Política Nacional

Acordo de cooperação técnica entre Brasil e Camboja vai ao Plenário do Senado

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O texto do acordo de cooperação técnica entre Brasil e Camboja, assinado em 2021, foi aprovado nesta terça (11) pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado (CRE).

Agora o projeto de decreto legislativo que trata do texto — o PDL 267/2023 — segue para votação no Plenário do Senado.

O acordo, que é constituído de 10 artigos, trata das seguintes questões:

  • mecanismos de cooperação trilateral (mediante parcerias com outros países, organizações internacionais e agências regionais);
  • forma de implementação dos projetos;
  • estrutura de governança, planejamento e acompanhamento da cooperação, bem como os mecanismos de transparência e proteção de dados;
  • apoio logístico ao pessoal técnico.

O projeto recebeu parecer favorável do senador Humberto Costa (PT-PE). Segundo ele, o acordo consolida um importante canal de diálogo e cooperação entre o Brasil e os países do sudeste asiático.

Além disso, o senador argumenta que a iniciativa contribui para ampliar a presença diplomática e institucional do Brasil em uma região que apresenta crescente relevância internacional.

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Seu parecer foi lido, nesta terça-feira, pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Paim pede ampliação do número de auditores fiscais do trabalho

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O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (12), pediu a ampliação do quadro de auditores fiscais do trabalho. O parlamentar afirmou que o déficit de profissionais compromete a fiscalização da legislação trabalhista e as ações de combate ao trabalho escravo e infantil e de prevenção de acidentes.

Segundo Paim, o país possui cerca de 2,6 mil auditores para mais de 103 milhões de trabalhadores. Ele citou dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para concluir que a cobertura da fiscalização brasileira está abaixo da registrada em países como Uruguai, Chile, Argentina e Colômbia.

— Sem auditores em campo, num país com profundas raízes escravistas, não há garantia de cumprimento da lei. Não há resgate de vidas vulneráveis. Não há redução do trabalho infantil. E não há prevenção real dos acidentes — disse.

O senador ressaltou que os auditores passaram a exercer novas atribuições nos últimos anos, entre elas a fiscalização da igualdade salarial entre homens e mulheres e de riscos psicossociais que possam afetar a saúde dos trabalhadores. Para Paim, o aumento das responsabilidades deve ser acompanhado pelo reforço do quadro de profissionais.

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Crescem os desafios, as demandas. O quadro de auditores no Brasil se mantém reduzido, tanto levando-se em conta a determinação da Convenção 81 da OIT, que tem status supralegal no ordenamento pátrio, quanto levando-se em conta outras comparações internacionais — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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