Economia

Alckmin destaca importância da indústria aeronáutica para o desenvolvimento

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, ressaltou, nesta sexta-feira (26), a importância da indústria aeronáutica para o desenvolvimento nacional. Em São Carlos (SP), Alckmin participou da inauguração do novo hangar da Latam, que contou com investimentos de R$ 40 milhões. 

“É um grande dia. São mais 300 empregos promovendo desenvolvimento da indústria aeronáutica, que é importantíssima”, destacou. Ele também celebrou o anúncio de compras de aeronaves da Embraer feito pela companhia aérea nesta semana.

“O anúncio da Latam de compra de 24 aviões da Embraer e a opção de compra de mais 50 fortalece a indústria nacional. E a Latam é um grande exemplo. Aqui temos o maior centro de manutenção da América do Sul, mais um hangar”, ressaltou o ministro após a visita ao novo espaço para manutenção, reparo e revisão das aeronaves da companhia e suas parceiras.

Alckmin contou que a construção do hangar é resultado de uma medida adotada em 2001, na época em que era governador de São Paulo, para ampliar a pista do aeroporto de São Carlos.

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“Há 24 anos, toda a manutenção dos Airbus era feita nos Estados Unidos, na França ou na Alemanha. Nós fizemos, como governador, o prolongamento da pista, que era o pedido da época. A LATAM cumpriu tudo, trouxe o centro de manutenção”, explicou o ministro.

De acordo com a companhia, com a nova estrutura, o Latam MRO passa a realizar as manutenções pesadas da frota do Boeing 787 das afiliadas do grupo, realizadas anteriormente fora do Brasil. O hangar também está preparado para pintura de aeronaves de grande porte e manutenção preventiva de Airbus 320.

“É emocionante ver São Carlos consolidada como um verdadeiro polo de desenvolvimento aeroespacial do Brasil, que, além da manutenção de excelência, abriga também a nossa Escola de Mecânicos e um histórico de inovação contínua”, afirmou o CEO da Latam Brasil, Jerome Cadier.

Foto : Cadu Gomes/VPR

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Faltam 5 dias para o encerramento da consulta pública do MDIC sobre produtos sustentáveis no Acordo Mercosul-UE

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), informa que a consulta pública que reúne contribuições para a elaboração de uma lista de produtos do Mercosul que contribuam para a conservação, recuperação, utilização e gestão sustentáveis das florestas e de outros ecossistemas vulneráveis entra em sua reta final. As manifestações podem ser enviadas até 2 de setembro de 2026.

A participação do setor produtivo, da academia, da sociedade civil e de outros segmentos é importante para identificar produtos da sociobiodiversidade e cadeias produtivas brasileiras que possam contribuir para os objetivos estabelecidos no Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

Os produtos que forem incluídos na lista poderão ter acesso preferencial ou adicional ao mercado da União Europeia, além de outros incentivos destinados à promoção de seu comércio. A consulta pública representa uma oportunidade para que a sociedade identifique produtos e cadeias produtivas que, por seus atributos de sustentabilidade, possam ampliar ainda mais os benefícios comerciais previstos no acordo.

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Oportunidade para o setor produtivo

Acesso ao mercado europeu: empresas, entidades e representantes de cadeias produtivas podem indicar produtos com potencial para integrar a lista prevista no acordo e acessar possíveis benefícios comerciais adicionais.

Valorização de produtos sustentáveis: as contribuições ajudam a identificar produtos da sociobiodiversidade e cadeias produtivas que associem produção e sustentabilidade e possam ganhar maior espaço no comércio com a União Europeia.

Participação na implementação do acordo: as manifestações contribuem para a construção da lista de produtos prevista no Acordo Mercosul-UE.

Como participar

As contribuições devem ser encaminhadas até 2 de setembro de 2026 pela plataforma oficial Brasil Participativo. A consulta pública é aberta ao setor produtivo, à academia, à sociedade civil e demais interessados.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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