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MMA e PNUD divulgam resultados do Programa Brasileiro de Redução do Consumo de HFCs

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, apresentam terça-feira (30/6) das 9h30 às 12h, o balanço do Programa Brasileiro de Redução do Consumo de HFCs (Programa HFCs): Protocolo de Montreal em ação pelo clima na sede do MMA, em Brasília (DF). O programa integra a estratégia brasileira para a redução do consumo de hidrofluorcarbonos (HFCs) no período de 2026 a 2032.

Durante o evento, serão demonstrados os próximos passos e os êxitos a serem alcançados durante a primeira etapa do Programa HFCs. As ações em curso permitirão a redução de 10% o consumo de HFCs até 2029 e de 12% em 2032 em relação à linha de base em todo o país. Também serão expostos os projetos a serem implementados para a substituição dos gases, que possuem alto potencial de aquecimento global. A iniciativa marca um importante avanço na implementação dos compromissos assumidos pelo Brasil no âmbito da Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal, e reforça o compromisso do país com a adoção de tecnologias limpas e a mitigação da mudança do clima.

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Participam do encontro o secretário de Mudança do Clima, Aloisio Melo, a representante para programa no PNUD Brasil, Maristela Marques Baioni, o representante da UNIDO no Brasil, Clóvis Zapata, a coordenadora Geral de Gestão de Qualidade Ambiental do Ibama, Mariana Midori Nakashima e a coordenadora da Transformação Urbana na GIZ Brasil, Cecília Martins, além de representantes do setor privado, agências implementadoras parceiras, associações, instituições de ensino técnico e demais atores envolvidos na implementação do programa.

SERVIÇO

MMA e PNUD divulgam resultados do Programa Brasileiro de Redução do Consumo de HFCs

🗓️ Data: 30 de junho de 2026, terça-feira
⏰ Horário: 9h30 às 12h (horário de Brasília)
💻 Transmissão: https://youtube.com/live/gI4SONYnSyE?feature=share
🔗 Inscrição: https://forms.office.com/e/E66LzLBs2y
📍 Local: Auditório Ipê Amarelo – Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Brasília (DF)

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Inverno no Rio Grande do Sul exige manejo reforçado para proteger vacas leiteiras e manter a produtividade

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As condições climáticas do inverno no Rio Grande do Sul demandam atenção especial dos produtores de leite para preservar a saúde do rebanho e evitar impactos na produtividade. Apesar da boa adaptação das vacas da raça Holandesa às baixas temperaturas, a combinação de frio, vento e alta umidade representa um desafio importante para o manejo das propriedades leiteiras.

Segundo a superintendente técnica substituta da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Maíza Scheleski, o frio, por si só, não costuma comprometer o desempenho dos animais. Pelo contrário, as temperaturas mais amenas podem até favorecer a produção de leite.

“As vacas leiteiras da raça Holandesa toleram muito bem o frio, que pode inclusive contribuir para o conforto térmico e para a produção. O maior desafio durante o inverno gaúcho é a associação entre frio, vento e umidade, característica frequente nesta época do ano”, explica.

Umidade e barro aumentam riscos sanitários

Entre as principais recomendações para o período está a manutenção de ambientes secos e protegidos, especialmente após chuvas. A presença constante de barro e umidade favorece a proliferação de agentes causadores de doenças e pode comprometer diretamente o bem-estar animal.

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De acordo com a especialista, os impactos são observados principalmente na saúde dos cascos e na incidência de mastite, uma das enfermidades que mais geram prejuízos à atividade leiteira.

“É fundamental garantir que os animais tenham acesso a áreas secas e protegidas. O excesso de umidade aumenta significativamente os riscos de problemas nos cascos e favorece a ocorrência de mastite”, destaca.

Terneiras exigem atenção redobrada no inverno

As categorias mais jovens do rebanho também estão entre as mais vulneráveis às condições climáticas adversas. Durante o inverno, cresce a incidência de doenças respiratórias, tornando essencial a adoção de medidas preventivas.

Instalações limpas, camas secas, proteção contra correntes de vento e ambientes adequadamente manejados contribuem para reduzir os riscos sanitários e melhorar o desenvolvimento dos animais.

Segundo Maíza, o conforto das terneiras deve ser tratado como prioridade para minimizar perdas e garantir melhores índices produtivos no futuro.

Nutrição, conforto e sanidade são fundamentais

Além da infraestrutura adequada, fatores como alimentação balanceada, monitoramento sanitário e manejo eficiente continuam sendo determinantes para o desempenho do rebanho durante os meses mais frios do ano.

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A especialista ressalta que a combinação de boas práticas de manejo, nutrição adequada e atenção ao conforto animal permite que os produtores atravessem o inverno sem comprometer a produtividade da atividade leiteira.

Com planejamento e cuidados preventivos, é possível reduzir os efeitos das condições climáticas típicas do Sul do Brasil, preservar a saúde dos animais e manter a eficiência dos sistemas de produção de leite.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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