Mato Grosso

Ação conjunta fiscaliza comércios após pessoas passarem mal ao ingerirem bebidas em Água Boa

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A Polícia Civil, em ação conjunta com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Vigilância Sanitária, realizou, nessa terça-feira (21.10), uma fiscalização em comércios de Água Boa e região dentro uma investigação que apura uma possível contaminação de bebidas alcoólicas no município.

A investigação teve início após a Polícia Civil ser acionada pela Vigilância Sanitária com a denúncia de que várias pessoas passaram mal logo após ingerirem bebidas alcoólicas, nos dias 11 e 14 de outubro. Uma das vítimas, inclusive, está internada em Goiânia (GO).

Diante da situação, a equipe da Delegacia de Água Boa iniciou as investigações, identificou o estabelecimento e, na segunda-feira (20.10), apreendeu um dos frascos da bebida suspeita de contaminação.

Em continuidade das investigações, nessa terça-feira (21.10), a Polícia Civil, a Politec e a Vigilância Sanitária realizaram uma ação conjunta de apreensão e fiscalização no estabelecimento comercial e identificaram várias garrafas falsificadas, que foram apreendidas para análise.

O gerente do estabelecimento foi encaminhado para a delegacia, onde foi ouvido. As amostras das bebidas foram encaminhadas para a Politec, em Cuiabá, que está realizando a análise técnica do material.

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“Ainda não há a confirmação de que seja Metanol, essa análise técnica vai ser realizada pela Politec, em Cuiabá, vai demorar ao menos uma semana para sair o resultado”, informou o delegado Bruno Gomes Borges, de Água Boa, responsável pela investigação do caso.

Também foram realizadas ações em estabelecimentos comerciais em cidades vizinhas, onde foram encontradas garrafas do mesmo whisky falsificado, que foram apreendidas.

“A Polícia Civil aguarda o resultado da perícia, as vítimas serão ouvidas e os prontuários médicos serão analisados para dar prosseguimento às investigações”, finalizou o delegado Bruno.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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