Várzea Grande

Escola promove escuta ativa e alinha metas para o segundo semestre letivo

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A direção, a coordenação, os professores e os demais servidores da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Ednilson Francisco Kolling se reuniram para alinhar as ações do segundo semestre do ano letivo. Com o retorno das aulas após o recesso escolar, a equipe definiu ajustes no cronograma de atividades, projetos e serviços que serão desenvolvidos nos próximos meses.

“O objetivo da reunião foi promover a escuta ativa de todos os segmentos da escola e buscar estratégias para fortalecer o desenvolvimento da aprendizagem de cada aluno. O encontro também foi um momento de avaliar as metas alcançadas no primeiro semestre, além de definir as prioridades para os próximos meses”, destacou a diretora da unidade, Gonçalina Martins de Souza Lima.

A diretora ressaltou ainda que o retorno do recesso escolar exige um alinhamento pedagógico entre toda a equipe, garantindo que os profissionais sigam as mesmas diretrizes e objetivos para o restante do ano letivo.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, afirmou que o planejamento antecipado contribui para a organização das ações e fortalece o trabalho desenvolvido nas unidades escolares.

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“Mais do que organizar datas, atividades e projetos, esses encontros cumprem um papel fundamental: fortalecer a qualidade da educação oferecida pela Rede Municipal de Ensino”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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