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Amaggi abre inscrições para Programa de Trainee 2026 com vagas em 12 cidades

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A Amaggi, uma das maiores empresas do agronegócio brasileiro, anunciou a abertura de inscrições para o seu novo Programa de Trainee 2026. A iniciativa busca formar jovens talentos para a área de originação, setor estratégico responsável pela compra de grãos.

Desenvolvimento e capacitação dos trainees

Os selecionados terão acesso a uma trilha completa de desenvolvimento, que inclui:

  • experiência prática em campo e nas operações da companhia;
  • acompanhamento e tutoria de profissionais experientes;
  • aplicação de assessment e feedbacks contínuos;
  • plano de desenvolvimento personalizado, com foco em competências técnicas e comportamentais.
Quem pode participar do processo seletivo

Podem se inscrever candidatos que tenham concluído a graduação há, no máximo, dois anos, ou estudantes com previsão de término até dezembro de 2025.

Entre os cursos aceitos estão:

  • Gestão do Agronegócio
  • Comércio Exterior
  • Administração
  • Engenharia de Produção
  • Economia
  • Ciências Contábeis
  • Matemática
  • Outros relacionados à área de gestão e negócios

Um currículo atualizado e bem estruturado é considerado essencial para se destacar no processo seletivo.

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Vagas em diferentes estados

As oportunidades estão distribuídas em cidades estratégicas para o agronegócio:

Mato Grosso: Nova Mutum, Pontes e Lacerda, Confresa, Lucas do Rio Verde, Água Boa, Tapurah e Alta Floresta

  • Rondônia: Cerejeiras
  • Goiás: Rio Verde
  • Pará: Paragominas
  • Paraná: Maringá e Pato Branco
Benefícios oferecidos pela Amaggi

Além de salário compatível com o mercado, os trainees contarão com um pacote de benefícios, que inclui:

  • participação nos lucros e resultados (PLR);
  • assistência médica e odontológica;
  • previdência privada;
  • seguro de vida;
  • vale-alimentação.
Inscrições abertas até setembro de 2025

As inscrições para o Programa de Trainee Amaggi 2026 estão abertas até o dia 30 de setembro de 2025.

Programa de Trainee 2026

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho pode perder o equivalente a 87 quilos de ureia por hectare

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Um estudo realizado durante duas safras de milho na Argentina mostrou que o uso de um inibidor de urease pode reduzir pela metade, ou até mais, a quantidade de nitrogênio perdida para a atmosfera depois da adubação. Nos ensaios, a ureia convencional perdeu até 20% do nutriente aplicado, enquanto a tratada com o inibidor limitou as perdas a, no máximo, 7%.

O trabalho foi conduzido em campo pelo Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (Inta), na região argentina de Paraná, nas temporadas 2024/25 e 2025/26. O objetivo era comparar o comportamento da ureia comum com o de uma formulação tratada para retardar a volatilização de amônia.

A volatilização ocorre quando parte do nitrogênio presente na ureia se transforma em amônia e escapa para a atmosfera. Isso significa que uma parcela do fertilizante comprado, transportado e distribuído na lavoura deixa de estar disponível para as raízes do milho.

A urease é uma enzima naturalmente presente no solo e responsável por acelerar a transformação da ureia. O inibidor desacelera esse processo durante alguns dias, ampliando a possibilidade de o fertilizante ser incorporado ao solo pela chuva e reduzindo sua exposição na superfície.

Para fazer a comparação, os pesquisadores aplicaram doses de 100 e 200 quilos de nitrogênio por hectare, além de manter uma área sem adubação. As aplicações foram realizadas após chuvas de 24 a 39 milímetros, quando o solo ainda estava úmido e apresentava condições favoráveis à volatilização. As perdas foram acompanhadas nos dias seguintes.

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A maior liberação de amônia pela ureia convencional ocorreu entre o segundo e o terceiro dia depois da aplicação. Na safra 2024/25, entre 14% e 15% do nitrogênio aplicado com essa fonte foi perdido. Com o inibidor, o índice caiu para uma faixa de 6% a 7%.

Na temporada 2025/26, a diferença aumentou. A ureia convencional perdeu entre 13% e 20% do nitrogênio, enquanto a formulação tratada ficou entre 5% e 6%. Os resultados mostram que o inibidor não elimina a volatilização, mas reduz de maneira significativa o volume desperdiçado em situações de maior risco.

Na prática, o prejuízo pode ser expressivo. Em uma adubação de 200 quilos de nitrogênio por hectare, uma perda de 20% representa 40 quilos do nutriente. Como a ureia contém aproximadamente 46% de nitrogênio, isso equivale a cerca de 87 quilos do fertilizante por hectare.

Com o inibidor, a perda observada na mesma dose corresponderia a aproximadamente 22 a 30 quilos de ureia por hectare. Na maior diferença registrada pelo estudo, o tratamento preservou o equivalente a cerca de 65 quilos de ureia em cada hectare.

Se a tonelada do fertilizante custar R$ 3 mil, apenas para ilustrar o tamanho econômico do problema, a perda máxima identificada no estudo corresponderia a R$ 261 por hectare. Em uma lavoura de mil hectares, o desperdício chegaria a R$ 261 mil. O uso do inibidor poderia preservar até R$ 196 mil desse valor, antes de descontar o custo adicional do tratamento.

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O estudo, entretanto, não encontrou diferença estatística de produtividade entre a ureia convencional e a tratada. Os rendimentos variaram de 5.277 a 11.915 quilos de milho por hectare e responderam principalmente à quantidade de nitrogênio aplicada.

Isso significa que conservar mais nitrogênio no solo não garante, isoladamente, uma colheita maior. A resposta do milho também depende da disponibilidade de água, da fertilidade, do potencial da lavoura e do equilíbrio com os demais nutrientes. O benefício imediato demonstrado pela pesquisa foi a redução do desperdício, e não um aumento comprovado da produtividade.

Os resultados também não significam que o inibidor será economicamente vantajoso em todas as aplicações. A decisão depende da diferença de preço entre as duas fontes, do risco de volatilização, das condições do solo e da possibilidade de chuva suficiente para incorporar a ureia depois da adubação.

Embora tenha sido realizado na Argentina, o estudo ajuda a dimensionar um problema enfrentado pelos produtores brasileiros. Ele mostra que, sob condições favoráveis à volatilização, o prejuízo não está apenas na eventual perda de rendimento da lavoura, mas no fertilizante pago pelo produtor que desaparece antes de cumprir sua função.

Fonte: Pensar Agro

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