Saúde

Vigilância em Saúde das Populações Expostas a Agrotóxicos é tema de curso gratuito do Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde (MS) acaba de lançar o Curso de Vigilância em Saúde das Populações Expostas a Agrotóxicos (VSPEA). A iniciativa voltada à qualificação de profissionais e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) para atuação na prevenção, vigilância e atenção à saúde relacionada à exposição aos agrotóxicos, oferta, ao todo, 50 mil vagas.

A proposta do curso é fortalecer as ações de vigilância, promoção da saúde, prevenção de agravos e atenção integral à saúde das populações expostas ou potencialmente expostas aos agrotóxicos. E objetiva, ainda, ampliar capacidades técnicas e promover maior integração entre vigilância em saúde, saúde ambiental, saúde do trabalhador e atenção à saúde nos territórios. A formação foi desenvolvida pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA/MS), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), com apoio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES/MS). Ofertada gratuitamente na modalidade on-line, possui carga horária de 85 horas e emissão de certificado aos participantes que concluírem as atividades programadas.

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A atividade integra as ações previstas no Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) e no Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara), reafirmando o compromisso do Ministério da Saúde e dos parceiros com o fortalecimento de políticas públicas voltadas à redução de riscos e à proteção da saúde da população.

As inscrições estão abertas até 10 de dezembro de 2026 e podem ser realizadas pela plataforma da UNA-SUS. Podem participar profissionais do SUS, técnicos e gestores estaduais e municipais de saúde, trabalhadores da vigilância em saúde, pesquisadores, estudantes e demais profissionais interessados em saúde ambiental e saúde do trabalhador.

Serviço

  • Curso de Vigilância em Saúde das Populações Expostas a Agrotóxicos (gratuito)
  • Modalidade: Educação a Distância (EaD)
  • Carga horária: 85 horas
  • Vagas: 50 mil
  • Período de inscrição: até 10 de dezembro de 2026
  • Certificação: UNA-SUS 

Participe do curso sobre Vigilância em Saúde e exposição a agrotóxicos

Suellen Siqueira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Ministério da Saúde divulga experiências selecionadas em Observatório de Boas Práticas de Equidade

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Trabalhadoras e trabalhadores da Atenção Primária à Saúde (APS) de todo o País enviaram relatos para compor o Observatório de Boas Práticas de Equidade. Das mais de 750 experiências enviadas, 674 foram selecionadas. A iniciativa permite identificar aspectos sobre a atuação da APS no Brasil, além de demonstrar temáticas que mobilizam as equipes em seus territórios e os serviços de saúde.

O resultado foi apresentado durante o XXXIX Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), nesta segunda-feira (13), em Porto Alegre.

O Observatório de Boas Práticas de Equidade é uma ferramenta que reconhece o conhecimento produzido no cotidiano do trabalho na atenção primária e constitui um ambiente de aprendizagem colaborativa.

Considerando a diversidade dos territórios brasileiros, a organização se deu por eixos temáticos. São eles: equidade e acesso (com 484 relatos inscritos), cuidado integral (115 relatos) e participação social (189 relatos). Os critérios de seleção priorizaram a relevância, a aplicabilidade e o potencial de contribuição das experiências para o Sistema Único de Saúde (SUS).

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Dos 289 municípios participantes, os estados com maior número de inscritos foram: Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Amazonas, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Embora alguns estados concentrem maior número de relatos, a participação de todas as regiões indica que boas práticas não estão restritas aos grandes centros urbanos. O Nordeste, por exemplo, apresentou o maior número de municípios participantes (91) e foi a segunda região com maior volume de relatos (190).

As equipes de Saúde da Família (eSF) foram autoras de cerca de 60% dos relatos. Além disso, experiências enviadas por equipes multiprofissionais (eMulti) ou que atuam com a população em situação de rua, a população privada de liberdade, comunidades quilombolas e ribeirinhas, além de adolescentes em medidas socioeducativas reforçam o papel da APS como principal porta de entrada do SUS.

Uma publicação institucional com os relatos completos está em fase de editoração e será divulgada ainda no segundo semestre de 2026.

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Confira a lista das experiências selecionadas pelo Observatório de Boas Práticas de Equidade

Agnez Pietsch
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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