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MMA abre inscrições para propostas de atividades no Pavilhão Brasil na COP17 da Desertificação

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) abre inscrições para propostas de atividades que vão compor a programação do Pavilhão Brasil na Blue Zone da 17ª Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (UNCCD, na sigla em inglês). O evento ocorre em Ulaanbaatar, na Mongólia, entre os dias 17 e 28 de agosto de 2026. As propostas poderão ser enviadas até 30 de junho de 2026. 

Leia aqui a chamada na íntegra. 

A exposição no Pavilhão Brasil é uma das formas de participação na programação da COP 17, aberta a organizações da sociedade civil, instituições de pesquisa, setor privado e demais atores interessados. O espaço está sob responsabilidade do MMA, em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e a ApexBrasil 

O local reunirá a comunidade brasileira e internacional para diálogos sobre gestão sustentável da terra, seca, resiliência climática, restauração de ecossistemas, justiça socioambiental, bioeconomia, povos e comunidades tradicionais, povos indígenas, gênero, juventude e cooperação Sul-Sul, entre outros temas da agenda da UNCCD, além de abrigar sessões de networking, celebração de atos e eventos culturais. 

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Como se inscrever 

Serão aceitas propostas de painéis, mesas-redondas, oficinas, sessões de networking, celebração de atos e eventos culturais. Painéis e mesas-redondas devem contar com um moderador e de três a cinco painelistas. As propostas devem ser submetidas via formulário de inscrições. 

Interessados devem indicar o tema, o formato e as instituições envolvidas como debatedoras e moderadoras, buscando ampliar a pluralidade das discussões e o equilíbrio de gênero. Serão valorizadas a presença de participantes internacionais e o alinhamento aos dias temáticos da Conferência, cuja programação pode ser consultada no site da UNCCD. 

Acesse aqui o formulário para envio de propostas. 

Os eventos no Pavilhão Brasil ocorrerão de 18 a 27 de agosto (com exceção do domingo, dia 23), das 10h às 18h. Cada atividade terá duração máxima de 60 minutos. 

A seleção de uma proposta para a programação no Pavilhão não substitui o credenciamento individual dos participantes junto à UNCCD, exigido para o acesso aos espaços da Conferência, cabendo a cada proponente providenciar esse credenciamento em tempo hábil. 

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Não haverá disponibilização de recursos públicos para apoiar a realização das atividades selecionadas. O resultado da seleção será publicado em 7 de julho de 2026, no site do MMA. 

Dúvidas devem ser encaminhadas para o e-mail: [email protected]. 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA 
[email protected] 
(61) 2028-1227/1051 
Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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MPA realiza seminário sobre Extensão Pesqueira Artesanal

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) realizou, nesta sexta-feira(4), o I Seminário Interno de Extensão Pesqueira Artesanal, com a finalidade de ampliar o debate sobre a realidade das mulheres pescadoras e marisqueiras. Com o tema “Mulheres Pescadoras: Autonomia, Igualdade e Sustentabilidade Ambiental”, o evento representou um momento de apresentação prévia dos resultados do Mapeamento Socioterritorial da Pesca Artesanal, realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

O seminário nasceu do Projeto Mulheres Pescadoras, desenvolvido pela Fiocruz, pelo MPA e pelo Ministério das Mulheres. O Mapeamento Socioterritorial da Pesca Artesanal aprofundou a análise em 52 municípios de atenção prioritária, distribuídos pelas cinco regiões do país: 18 no Norte, 10 no Sudeste, 6 no Sul e 3 no Centro-Oeste. Essa ação dialoga com o Programa Povos da Pesca Artesanal e teve como eixos estruturantes: Emergência Climática e Racismo Ambiental; Populações Tradicionais e Territórios; Segurança Alimentar, Epidemiologia e Saúde; e Economia Solidária e Cadeia Produtiva. 

De acordo com o secretário-executivo do MPA, Lázaro Medeiros, o evento traz para o centro do debate o tema das mulheres pescadoras. “É um tema que apresenta também um diálogo com quem vive de fato os territórios pesqueiros. Além disso, ele apresenta um mapeamento socioterritorial, apresentando com mais profundidade a realidade das comunidades”, destacou. 

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A pesquisadora da Fiocruz, Maria Juliana Correa, apontou a importância do seminário para dar visibilidade aos direitos sociais das mulheres pescadoras. “A gente sempre escutava das mulheres das águas a necessidade de um olhar específico para a saúde das pescadoras e marisqueiras, unindo o meio ambiente e a saúde nos territórios”, afirmou. 

O secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, destacou o objetivo do evento. “Encontros como esses criam caminhos para a construção do futuro da pesca artesanal do Brasil. Estamos aqui produzindo conhecimentos que serão transformados em políticas públicas”, afirmou. 

A pescadora sergipana, Arlene Costa, afirmou que são as mulheres as grandes guardiãs dos territórios. “Hoje enfrentamos diversas ameaças ambientais nos territórios e somos nós, as mulheres das águas, que preservamos e garantimos os recursos naturais para as próximas gerações”, disse. 

Para a coordenadora-geral de Assistência Técnica e Extensão Pesqueira do MPA, Lorena Abrahão, o mapeamento é fundamental para a construção de políticas públicas estruturantes para as mulheres das águas. “Mais do que retratar vulnerabilidades, os dados evidenciam a força organizativa e o protagonismo das mulheres que vivem da pesca em todo o Brasil”, finalizou. 

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O evento contou também com a presença da coordenadora-geral da Secretaria Nacional de Autonomia Econômica e Política de Cuidados do Ministério das Mulheres, Larissa Passos, e do secretário Nacional de Políticas de Ações Afirmativas e Combate e Superação do Racismo do Ministério da Igualdade Racial, Clédisson Geraldo dos Santos Júnior.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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