Mato Grosso

A Proclamação da República e a Luta por Direitos e Inclusão

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Temos um compromisso com o futuro de Mato Grosso. O 15 de novembro é, para todos nós, uma data de grande importância, não apenas pela sua relevância histórica, mas também pelo simbolismo de renovação e transformação que carrega. Há 135 anos, o Brasil se despedia da monarquia e abraçava o regime republicano, mudando o rumo de nossa nação.

Essa mudança representou a busca por um novo modelo de governança, um sistema que, ao longo do tempo, tem sido marcado pela luta pela democracia, pelos direitos humanos e pelo fortalecimento das instituições sociais.

Como primeira-dama de Mato Grosso, me sinto profundamente conectada a essa data, não apenas pela carga histórica que ela carrega, mas também porque, como mulher, entendo a importância de continuarmos promovendo as pautas que buscam garantir direitos e oportunidades para todos, principalmente os grupos mais vulneráveis.

A Proclamação da República não apenas transformou o Brasil politicamente, mas também nos impulsionou a pensar em um país mais justo, mais igualitário e mais inclusivo.

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Em Mato Grosso, tenho o privilégio de, ao lado do governador Mauro Mendes, trabalhar em iniciativas que buscam elevar o estado a novos patamares, com foco na justiça social e na inclusão. A luta em defesa das mulheres, dos indígenas, das crianças e dos idosos é uma prioridade constante em nosso trabalho.

Com o programa SER Família, estamos levando as pessoas à superação, à esperança e ao respeito. Através de ações de apoio e políticas públicas, buscamos garantir que todos esses grupos sejam respeitados, ouvidos e tratados com a dignidade que merecem.

Virginia Mendes é economista, primeira-dama do Estado e voluntária nas ações de Governo.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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