Mato Grosso

“Apoio do Governo de MT é importante para alavancar o turismo no estado”, afirma empresário

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“O apoio institucional do Governo de Mato Grosso é muito importante para poder alavancar o turismo não só na minha região, mas em todo o Estado. A cada participação, é uma semente plantada e os frutos já estão aparecendo. A cada dia, há um aumento no fluxo de turismo em Chapadão dos Parecis”, afirmou o empresário de Campo Novo do Parecis, Ademar Laurindo Gomes.

Junto com empresários do trade turístico mato-grossense, Ademar participou, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), por meio da Secretaria Adjunta de Turismo, da BNT Mercosul, principal feira para promoção de destinos, serviços e atrativos turísticos do país. O evento, que reuniu cerca de 6.500 profissionais do setor turístico, consolidou-se como um dos principais encontros de negócios e capacitação do setor na América do Sul, e ocorreu em Santa Catarina, entre os dias 30 e 31 de maio.

Com um estande próprio, o Governo de Mato Grosso apresentou os principais atrativos turísticos do Estado, destacando destinos como o Pantanal, Chapada dos Guimarães, Chapadão dos Parecis e Araguaia. Empresários do trade turístico mato-grossense promoveram produtos e roteiros que valorizam a cultura, gastronomia e ecoturismo do Estado.

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A secretária adjunta de Turismo, Maria Letícia Arruda de Morais Costa, apontou a importância da participação do Estado em eventos como a BNT Mercosul para ampliar a visibilidade de Mato Grosso e atrair novos fluxos turísticos.

“Estar presente na BNT Mercosul é uma estratégia fundamental para posicionar Mato Grosso no mercado nacional e internacional. Nosso objetivo é mostrar aos agentes de viagens e operadores que o Estado tem uma oferta diversificada e estruturada, pronta para receber turistas que buscam natureza, cultura e aventura. É também uma oportunidade de fortalecer parcerias e impulsionar o desenvolvimento econômico por meio do turismo”, destacou Maria Letícia.

Durante os dois dias de evento, a equipe técnica da Secretaria Adjunta de Turismo realizou reuniões estratégicas com operadores de turismo, agentes de viagens e demais profissionais do setor, buscando ampliar a comercialização dos produtos turísticos mato-grossenses nos principais mercados emissores do Brasil e do Mercosul. Um evento de promoção foi realizado na noite do dia 30.

A BNT Mercosul 2025 contou com uma programação completa, incluindo feira de negócios, capacitação profissional, rodada de negócios e atividades sociais. O evento reuniu agentes de viagens, operadoras, destinos turísticos e empresas do setor, promovendo encontros estratégicos para fomentar o turismo nacional e internacional.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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