Cuiabá

Operação Cidade Limpa recolhe mais de 60 peças de publicidade irregular em avenida de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), realizou mais uma etapa da Operação Cidade Limpa, recolhendo mais de 60 peças de publicidade instaladas irregularmente em áreas públicas. A ação ocorreu no trecho que compreende a Avenida Engenheiro Itamar Marcondes Filho e a Rua Martim Pescador, do Parque Tia Nair até o Jardim Imperial.

As equipes de fiscalização encontraram placas, banners e outros materiais fixados em postes de iluminação, postes de sinalização, áreas verdes e até diretamente em árvores, prática que configura crime ambiental. Também foram identificados materiais abandonados em calçadas e terrenos, contribuindo para a poluição visual e o descarte irregular de resíduos.

De acordo com a secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, os responsáveis pelas publicidades irregulares identificadas durante a operação serão autuados conforme a legislação municipal. As penalidades variam de acordo com o tamanho da peça e começam em R$ 1,5 mil para anúncios com até cinco metros quadrados. “Qualquer publicidade instalada em área pública está sujeita à aplicação de multa, independentemente de notificação prévia. Os estabelecimentos que conseguimos identificar já começaram a ser autuados, e a ação de fiscalização terá continuidade na próxima semana”, afirmou Juliana.

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A diretora de Atividades Econômicas da Sorp, Claudia Borges Bertoldo, destacou que a publicidade irregular vai além da poluição visual e pode colocar em risco a segurança da população. Segundo ela, faixas instaladas sobre vias públicas podem cair e provocar acidentes, principalmente envolvendo motociclistas. Já placas e banners colocados em calçadas comprometem a mobilidade urbana, dificultando a circulação de pedestres, especialmente de pessoas com deficiência visual.

Outro problema observado durante a operação foi a instalação de materiais em postes de iluminação e de sinalização, prejudicando a visibilidade e a segurança no trânsito. As equipes também encontraram fios e arames antigos utilizados na fixação das peças, que representam risco de ferimentos à população. “Percebemos que muitas pessoas instalam a publicidade e depois simplesmente a abandonam. Com o tempo, um material vai sendo colocado sobre o outro, formando um excesso de informações visuais que prejudica motoristas e pedestres”, explicou a diretora.

A fiscalização também identificou casos em que empresas substituíram anúncios antigos e descartaram os materiais diretamente em calçadas e terrenos baldios. Além de causar sujeira, esses resíduos podem obstruir bocas de lobo e contribuir para alagamentos durante o período chuvoso.

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A Secretaria Municipal de Ordem Pública orienta que anúncios de venda ou locação de imóveis são permitidos apenas quando instalados no próprio imóvel anunciado, em formato de banner com dimensão máxima de um metro quadrado. A instalação desse tipo de material em postes, áreas públicas ou imóveis de terceiros é considerada irregular e passível de multa.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Prefeito Abilio Brunini se reúne com promotora do MPMT para alinhar ações contra ocupações irregulares

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, se reuniu nesta sexta-feira (28) com a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, para alinhar medidas destinadas à desocupação e proteção de áreas verdes nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot. O encontro contou também com a participação da secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da Prefeitura.

Durante a reunião, foram discutidas as ações de fiscalização e os procedimentos que vêm sendo adotados pelo Município para impedir o avanço de novas ocupações irregulares e preservar as áreas públicas. A atuação ocorre em conjunto com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), considerando as características ambientais e de segurança da região.

Parte das áreas ocupadas está inserida em Área de Preservação Permanente (APP) e possui nascente difusa. O local também é classificado pela Defesa Civil como área de alto risco, o que reforça a necessidade de medidas preventivas para evitar novas construções e proteger a população.

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A Prefeitura tem intensificado o monitoramento e as ações de fiscalização na região. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis que estavam em construção e ainda não eram ocupados. Na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas construídas irregularmente.

Segundo a secretária Juliana Palhares, as medidas adotadas pelo Município seguem as orientações discutidas com o Ministério Público e têm como objetivo garantir o cumprimento da legislação. A fiscalização identificou tanto construções associadas a famílias em situação de vulnerabilidade quanto edificações de grande porte e com padrão construtivo elevado.

“A Prefeitura continuará atuando de forma firme para impedir novas invasões, proteger as áreas públicas e garantir o cumprimento da legislação. O trabalho de monitoramento e fiscalização será mantido para evitar que novas construções sejam erguidas de forma irregular”, afirmou.

Para a promotora Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação integrada entre as instituições é fundamental para garantir a proteção das áreas e o cumprimento das normas urbanísticas e ambientais. “A atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental, com a adoção das medidas necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas e preservar os recursos ambientais existentes”, afirmou.

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O prefeito Abilio Brunini destacou a importância do diálogo institucional com o Ministério Público para fortalecer as ações do Município e assegurar uma atuação coordenada diante das ocupações. A Prefeitura seguirá acompanhando a situação e adotando as providências administrativas necessárias para preservar as áreas verdes e garantir a segurança da população.

O Ministério Público informou que continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais cabíveis para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas e assegurar a preservação ambiental.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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