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PF participa de fórum ambiental em Londres e destaca queda no desmatamento no Brasil

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Londres/ING – O diretor da Amazônia e Meio Ambiente da Polícia Federal, delegado Humberto Freire de Barros, e o adido policial federal na Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, delegado Rodrigo Morais Fernandes, participaram, entre os dias 1º e 5/6, do fórum Amazon Week, promovido pela Embaixada do Brasil no Reino Unido em parceria com a Escola de Estudos Africanos e Orientais (SOAS – University of London). O evento, realizado em Londres, é uma iniciativa coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores brasileiro.

Os policiais federais participaram do painel “Diálogos amazônicos: economia, desmatamento e justiça global”, que abordou, entre outros temas, o combate ao desmatamento e ao crime organizado na Amazônia, com a participação de representantes governamentais, acadêmicos e da sociedade civil.

O delegado Humberto Freire apresentou os resultados da redução do desmatamento na Amazônia Legal brasileira entre 2023 e 2025, na ordem de 50% de queda em relação ao ano de 2022 – o que despertou especial atenção, interesse e aprofundamento do debate entre os participantes.

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Também houve uma apresentação institucional da PF e das capacidades do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI Amazônia), que, coordenado pela Polícia Federal, reúne instituições parceiras como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a Força Nacional de Segurança Pública, oficiais de ligação dos países da PAN-Amazônia e dos estados da Amazônia Legal brasileira.

Reuniões

O diretor da Amazônia e Meio Ambiente e o adido policial federal participaram, ainda, de reuniões institucionais com integrantes do corpo diplomático da Embaixada do Brasil, bem como com representantes das áreas comercial e agrícola do Reino Unido, com foco na apresentação de soluções adotadas pelo Brasil para o enfrentamento do desmatamento, especialmente aquelas voltadas à recuperação ambiental e à viabilização de novas áreas de cultivo e pastagem de forma sustentável.

Em outra agenda, os representantes da PF se reuniram com integrantes da National Wildlife Crime Unit (NWCU), unidade policial britânica especializada no combate a crimes contra a fauna e a flora, entre outras instituições de proteção ambiental. Foram apresentadas as capacidades da DAMAZ/PF na repressão aos crimes ambientais para os representantes da UK Food & Drink Federation, entidade britânica responsável por direcionar os negócios envolvendo a indústria alimentícia do país.

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Por fim, reuniram-se com o chefe da unidade de repressão aos crimes ambientais da National Crime Agency (NCA), Lucius Atherton, ocasião em que foram apresentadas as capacidades da agência para combater o tráfico de animais silvestres e crimes relacionados à flora no Reino Unido e discutidas as oportunidades de cooperação entre as agências britânica e brasileira.

Os eventos possibilitaram a apresentação da ampla capacidade da DAMAZ/PF e das Delegacias de Meio Ambiente da Polícia Federal em combater o desmatamento ilegal e os crimes ambientais no Brasil, bem como a atuação estratégica no fortalecimento institucional da PF perante os parceiros europeus.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
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Fonte: Polícia Federal

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PF promove mais de 190 ações de repressão e prevenção no Maio Laranja e alcança mais de 18 mil pessoas

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Brasília/DF. A Polícia Federal realizou, ao longo do mês de maio, uma série de ações de repressão, prevenção e conscientização em referência ao Maio Laranja, campanha nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

No eixo repressivo, a instituição coordenou a Operação Nacional Proteção Integral IV, deflagrada de forma simultânea em todo o país e realizada em conjunto com as Polícias Civis estaduais. A operação alcançou todas as unidades da Federação, com o cumprimento de 157 mandados de busca e apreensão e 17 mandados de prisão preventiva, totalizando 174 ordens judiciais. A ação mobilizou 736 policiais e resultou em 44 prisões em flagrante, 13 prisões preventivas cumpridas, resgate de cinco vítimas e apreensão de dois menores.

As investigações que subsidiaram a operação tiveram origem em diferentes frentes de atuação, incluindo denúncias, monitoramento de redes de compartilhamento de arquivos, cooperação policial internacional e informações obtidas por meio do sistema RAPINA, ferramenta utilizada no enfrentamento aos crimes cibernéticos relacionados ao abuso sexual infantojuvenil.

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No campo educativo, a Coordenação de Repressão aos Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil promoveu cursos especializados voltados à formação de voluntários do Projeto Guardiões da Infância e à capacitação de policiais federais responsáveis por investigações da área. Também foi lançado o material educativo Guardiões da Infância em Cordel – Volume 2, destinado à orientação de famílias, educadores e responsáveis sobre os riscos presentes no ambiente digital e as formas de proteção de crianças e adolescentes.

Prevenção

No eixo preventivo, o destaque foi a atuação dos policiais federais voluntários do Projeto Guardiões da Infância. Mesmo atuando em áreas operacionais e investigativas distintas, esses servidores dedicaram parte de seu tempo à realização de palestras e ações socioeducativas voltadas à proteção de crianças e adolescentes. Durante o Maio Laranja, foram promovidas 187 atividades em 45 municípios de 15 estados, alcançando 18.263 pessoas entre estudantes, pais, responsáveis, educadores e integrantes da rede de proteção.

A mobilização demonstra a capilaridade do projeto e a importância da prevenção como ferramenta complementar às ações de investigação e repressão, contribuindo para ampliar o acesso à informação e fortalecer a proteção de crianças e adolescentes em diferentes regiões do país.

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Outro marco do período foi a implementação do Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, criado em cumprimento à legislação conhecida como ECA Digital. A nova estrutura será responsável pelo recebimento, validação e tratamento de comunicações relacionadas a conteúdos de aparente exploração sexual, sequestro e aliciamento de crianças e adolescentes identificados por provedores de serviços de tecnologia.

Ao longo do mês, a Polícia Federal atuou de forma integrada em ações de investigação, capacitação e prevenção, reunindo esforços de diferentes unidades e servidores em iniciativas voltadas à proteção de crianças e adolescentes e ao enfrentamento dos crimes relacionados ao abuso e à exploração sexual infantojuvenil.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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