Mato Grosso

Ações da Operação Lei Seca resultam na prisão de nove motoristas por embriaguez e 55 veículos removidos

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Em duas edições da Operação Lei Seca, realizadas simultaneamente em Cuiabá na madrugada desta sexta-feira (2.5), nove motoristas foram presos por embriaguez ao volante e 55 veículos foram removidos. As ações ocorreram nas avenidas Beira Rio, no bairro Grande Terceiro, e Tenente Coronel Duarte, no bairro Dom Aquino.

Na Avenida Beira Rio, foram aplicadas 38 multas, sendo 13 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, sete por dirigir sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), seis por conduzir sob efeito de álcool, cinco por recusa ao teste de alcoolemia e sete por outras infrações.

Nesse ponto, houve duas prisões por embriaguez ao volante, além de duas autuações por dirigir sem CNH e por entregar o veículo a pessoa não habilitada. Ao todo, 37 veículos foram fiscalizados, dos quais 24 foram autuados e 23 removidos (13 carros e 10 motos). Foram realizados 98 testes de alcoolemia.

Na Avenida Tenente Coronel Duarte, foram lavrados 56 autos de infração, sendo 19 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, 12 por dirigir sob efeito de álcool, 10 por recusa ao teste de alcoolemia, oito por conduzir sem possuir CNH e sete por outras infrações.

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Neste local, sete pessoas foram presas por embriaguez ao volante, uma delas com agravante por violar a suspensão ou a proibição do direito de dirigir. Também houve uma prisão por direção perigosa, associada à desobediência. Foram realizados 69 testes de alcoolemia, 67 veículos fiscalizados e 39 autuados. Além disso, foram removidos 28 carros e quatro motos.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nesta edição, foram empregadas equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Civil, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBM-MT), da Polícia Penal e do Sistema Socioeducativo.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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