Agro News

Agenda pública da ministra Marina Silva – Quarta-feira, 12 de novembro

Publicado

(Agenda sujeita a modificações ao longo do dia)

9h – Painel “Paisagens sinérgicas para avançar soluções – um pacto pela integração entre as convenções do Rio”
📍Zona Azul, Pavilhão Florestas

10h50 – Painel de Alto Nível de Lideranças na COP30
📍Zona Azul, Pavilhão das Crianças e Juventudes

11h15 – Painel de Alto Nível “A implementação do Compromisso pelo Federalismo Climático no Brasil”
📍Zona Azul, Pavilhão Brasil, Auditório Sumaúma

14h – Painel no Pavilhão Temático da Presidência da COP – Arco da Restauração
📍Zona Azul, Sala Parnaíba

15h – Painel “Desafios para a implementação do Parágrafo 28 do GST: Iniciativas para a transição para longe dos combustíveis fósseis”
📍Zona Azul, Pavilhão Brasil, Auditório Cumaru

17h – Inauguração Pavilhão do Balanço Ético Global na Zona Azul 
📍Zona Azul, Pavilhão do Balanço Ético Global

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(Agenda subject to changes throughout the day)

9:00 a.m. – Panel: “Synergistic Landscapes to Advance Solutions – A Pact for the Integration between the Rio Conventions”
📍Blue Zone, Forests Pavilion

Leia mais:  Confinamento de bovinos deve crescer 5,7% em 2026 e reforça avanço da tecnologia na pecuária brasileira

10:50 a.m. – High-Level Leadership Panel at COP30
📍Blue Zone, Children and Youth Pavilion

11:15 a.m. – High-Level Panel: “Implementing the Commitment to Climate Federalism in Brazil”
📍Blue Zone, Brazil Pavilion, Sumaúma Room

2:00 p.m. – Panel at the COP Presidency Thematic Pavilion – Restoration Arch
📍Blue Zone, Parnaíba Room

3:00 p.m. – Panel “Challenges for the Implementation of Paragraph 28 of the GST: Initiatives for Transitioning Away From Fossil Fuels”
📍Blue Zone, Brazil Pavilion, Cumaru Room 

5:00 p.m. – Inauguration of the Global Ethical Stocktake (GES) Pavilion in the Blue Zone
📍Blue Zone, Global Ethical Stocktake Pavilion

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

Publicado

Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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