Política Nacional

Aprovada criação de 21 cargos de juiz no TRT

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (27) o projeto que cria 21 cargos de juiz do trabalho substituto no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 3ª Região, com sede em Belo Horizonte. O PL 2.875/2025, da Câmara dos Deputados, recebeu parecer favorável do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e segue para sanção presidencial.

Segundo o texto, os recursos financeiros necessários para custear os novos cargos serão provenientes das dotações orçamentárias do TRT da 3ª Região, já previstas no orçamento da União.

Para Pacheco, a criação dos cargos é justificada pelo aumento das demandas trabalhistas na justiça de primeiro e segundo graus. Para ele, a medida vai contribuir para garantir o amplo acesso da população à justiça trabalhista. “O projeto representa providência indispensável no sentido de permitir a adequada prestação da justiça trabalhista em todo o território de Minas Gerais sob a jurisdição do TRT da 3ª Região”, sustenta Pacheco no seu relatório.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Líderes da Câmara discutem fim da escala 6×1 e combate à misoginia

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) convocou reunião de líderes para esta terça-feira (16), às 14 horas, para discutir o Projeto de Lei 1838/26, que acaba com a escala de trabalho 6×1. Durante o encontro, o relator da proposta, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), deverá esclarecer pontos de seu parecer.

O texto, que fixa a duração normal do trabalho em até 40 horas semanais, é o item único da pauta do Plenário.

O projeto foi enviado pelo Poder Executivo com regime de urgência e tranca a pauta de votações do Plenário. “Com a apreciação da matéria, destravamos a pauta da Casa”, disse Motta em suas redes sociais.

Misoginia
Na mesma reunião, a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) apresentará aos líderes partidários os resultados do grupo de trabalho que discutiu medidas de combate à misoginia.

Ela é coordenadora do grupo que analisa o projeto de criminalização da misoginia (PL 896/2023).

“Devemos votar os dois projetos em Plenário ainda nesta semana”, adiantou o presidente da Câmara.

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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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