Mato Grosso

Ação integrada prende mulher com tablete e porções de maconha em Sorriso

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Equipes da Polícia Militar, com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (FICCO-MT), prenderam uma mulher, de 27 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quinta-feira (26.12), em Sorriso. Com a suspeita, foram apreendidos um tablete e porções de substância análoga a maconha.

Conforme o boletim de ocorrência, a Polícia Militar recebeu informações da FICCO sobre uma mulher que estaria realizando a venda de drogas. As equipes militares do 12º Batalhão e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) iniciaram diligências e se deslocaram até o endereço da suspeita em um conjunto de quitinetes.

No local, os policiais realizaram abordagem da mulher e identificaram que ela faz uso de tornozeleira eletrônica. Ao redor da casa, os militares também notaram um grande odor característico de droga, vindo da residência.

A suspeita foi questionada sobre a denúncia de tráfico de drogas e ficou bastante nervosa. Por fim, ela revelou que estava com entorpecentes dentro de sua casa e que o material seria de um homem, que não soube informar a identidade e que teria ordenado a ela que guardasse as drogas.

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Em buscas no local, os policiais encontraram um tablete grande e 14 porções de maconha, além de balanças de precisão e materiais utilizados para o tráfico de drogas.

Diante do flagrante, a mulher recebeu voz de prisão e foi conduzida para a delegacia da cidade para registro da ocorrência.

FICCO-MT

A Ficco-MT é uma força integrada e composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Polícia Militar e tem por objetivo a atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado em Mato Grosso.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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