Política MT
Assembleia Legislativa celebra 190 anos da Polícia Militar com sessão especial
Publicado
8 de setembro de 2025, 14:29
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou, nesta segunda-feira (8), uma sessão especial proposta pelo presidente da Casa, deputado Max Russi (PSB), para celebrar os 190 anos de fundação da Polícia Militar do Estado. O evento reuniu autoridades civis e militares no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour e contou com a entrega de mais de 70 comendas, títulos e moções de aplausos a policiais militares que contribuíram para a segurança pública.
Entre as homenagens, destacou-se a entrega da Comenda Filinto Müller, a mais alta honraria concedida pelo Legislativo estadual, ao coronel César Roveri. Também foram outorgadas a Comenda Marechal Cândido Rondon e o Título de Cidadão Mato-Grossense a militares que se destacaram em suas trajetórias, como os coronéis José Nildo de Oliveira, Noelson Carlos Silva Dias, e o tenente-coronel Thiago Braz de Oliveira.
Além deles, outros policiais militares receberam moções de aplausos, reconhecendo o trabalho desempenhado em diversas regiões do estado. O comandante-geral da corporação, coronel Claudio Tinoco, agradeceu a homenagem e reforçou a importância da parceria entre a Polícia Militar e a Assembleia Legislativa. Segundo ele, o apoio do Parlamento estadual é fundamental para fortalecer as ações da corporação.
Durante a sessão especial, o deputado Wilson Santos (PSD) destacou a relevância histórica e social da Polícia Militar, ressaltando que a corporação representa o próprio Estado em sua essência, com virtudes e desafios. Ele enfatizou a necessidade de aprender com os 190 anos de trajetória, mas sobretudo de projetar o futuro de uma polícia cada vez mais técnica, instrumentalizada e próxima da comunidade.
Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
“A Polícia Militar foi criada no mesmo ano da Assembleia Legislativa, em 1835, constitui, ao lado do Parlamento e de outras carreiras de Estado, um pilar fundamental na construção de Mato Grosso, devendo ser vista não como uma instituição a ser temida, mas respeitada pelo seu papel de garantir paz, ordem e segurança à sociedade”, afirmou Santos.
O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Cláudio Fernando Tinoco, destacou que a instituição soma 190 anos de dedicação e compromisso, marcada pela entrega de homens e mulheres que, mesmo diante de riscos e perigos, deixaram suas famílias para proteger a sociedade mato-grossense.
Ele ressaltou que a PM está em todos os municípios do estado, garantindo segurança para que Mato Grosso se consolidasse como potência nacional na produção agrícola e na exportação de grãos. “A Operação Tolerância Zero tem garantido resultados expressivos, com redução de quase 30% nos homicídios e mais de 40% nos roubos e furtos, além de assegurar segurança jurídica no campo, coibindo ocupações ilegais e fortalecendo o ambiente de desenvolvimento econômico”, explicou Tinoco.
O secretário de Segurança Pública, coronel César Augusto Roveri, afirmou durante a sessão a relevância histórica da Polícia Militar, que nasceu praticamente junto com a Assembleia Legislativa, ambas garantindo os direitos constitucionais da população desde 1835.
Roveri ressaltou o apoio do governador Mauro Mendes e do vice-governador Otaviano Pivetta nos investimentos realizados na segurança pública, além de citar a aprovação de leis que ampliaram vagas de promoção dentro da carreira militar, beneficiando subtenentes e sargentos.
“Em dezembro será encaminhado à Assembleia Legislativa um novo projeto de lei para a promoção de 1.200 soldados da Polícia Militar e mais de 300 soldados do Corpo de Bombeiros, reforçando que nenhum profissional das forças de segurança será deixado para trás”, anunciou Roveri.
