerando apenas os casos autóctones.

Em relação à chikungunya, foram registradas 121 notificações e 115 confirmações, sem óbitos. A incidência da doença é de 7,8 casos por 100 mil habitantes. Já a zika contabilizou oito notificações, com três casos confirmados e incidência de 0,4 por 100 mil habitantes.

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Além do monitoramento epidemiológico, a Secretaria Municipal de Saúde mantém ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti. Desde o início do ano, as equipes de vigilância realizaram vistoria em 574.889 imóveis em toda a capital.

Durante as inspeções, foram realizados tratamentos em 60.826 imóveis, 68.063 depósitos com água receberam tratamento adequado e 17.104 depósitos considerados de risco foram eliminados de forma definitiva.

A secretária municipal de Saúde, Lúcia Helena Barboza Sampaio, destaca que os indicadores demonstram o impacto das ações de vigilância, mas reforça que a prevenção continua sendo responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.

“A redução dos casos é um resultado importante, fruto do trabalho contínuo das equipes de vigilância e da atenção básica. No entanto, o combate ao mosquito precisa ser diário. A maior parte dos criadouros ainda está dentro das residências, por isso contamos com o apoio da população para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a principal forma de prevenção continua sendo a eliminação dos criadouros do mosquito. A orientação é manter quintais limpos, eliminar recipientes que possam acumular água, tampar caixas d’água e realizar inspeções frequentes em calhas, vasos de plantas, pneus e outros objetos.

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Outra medida importante é a vacinação contra a dengue. A vacina Qdenga está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme o calendário do Ministério da Saúde, sendo aplicada em duas doses.

Em caso de sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas na pele ou dor intensa nas articulações, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica, evitando a automedicação. A identificação precoce da doença contribui para o tratamento adequado e reduz o risco de complicações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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