Política Nacional

Comissão de Trabalho debate situação do Instituto do Câncer e de seus servidores

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A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (9), o orçamento do Instituto Nacional do Câncer (Inca) e a recomposição de seu quadro de servidores permanentes.

A reunião será realizada às 14 horas no plenário 8.

A audiência foi sugerida pela deputada Alice Portugal (PCdoB-BA). Segundo a deputada, o instituto não realiza concurso público desde 2014 e depende de contratos temporários para parte de suas atividades. Ela afirma que o Inca já perdeu 1 mil servidores efetivos, o que representa 26% de sua força de trabalho.

Alice Portugal reconhece a importância das contratações temporárias em situações de emergência, mas ressalta que o atendimento especializado de alta complexidade exige a fidelização de profissionais.

“Não é admissível manter uma instituição pública com a excelência de um Inca funcionando com mais de 1/4 de seus servidores com contratos temporários, sem uma vinculação institucional com o órgão”, critica.

O Inca
Fundado em 1937, o Inca é uma instituição de referência em pesquisa, ensino, prevenção, tratamento e controle do câncer no Brasil.

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O instituto está vinculado ao Ministério da Saúde. Suas unidades hospitalares integram o Sistema Único de Saúde (SUS) e oferecem tratamento integral às pessoas que têm câncer.

“Além disso, seu setor de prevenção é responsável por dados estatísticos e geração de conhecimentos de fatores de risco orientadores de políticas nacionais de prevenção ao câncer, que são valiosíssimos para o país”, acrescenta a deputada.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissão debate impactos da desinformação em situações de calamidade

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A comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha os impactos das fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata de Minas Gerais em fevereiro realiza uma audiência pública nesta quarta-feira (10) para discutir a propagação de notícias falsas em situações de calamidade pública.

O debate será realizado às 14 horas, no plenário 15.

A reunião foi pedida pela coordenadora da comissão, deputada Ana Pimentel (PT-MG).

O objetivo é discutir os efeitos da desinformação em cenários de desastre, identificar estratégias de prevenção e resposta e fortalecer a comunicação institucional em situações de emergência.

A comissão
Em fevereiro de 2026, municípios da Zona da Mata de Minas Gerais, especialmente Juiz de Fora, registraram chuvas intensas que causaram danos à população e à infraestrutura local.

A comissão criada pela Câmara dos Deputados acompanha os danos causados pelas chuvas e discute medidas de apoio à população afetada.

Consequências das notícias falsas
Segundo Ana Pimentel, o enfrentamento dos efeitos das chuvas não depende apenas da reconstrução dos danos materiais, mas também da garantia de acesso a informações corretas.

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“A difusão de conteúdos enganosos pode dificultar ações de resgate, comprometer a atuação da Defesa Civil, desorientar a população quanto a rotas seguras, pontos de apoio e serviços disponíveis, além de agravar o medo, a insegurança e a desorganização social em momento de especial vulnerabilidade coletiva”, enumera a coordenadora.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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