Durante a sessão solene, o deputado Wilson Santos leu o discurso do presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), que está em viagem, destacando os 190 anos de história da Polícia Militar de Mato Grosso. No texto, Russi ressaltou que a corporação se consolidou como referência em disciplina, coragem e compromisso com a vida, lembrando que, além das homenagens, a semana foi marcada pela promoção de 980 policiais, entre praças e oficiais, fortalecendo a liderança da instituição.
No discurso, Russi frisou o papel da Assembleia Legislativa na valorização da “tropa” e na modernização da estrutura de segurança, reforçando a importância de unir esforços contra os desafios do crime organizado, que se reinventa constantemente. “O enfrentamento às facções, ao tráfico de drogas, ao contrabando e à lavagem de dinheiro exige não apenas força, mas também inteligência, tecnologia e integração entre os Estados, área em que a Polícia Militar de Mato Grosso tem se mostrado protagonista”, disse Russi.
O coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Ottoni Cézar Castro Soares, afirmou a importância da instituição como promotora da paz social e garantidora de direitos fundamentais, como liberdade, igualdade, justiça e ordem pública. Segundo ele, a formação dos policiais exige preparo diferenciado, pois esses profissionais são chamados justamente quando outras instâncias, como a família, a igreja e os grupos sociais, falham.
“Nos momentos de tensão e desequilíbrio é essencial que o policial militar demonstre equilíbrio emocional e siga protocolos adequados para restabelecer a harmonia”. Com quase três décadas de carreira, Ottoni afirmou que levará consigo amizades, aprendizados e uma nova forma de enxergar a sociedade. Ao receber o título de cidadão mato-grossense, ele enfatizou seu vínculo com o estado, onde vive desde 1985 e aprendeu a valorizar a dedicação de um povo trabalhador e de bem.
Criação da PMMT – Polícia Militar de Mato Grosso teve sua origem em 31 de agosto de 1835, quando a Comissão das Câmaras apresentou o projeto que previa a criação de uma companhia provisória de “Homens do Mato”. O texto foi deliberado como Projeto nº 49 e aprovado em 3 de setembro do mesmo ano, sendo oficializado pela Lei Provincial nº 30, publicada em 5 de setembro de 1835, data que passou a ser reconhecida como marco da fundação da instituição.
A Comenda Filinto Müller
Coronel PM – César Augusto de Camargo Roveri
Outorga Marechal Cândido Rondon:
Coronel José Nildo de Oliveira
Coronel Noelson Carlos Silva Dias
Tenente-Coronel PM Marion Silva Metello
Tenente-Coronel Thiago Braz de Oliveira
Tenente-Coronel Thiago Vinícius Pinheiro da Silva
Outorga de Título de Cidadão Mato-Grossense
Coronel Ottoni Cézar Castro Soares
Moções de Aplausos
Cel. PM Cláudio Fernando Carneiro Tinoco – Comandante Geral PMMT
Cel. PM André Willian Dorileo – Comandante Adjunto da PM
Ten. Cel. PM Adão Cesar Rodrigues Silva – 6º CR
1º Sgt. PM Admilson Duarte de Oliveira – 7° CR
Sub Ten. PM Alessandro Ramos de Moura – 2º CR
