Educação

MEC participa de abertura virtual de formação de moçambicanos

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Nove institutos federais receberão professores de Moçambique para uma formação técnica na área agrícola ao longo de um mês. A abertura do curso, que integra a Ação Simplificada para o Fortalecimento da Educação Profissional e Tecnológica de Moçambique (Bramotec), aconteceu nesta segunda-feira, 14 de setembro, em formato virtual. 

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marcelo Bregagnoli, enfatizou a relação consolidada e de aprendizado mútuo entre Brasil e Moçambique, destacando que a formação vai além de competências e habilidades, incluindo os princípios de cidadania. 

“São dez anos de cooperação entre os dois países. Essa relação demonstra a valorização da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil e em Moçambique, que veem a EPT como essencial no processo de desenvolvimento socioeconômico”, afirmou Bregagnoli. 

O secretário de Estado do Ensino Técnico-Profissional de Moçambique, Leo Jamal, ressaltou a importância de uma cooperação orientada para resultados e transferências efetivas de conhecimento e tecnologia, como a estabelecida entre os dois países – facilitada por suas raízes e afinidades histórica, cultural e linguística entre os povos.  

“Essa parceria ganha um significado maior, pois a aproximação das instituições profissionais e a experiência em torno de uma missão comum forma pessoas capazes de transformar o conhecimento em produção, produtividade, emprego, rendimento e bem-estar para as nossas comunidades”, disse Jamal. 

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Participação – Também compuseram a mesa de abertura a vice-presidente de Relações Institucionais do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Veruska Machado, também reitora do Instituto Federal de Brasília (IFB); e o Chefe de Cooperação da Embaixada do Brasil em Moçambique, Gaetan Isaac Maria. 

Histórico – A cooperação se iniciou em 2017 e, desde então, foram capacitados mais de 2 mil formadores das áreas de ciências agrárias, construção civil e design de interiores. Neste ano, 80 professores da área de ciências agrárias, vindos de 40 instituições de Moçambique, estão envolvidos no projeto. 

A Bramotec é uma iniciativa desenvolvida no âmbito da cooperação técnica entre Brasil e Moçambique, com o objetivo de reunir a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (RFEPCT), o Conif, a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e Técnico-Profissional de Moçambique (MCTESTP). 

O objetivo da ação coordenada pelo MEC, que teve cooperação renovada este ano, é fortalecer as capacidades institucionais e técnicas das instituições de ensino profissional moçambicanas, ampliar a qualificação de seus formadores e consolidar uma parceria internacional pautada pelos princípios da cooperação Sul-Sul, além da troca de conhecimentos e do desenvolvimento da EPT nos dois países. A iniciativa também visa à qualificação de profissionais que atuam na formação de estudantes e trabalhadores da área agrícola. 

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Curso – Os participantes cumprirão uma carga de 140 horas de curso, composta por atividades de formação online, no período de 14 a 22 de setembro; e aulas presenciais, no período de 27 de setembro a 29 de outubro. Os módulos abrangem temas como metodologia de ensino, mecanização agrícola, sistemas de irrigação, análise de solos, entre outros assuntos importantes para a prática da agricultura sustentável. 

No Brasil, as aulas acontecerão nos campi Porto Grande, do Instituto Federal do Amapá (Ifap); Nova Andradina e Ponta Porã (IFMS); Marabá Rural (Ifpa); Sousa (IF Sertão-PB); Guanambi (IF Baiano); Bom Jesus do Itabapoana e Cambuci (IFF); Morrinhos (IF Goiano); Rio Pomba e Barbacena (IF Sudeste-MG); e Inconfidentes, Machado e Muzambinho (IFSULDEMINAS). 

Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação (MEC), com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Campus Maricá do IFF oferece formação sobre Direitos de Meninas e Mulheres

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O Campus Maricá do Instituto Federal Fluminense (IFF) está com inscrições abertas para vagas remanescentes do curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) em Educação em Direitos Humanos: direitos de meninas e mulheres. A formação acontece no âmbito da Rede Nacional de Formação de Profissionais da Educação (Renafor), da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC).  

São 186 vagas remanescentes, conforme as regras estabelecidas no edital. A formação é gratuita, será realizada na modalidade de educação a distância (EaD) e terá 120 horas, com atividades entre setembro e dezembro de 2026. As inscrições podem ser realizadas até 17 de setembro de 2026, por meio de formulário on-line. 

O curso tem como objetivo criar oportunidades para educadores das redes municipal, estadual e federal ampliarem sua formação político-pedagógica e atuarem como agentes multiplicadores de um ensino comprometido com a inclusão e a equidade na aprendizagem dos estudantes. A formação também busca contribuir para a capacitação em políticas e práticas de equidade e direitos humanos, com ênfase nos direitos de meninas e mulheres. 

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Ainda que a formação, a princípio, seja voltada apenas a profissionais da educação, a seleção foi ampliada e jovens com 18 anos ou mais, mesmo que ainda estejam cursando ensino médio ou uma graduação, também poderão se inscrever para as vagas remanescentes. 

EducaDH – As formações ocorrem no âmbito da Política Nacional de Educação em Direitos Humanos nas Instituições de Ensino (EducaDH), que articula os entes federados para a implementação de ações de educação em direitos humanos. Seu objetivo é fortalecer as capacidades institucionais e práticas pedagógicas que assegurem a valorização da diversidade e o respeito aos direitos humanos, com especial atenção ao enfrentamento do preconceito, da discriminação e da violência nas instituições públicas de ensino de educação básica e de educação superior. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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