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Articulação de Chico Guarnieri destrava conclusão do Hospital Roosevelth Figueiredo Lira

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PRD) garantiu, junto ao governo do Estado, os recursos necessários para a finalização das obras do Hospital Roosevelth Figueiredo Lira, em Barra do Bugres. O projeto que está com 80% de execução, agora será concluído, trazendo à população, uma importante unidade hospitalar. A ordem de serviço já foi assinada e os trabalhos executados o quanto antes.

“Conversei com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e ele nos garantiu todos os recursos necessários, por parte da gestão estadual, para terminarmos esse hospital que é tão importante para nós e que eu tive a alegria de estar presente em sua criação. Agora, estamos trabalhando para termos essa unidade hospitalar em pleno funcionamento para atender a nossa população de Barra do Bugres e região”, afirmou o deputado estadual Chico Guarnieri, na quarta-feira (19.11), durante a assinatura do documento.

O parlamentar lembrou que, em 2001, uma lei de autoria do, então, deputado estadual Renê Barbour, autorizou a criação do Hospital Regional, em Barra do Bugres. À época, Chico Guarnieri era o presidente da Câmara de Vereadores do município. Porém, quase 20 anos depois, durante a pandemia da covid-19, a unidade hospitalar foi fechada. Em 2021, inclusive, ocorreu a revogação da lei que criou o hospital.

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A unidade hospitalar entrou em reforma e, em 2023, Chico Guarnieri conseguiu uma emenda parlamentar com o deputado federal José Medeiros (PL), no valor de R$ 26 milhões para equipar a unidade com o que há de mais moderno.

O responsável pela obra nesse momento será o Instituto Maria Schmitt (Imas). O presidente Walmiro Charão adiantou que a previsão é que já no início de 2026 a parte ambulatorial comece os atendimentos. A previsão para o funcionamento pleno do Hospital Roosevelth Figueiredo Lira é de 180 dias.

“Teremos aqui mais de 100 leitos, 10 Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e a nossa proposta é de um serviço complementar ao do Hospital Regional de Tangará da Serra”, explicou o secretário municipal de Saúde, Marcelo Lima.

Estiveram presentes na assinatura da ordem de serviço muitas autoridades de Barra do Bugres, entre elas: a prefeita Azenilda Pereira (Republicanos), o vice-prefeito, Arthurzão (PRD), o secretário de Administração, Carlos Luiz Pereira Neto, o presidente da Câmara Municipal, o vereador Júnior Chaveiro (PL), o parlamentar municipal Fábio Jamil de Arruda Almeida (PRTB), Professora Cleide (Republicanos), Alex Costa Aguiar (União), entre outras.

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“Esse é um sonho que vai se tornar realidade logo e agradeço o apoio que recebemos do nosso deputado estadual Chico Guarnieri por todo esse trabalho”, disse a prefeita Azenilda Pereira.

Fonte: ALMT – MT

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Lei cria semana de conscientização sobre deepfakes e pornografia não consensual em Mato Grosso

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A Lei nº 13.354/2026, que institui em Mato Grosso a Semana Estadual de Conscientização sobre Deepfakes e Combate à Pornografia Não Consensual por Meio Virtual foi sancionada pelo governo. A campanha será realizada anualmente na segunda semana de maio e tem como foco orientar a população sobre os riscos da manipulação de imagens por inteligência artificial, exposição íntima sem consentimento, crimes digitais e canais de denúncia.

A nova legislação foi originada de um projeto de lei da deputada Janaina Riva (MDB) e busca enfrentar uma forma de violência que tem se tornado cada vez mais presente na vida real das pessoas, principalmente de mulheres, adolescentes e jovens. Hoje, uma foto publicada em uma rede social pode ser manipulada por inteligência artificial e transformada em conteúdo sexual falso. A vítima, mesmo sem nunca ter produzido ou autorizado qualquer imagem íntima, pode ser exposta, chantageada, humilhada e violentada no ambiente virtual.

Na prática, a legislação busca levar informação para escolas, universidades, famílias, órgãos públicos e redes de atendimento. A proposta é ensinar o que são deepfakes, como identificá-los, quais danos podem causar, como agir diante de um caso, onde denunciar e quais medidas legais podem ser adotadas para proteger a vítima.

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Para Janaina, o avanço da tecnologia exige que o poder público também avance na proteção das pessoas.

“A violência contra a mulher e contra meninas não acontece mais apenas dentro de casa ou nas ruas. Ela também acontece no celular, nas redes sociais, nos grupos de mensagem, por meio de montagens, chantagens e exposições criminosas. Essa lei vem para dizer que a vítima não tem culpa, que existe caminho para denunciar e que o Estado precisa estar preparado para acolher e orientar. Essa legislaçâo nasceu de um debate que fizemos dentro do parlamente com alunos universitários e teve a contribuição direta deles”, afirmou a parlamentar.

Durante a Semana Estadual, o poder público poderá promover palestras, seminários, campanhas educativas, materiais informativos, capacitação de profissionais da educação, segurança pública e assistência social, além de ações de apoio psicológico e jurídico às vítimas. A lei também prevê parcerias com instituições de ensino, organizações da sociedade civil, empresas de tecnologia, Ministério Público, Defensoria Pública, Poder Judiciário, OAB e Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa.

A medida tem impacto direto na prevenção. Muitos adolescentes não sabem identificar manipulações digitais, não entendem os riscos de compartilhar imagens e, muitas vezes, não procuram ajuda por vergonha ou medo. Da mesma forma, famílias e escolas ainda têm dificuldade para lidar com esse tipo de violência, que pode destruir reputações, causar sofrimento psicológico e levar vítimas ao isolamento.

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Janaina destaca que a informação é uma das principais ferramentas de proteção.

“Quando uma jovem tem sua imagem manipulada ou exposta, ela não perde apenas a privacidade. Ela perde a paz, a segurança, a autoestima e, muitas vezes, a coragem de pedir ajuda. Por isso, precisamos falar sobre esse tema nas escolas, orientar as famílias, capacitar profissionais e divulgar os canais de denúncia”, disse.

A lei também reforça o papel da Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa na coordenação de debates, audiências públicas, seminários e campanhas educativas sobre identificação e prevenção de deepfakes e pornografia não consensual.

Para a deputada, Mato Grosso dá um passo importante ao reconhecer a violência digital como uma ameaça concreta à dignidade, à imagem e à vida das pessoas.

“O ambiente virtual não é terra sem lei. Quem usa tecnologia para violentar, constranger ou destruir a vida de alguém precisa ser responsabilizado. E quem é vítima precisa encontrar acolhimento, orientação e proteção”, completou Janaina.

Fonte: ALMT – MT

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