O Dia da Família comemorado neste domingo, 08 de dezembro, nos convida a refletir como a família sempre foi, e sempre será, a base de nossa sociedade. A união familiar é um dos maiores alicerces para a construção de um futuro mais próspero e harmonioso. Como primeira-dama de Mato Grosso, tenho a honra e a responsabilidade de representar, apoiar e incentivar o fortalecimento dessas estruturas tão fundamentais.
Para mim, a família não é apenas um conceito; ela é a verdadeira essência da nossa vida. Ela reflete os valores que formam a base de tudo o que somos e do que buscamos alcançar. Em cada gesto de carinho, em cada momento de superação, em cada sorriso compartilhado, há a certeza de que as famílias mato-grossenses são o maior tesouro que nosso Estado possui. É por elas que trabalhamos incansavelmente.
O compromisso do governador Mauro Mendes e o meu é com o bem-estar de cada uma das famílias de nosso querido Mato Grosso. Juntos, entendemos que a união e a promoção do bem-estar familiar são fundamentais para o fortalecimento de nossa sociedade. Por isso, idealizei o programa SER Família, que busca proporcionar a cada família mato-grossense mais qualidade de vida, apoio e, acima de tudo, a oportunidade de crescer com dignidade, respeito e esperança.
O programa SER Família se baseia em três pilares essenciais: Superação, Esperança e Respeito. Esses valores são essenciais para a construção de uma sociedade mais justa, onde todos, sem exceção, possam ter a oportunidade de viver com qualidade, prosperar e desenvolver. Cada um desses pilares reflete nosso compromisso com as famílias, garantindo que elas recebam o suporte necessário para superar desafios, encontrar esperança em tempos difíceis.
Junto com o governador Mauro Mendes, temos o privilégio de trabalhar todos os dias para que nossas ações cheguem até cada família, levando com elas a certeza de que estamos juntos na luta por um futuro melhor. Um futuro em que as famílias possam viver em harmonia, com segurança, saúde, educação de qualidade e oportunidades para todos.
A cada passo que damos, temos em mente a importância de fortalecer os vínculos familiares, pois sabemos que uma sociedade que cuida de sua base, que é a família, é uma sociedade mais justa e próspera. Vamos seguir trabalhando para que todas as famílias de Mato Grosso possam continuar a sonhar e a construir um futuro de superação, esperança e respeito.
Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.
De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.
A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.
Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.
Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.
Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.
A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos.
Ameaças envolvendo imagens íntimas O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.
Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.
A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.
“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.
Relatos sobre outras mulheres
Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.
Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.
A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.
Medo e pedido de Justiça
A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.
Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.
A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.
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