Mato Grosso

Aldeia Lagoa Azul, em Canarana, recebe mutirão eleitoral nesta sexta (24)

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) instalará um posto de atendimento temporário na Aldeia Lagoa Azul, localizada no Parque Indígena do Xingu, município de Canarana (638 km de Cuiabá). A ação ocorre nesta sexta-feira (24.10), das 8h às 17h, e busca oferecer os serviços para as comunidades indígenas da aldeia e do entorno. O cartório da 31ª Zona Eleitoral estima atender entre 40 e 60 pessoas. 

 

Na iniciativa, serão ofertados os serviços eleitorais essenciais, como alistamento eleitoral (confecção do primeiro título), revisão de dados cadastrais, transferência, segunda via, emissão de guias para quitação de multas, regularização e, principalmente, a coleta biométrica. 

 

“É com imensa satisfação que a 31ª Zona Eleitoral dá mais um passo em seu papel estratégico de contribuir para que a Justiça Eleitoral se torne, a cada dia, mais inclusiva e presente em todo o território nacional. Pela primeira vez, estamos promovendo atendimento na Aldeia Lagoa Azul”, destacou o chefe de cartório, Fernando Vinicius Souza Rodrigues. 

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A aproximação entre as comunidades indígenas e a Justiça Eleitoral é um dos objetivos da iniciativa, promovendo mais inclusão e acessibilidade no exercício da cidadania. O mutirão também visa atingir a meta de 98% de cobertura biométrica no estado em 2025, conforme a campanha Biometria 100%. 

 

A 31ª Zona Eleitoral conta com 24.617 aptos a votar, em que 22.876 (92,93%) realizaram o cadastro e 1.741 (7,07%) não prestaram o serviço. Com um eleitorado de 17.068 pessoas, o município de Canarana ocupa a 51ª posição no ranking de cobertura biométrica de Mato Grosso. Deste montante, 95,08% já possuem o cadastro biométrico, correspondendo a 16.229 eleitores(as), enquanto 4,92% ainda não realizaram a coleta, o que equivale a 839 pessoas. 

 

Estrutura para cadastramento biométrico 

 

Quatro servidores do Cartório Eleitoral dispõem de toda a estrutura necessária para promover o atendimento às comunidades. A coleta biométrica vai além das impressões digitais, realizando também o cadastro de outros dados pessoais e a foto do eleitor ou da eleitora. Para isso, cada servidor tem à disposição um kit biométrico, que contém computador portátil, câmera digital, scanner para coletar a biometria, pad para assinatura digital e case para ambientação e transporte do equipamento. 

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Estagiária: Laís Guilherme (supervisão de Nara Assis)

Crédito da imagem: Site Migalhas

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra um panorama da região central do Parque Indígena do Xingu. Há um grande círculo de chão de terra batida, com uma estrada que segue em linha reta. Ali, estão concentradas construções indígenas. Ao redor, há uma floresta. 

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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