Ten. Cel. PM Anderson Luiz do Prado – 12º CR
2º Sgt. PM André Luiz Ferreira de Souza – CPE
Sub Ten. PM Antônio Vieira de Abreu Filho – CPE
Ten. Cel. PM Breno Chaves Nogueira Comandante do 4º BPM
Sold. PM Carlos Richeli Guimarães Escola Tiradentes de Diamantino
Sub Ten. PM Christian Eduardo Pereira – 4º CR
Cap. PM Cláudia Regina de Souza Gabinete do Comandante-Geral (QCG)
3º Sgt. PM Cleia Costa Monteiro – 9º CR
1º Sgt. PM Clélio Luiz Oliveira 27ª CIPM de Confresa
3º Sgt. PM Daniel Francis Dionezio – 15º CR
Sub Ten. PM Edenil Bosco Soares de Paula – 7º CR
3º Sgt. PM Edilaine Donini Duarte – 13º CR
Sub Ten. PM Edinaldo Marques de Oliveira – 15º CR
2º Sgt. PM Ediney dos Santos Barbosa – 6º CR – NPM de Curvelândia
Ten. Cel. PM Edylson Figueiredo Pintel – 3º CR
Sub Ten. PM Eldione Luz Silva – 5º CR
Cel. PM Fábio Luiz Bastos – 11º CR
Ten. Cel. PM Fábio Mota de Souza – 15º CR
Sub Ten. PM Geraldo Arquaz Neto – 14º CR – 26º BPM de Nova Mutum
Ten. Cel. PM Gibson Almeida Costa Júnior – 5º CR
Cel. PM Grasielle Paes Silva Bugalho – 4º CR
Ten. Cel. PM Gyancarlos Paglyneari Cabelho – 13º CR
1º Sgt. PM Halan Coelho da Silva – 11º CR
Sub Ten. PM Hélio Borba de Castro Júnior – 10º CR – 27ª CIPM de Confresa
Ten. Cel. PM Hender Ulisses da Silva – 8º CR
Sold. PM Herivan Batista Boa Morte – 11º CR
Cel. PM Januário Antônio Edwiges Batista – 2º CR
3º Sgt. PM Jaqueline Dourado Domingues Gabinete do Comandante-Geral Adjunto (QCG)
Sd. PM Jefferson Vitor Santos Ribeiro – 14º CR
1º Sgt. PM Joemil Almeida Santana – 14º CR
2º Sgt. PM Jonatas Vieira da Silva Gabinete do Subchefe do Estado-Maior (QCG)
2º Sgt. PM Kláristton da Cruz Souza – 10º CR
2º Sgt. PM Kleia Silva Magalhães – 5º CR
Cabo PM Leislhe Patricia Rodrigues de Souza – Gabinete do Comandante
Maj. PM Maíla Ferreira Barbosa – Gabinete do Comandante-Geral (QCG)
2º Sgt. PM Mariano Neto de Souza 10º CR
3º Sgt. PM Marineia Eterna de Oliveira – 3º CR
3º Sgt. PM Maurílio Amercino Rocha Filho – 12º CR
Ten. Cel. PM Murilo Franco de Miranda – 7º CR
Sd. PM Nayara Rodrigues Belo – 1º CR – Força Tática Cuiabá
Ten. Cel. PM Oswaldo Marins Rabelo – 9º CR
Cel. PM Paulo Cesar da Silva – 1º CR
Ten. Cel. PM Paulo Jailson Sechi de Ávila – 14º CR
1º Sgt. PM Paulo Severino Duarte – 8º CR
2º Sgt. PM Renato Alves de Matos – 13º CR
3º Sgt. PM Rodolfo Castrão Clemente – 3º CR
Cel. PM Ronaldo Roque da Silva – CPE Geral (QCG)
3º Sgt. PM Ronilson Morais da Cruz – 12º CR
Ten. Cel. PM Roosevelth Fabiano Oliveira Escolástico – 10º CR
Sub Ten. PM Rosana Domingas Prado – CR
Ten. Cel. PM Sávio Pellegrini Monteiro – Comandante do 3º BPM
Cb. PM Shirlene Costa de Araújo – 1º CR
2º Sgt. PM Walmir César Dias de Moura – 6º CR
3º Sgt. PM Wanderleia Pereira da Silva – 8º CR
Sub Ten. PM Wanderley Campos Pereira – 6º CR
Cabo. PM Welder Douglas Grutka da Purificação – 9º CR
1º Sgt. PM Weliton Divino de Almeida – 1º CR
2º Sgt. PM Wellington Santos da Silva – 4º CR
Sgt. PM Willian Vagner de Souza Silva – Comando-Geral
Maj. PM Wladia Maria Maia Oliveira Monteiro – Diretoria de Planejamento, Orçamento e Finanças (QCG).
