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Trilha Amazônia Atlântica passa a contar com 1.000 quilômetros totalmente sinalizados entre o Pará e o Maranhão

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A Trilha Amazônia Atlântica passa a contar com cerca de 1.000 quilômetros integralmente sinalizados, conectando o Parque Estadual do Utinga, em Belém (PA), ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (MA). O percurso reúne 19 unidades de conservação e atravessa 10 territórios quilombolas, percorrendo uma das regiões de maior riqueza socioambiental do país, onde a Floresta Amazônica encontra o Oceano Atlântico.

A conclusão da sinalização foi realizada por uma equipe de voluntários da trilha, com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela manutenção das marcações existentes e pela implantação da sinalização nos trechos que ainda não contavam com o sistema.

Com o trabalho concluído, a Trilha Amazônia Atlântica consolida-se como uma das maiores trilhas de longo curso totalmente sinalizadas da América Latina. A iniciativa fortalece a integração entre áreas protegidas, comunidades tradicionais e destinos turísticos dos estados do Pará e do Maranhão, além de estimular o turismo de natureza, a conservação da biodiversidade e a geração de renda para as populações locais.

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Durante a expedição, a equipe também apoiou o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses na sinalização da Travessia dos Lençóis, a mais nova trilha de longo curso da Rede Brasileira de Trilhas. Com isso, dois importantes percursos passam a estar totalmente sinalizados e disponíveis para uso público.

A Travessia dos Lençóis Maranhenses amplia as opções de visitação no parque e diversifica os roteiros disponíveis aos visitantes. O novo percurso proporciona uma experiência mais imersiva na paisagem e valoriza a cultura, a história e os modos de vida das comunidades que vivem na região, fortalecendo o turismo sustentável e o desenvolvimento local.

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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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