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Adrenalina espanta frio e torna Hopi Hari destino ideal em junho

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Montezum é uma das atrações radicais do Hopi Hari e está entre as maiores montanhas-russas de madeira do mundo
Reprodução/Hopi Hari

Montezum é uma das atrações radicais do Hopi Hari e está entre as maiores montanhas-russas de madeira do mundo

Junho é o mês que marca o início do inverno na região Sudeste do Brasil e em Vinhedo(SP), onde está localizado o Hopi Hari, as temperaturas costumam ser amenas, com médias entre 13 °C e 23 °C. Apesar do clima fresco, os visitantes ainda podem considerar o Hopi Hari como uma opção de aventura e conforto, visto que a temperatura do corpo pode aumentar naturalmente graças à adrenalina. E isso é o que não falta no maior parque temático de São Paulo

A explicação é científica: em momentos de emoção intensa, como durante quedas e giros em alta velocidade, o corpo libera adrenalina, ativando o sistema nervoso simpático. Esse processo faz com que os vasos sanguíneos contraírem para preservar calor, acelerando o metabolismo. Isso contribui diretamente para gerar calor interno e diminuir a sensação de frio temporariamente. 

Além disso, o aumento da frequência cardíaca e da respiração cria uma sensação de energia e euforia, que ajuda no esquecimento do frio. É por isso que junho se mostra um mês ideal para visitar o parque. Além do clima agradável, o período fora das férias escolares costuma ter menos filas, o que garante mais tempo para aproveitar todas as atrações. 


Adrenalina é o que não falta

E se a ideia for esquentar o corpo com fortes emoções, o Hopi Hari oferece experiências radicais que desafiam até os mais corajosos. Entre os destaques está a Ekatomb, um brinquedo clássico que gira os visitantes em diferentes direções a 16,5 metros de altura. Outro desafio é o Hadikali, skycoaster de 53 metros que simula um voo em queda livre a 120 km/h sobre o lago do parque. 

Já a Katapul, primeira montanha-russa de lançamento do Brasil, proporciona um disparo a mais de 85 km/h. O trajeto é completado em aproximadamente 30 segundos mas não ameniza quando o assunto é adrenalina: conta com dois loopings 360º no percurso, deixando os visitantes de ponta cabeça. 

E para quem quer sentir cada tranco e vibração, a Montezum, maior montanha-russa de madeira da América Latina, entrega emoção do começo ao fim com mais de mil metros de extensão e velocidade que pode passar os 100 km/h.

Ingressos com condições especiais

Durante essa temporada, o Hopi Hari está com preços promocionais e ingressos que podem ser parcelados em até 10x sem juros no site oficial. Para famílias e grupos de amigos, é possível obter até 20% de desconto acumulativo (clique aqui para conferir).

Fonte: Turismo

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Trilha Verde da Maria Fumaça valoriza patrimônio histórico, natureza e turismo de experiência em Minas Gerais

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Localizada em Minas Gerais, a Trilha Verde da Maria Fumaça é um destino para praticantes de caminhada, cicloturismo e turismo de natureza. Com 92 quilômetros de extensão, e duração média de três dias, o percurso ocupa parte do antigo ramal ferroviário que ligava Diamantina a Corinto e oferece aos visitantes uma experiência que combina patrimônio histórico, paisagens naturais e contato com comunidades locais.

Inserida nos vales dos rios Jequitinhonha e São Francisco, a trilha atravessa áreas da Serra do Espinhaço, reconhecida pela Unesco como Reserva da Biosfera. O trajeto percorre os biomas Cerrado e Mata Atlântica e revela cenários de campo rupestre, serras, rios, cachoeiras, formações geológicas, cavernas e sítios arqueológicos datados de 5 mil anos.

A rota também integra a trilha de longo curso Transespinhaço, em Minas Gerais. O percurso está dividido em quatro trechos: Diamantina–Barão, Barão–Conselheiro Mata, Conselheiro Mata–Rodeador e Rodeador–Monjolos. Ao longo do caminho, os visitantes encontram opções de alimentação, hospedagem e, em alguns casos, áreas para camping.

Entre os atrativos culturais estão a cidade histórica de Diamantina, reconhecida por seu patrimônio arquitetônico colonial e a culinária mineira, com destaque para a produção de queijos.

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A trilha passa pelos municípios de Diamantina, Datas, Gouveia e Monjolos e cruza áreas protegidas como as APAMs Barão e Capivara, em Gouveia, e APAM Monjolos, além de estar próxima ao Parque Estadual do Biribiri e ao Parque Nacional das Sempre-Vivas.

No Brasil, existem atualmente 246 trilhas de longo curso que passam por 327 Unidades de Conservação e somam mais de 25 mil quilômetros, ampliando as oportunidades para atividades ao ar livre e o turismo sustentável.

Por Isadora Lionço

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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