Fonte: ALMT – MT
Política MT
Comissão Especial da ALMT reúne lideranças religiosas e autoridades para ampliar proteção às mulheres
Publicado
8 de junho de 2026, 20:59
A proteção às mulheres vítimas de violência depende da atuação integrada de diferentes setores da sociedade. Com esse propósito, a Comissão Especial de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou, nesta segunda-feira (8), sua 4ª reunião de trabalho, reunindo representantes das igrejas, do governo, das forças de segurança e do Poder Legislativo para debater o papel das lideranças religiosas no acolhimento, na orientação e no encaminhamento de mulheres em situação de violência.
A reunião foi presidida pelo deputado estadual Gilberto Cattani (PL) e contou com a relatoria do deputado estadual Carlos Avallone (PSDB). Participaram do debate o padre Pedro Faustino, o pastor Gutto Martins Neves, a delegada Mariell Antonini, chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência Doméstica do Estado de Mato Grosso, a tenente-coronel Ludmila Eickhoff, coordenadora de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar de Mato Grosso, e a vereadora Maria Avallone (PSDB), procuradora especial da mulher da Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal de Cuiabá (PEM).
Na abertura dos trabalhos, Carlos Avallone apresentou as ações desenvolvidas pela Procuradoria Especial da Mulher da ALMT, destacando a ampliação da rede de proteção às mulheres em Mato Grosso. Segundo ele, já foram implantadas 46 Procuradorias da Mulher nos municípios e outras oito estão em processo de implantação. O parlamentar também apresentou os resultados da Rota do Respeito 2026, projeto voltado à educação, conscientização e prevenção das violências contra mulheres e meninas, que já alcançou mais de duas mil mulheres em oito municípios do estado.
“Estamos chegando à fase final da comissão. O relatório será construído com a contribuição de todas as pessoas que ouvimos ao longo dessas reuniões para que possamos consolidar propostas que auxiliem no enfrentamento à violência contra as mulheres”, afirmou Avallone.
A coordenadora de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar, tenente-coronel Ludmila Eickhoff destacou que o enfrentamento à violência doméstica exige informação, prevenção e mudança cultural.
Ela explicou que a corporação está ampliando as capacitações dos policiais e desenvolvendo uma nova estratégia de acompanhamento dos agressores. A iniciativa inclui visitas realizadas por equipes especializadas da PM para orientar homens que receberam medidas protetivas.
“Muitas vezes o agressor recebe a medida protetiva por aplicativo e sequer compreende o que ela significa. Estamos realizando visitas para explicar as consequências do descumprimento da medida e também mostrar quais são os caminhos legais que ele pode seguir, sem procurar a vítima”, explicou.
Ludmila ressaltou ainda que o combate à violência não pode ser direcionado apenas às mulheres. “Precisamos parar de falar somente com as mulheres. Temos que falar com os homens também. Muitos não se identificam como agressores porque entendem que são trabalhadores, pais de família e provedores. Precisamos mostrar que ser trabalhador não autoriza ninguém a ser violento”, afirmou.
A comandante destacou que a PM realizou centenas de palestras educativas nos últimos anos, alcançando milhares de pessoas, inclusive em igrejas e comunidades religiosas.
Durante o debate, Cattani reforçou a importância de envolver os homens nas estratégias de prevenção. “O homem não é um agressor em potencial. O homem é um protetor em potencial. Precisamos chamar os homens para essa discussão. Se transformarmos homens e mulheres em adversários, não vamos resolver o problema”, afirmou.
O parlamentar também defendeu que a violência seja tratada como um problema social amplo. “Temos que combater a violência em todas as suas formas. O foco precisa estar na violência e não em criar divisões entre homens e mulheres”, disse.
Representando a Igreja Católica, o padre Pedro Faustino abordou o tema sob uma perspectiva teológica e histórica, defendendo que o respeito à mulher está diretamente ligado ao reconhecimento da dignidade humana.
Segundo ele, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada em nenhuma circunstância.
“O fundamento do respeito ao outro não é apenas a lei humana. É reconhecer que cada pessoa carrega a imagem de Deus. Quem agride uma mulher agride essa dignidade”, afirmou.
Questionado sobre como a Igreja orienta mulheres vítimas de violência, o sacerdote foi enfático. “Procure a polícia. Denuncie. Não normalize a violência. Não normalize o pecado e nem a ofensa contra você mesma. A Igreja orienta que a mulher saia dessa situação e busque proteção”, declarou.
Padre Pedro explicou ainda que a Igreja possui pastorais, grupos de acolhimento e redes de apoio que auxiliam mulheres em situação de vulnerabilidade, trabalhando pela recuperação da dignidade e da autoestima das vítimas.
O pastor Gutto Martins Neves afirmou que as igrejas evangélicas evoluíram na forma de lidar com casos de violência doméstica e que atualmente o posicionamento é de respeito às leis e proteção às vítimas.
“Hoje a orientação é totalmente diferente do passado. A violência deve ser tratada dentro da legislação. A lei existe para ser aplicada e precisa ser respeitada”, afirmou.
O pastor destacou que a violência contra a mulher está relacionada a uma crise de valores e princípios dentro da sociedade. “Vivemos uma sociedade que deixou de funcionar em muitos aspectos. Precisamos recuperar valores como respeito, honra e responsabilidade. Esses princípios são fundamentais para a construção de relações saudáveis”, disse.
Segundo ele, as igrejas têm orientado mulheres vítimas de violência a buscarem proteção legal e apoio institucional sempre que necessário.
A delegada Mariell Antonini, chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência Doméstica do Estado de Mato Grosso, criado pelo governo estadual, destacou que o enfrentamento à violência contra a mulher depende da integração entre diferentes órgãos e instituições.
“Essa união entre governo do estado, Assembleia Legislativa, forças de segurança, sociedade civil e demais poderes é o que vai fazer a diferença. Nenhuma instituição consegue resolver esse problema sozinha”, afirmou.
Gilberto Cattani avaliou que a participação das lideranças religiosas trouxe uma contribuição importante para os trabalhos da comissão. “Recebemos muitas mensagens da sociedade pedindo que ouvíssemos as igrejas. Ficamos muito satisfeitos porque tanto a comunidade evangélica quanto a Igreja Católica demonstraram que estão atentas ao problema e atuando na defesa das mulheres”, afirmou.
Segundo o presidente da comissão, os debates realizados ao longo das quatro reuniões serão incorporados ao relatório final.
“Essa contribuição será fundamental. Entendemos que o relatório deve registrar que as religiões estão fazendo seu trabalho em defesa das mulheres, para que possamos criar políticas públicas que fortaleçam ainda mais essas iniciativas”, destacou.
Em entrevista após a reunião, Avallone elogiou as contribuições apresentadas pelas lideranças religiosas.
“Fiquei muito tocado pelas falas do padre Pedro e do pastor Gutto. Eles mostraram que a violência não é apenas uma questão legal, mas também humana e espiritual. Quando você agride uma mulher, uma criança, um idoso ou qualquer ser humano, está agredindo a própria dignidade da pessoa. Isso nos faz refletir de forma muito profunda sobre o tema”, concluiu Avallone.
A próxima reunião marcará o encerramento dos trabalhos da Comissão Especial de Defesa dos Direitos da Mulher. O relatório final, elaborado pelo relator Carlos Avallone, será submetido à votação do colegiado e, posteriormente, encaminhado à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa e ao Plenário da Casa para conhecimento dos parlamentares e formulação de futuras políticas públicas voltadas à proteção das mulheres mato-grossenses.
Fonte: ALMT – MT
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