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Audiência pública debate mudanças no estatuto da Polícia Civil

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por intermédio do deputado Adenilson Rocha (PSDB), realizou audiência pública, na manhã desta terça-feira (18), para debater e propor mudanças na Lei Complementar nº 407, de 30 de junho de 2010, que dispõe sobre a organização e o estatuto da Polícia Judiciária Civil do Estado de Mato Grosso. Um dos pontos em discussão e que motivou a audiência pública foi a necessidade de unificação dos cargos de escrivão e investigador de polícia. A categoria solicitou o debate sobre o assunto com a finalidade de propor a criação de uma lei estadual que regulamente a lei federal já existente.

De acordo com o parlamentar, a ação partiu dos próprios escrivães e investigadores. “Eles querem que a lei estadual esteja em conformidade com a lei federal, porque houve uma atualização em 2023 e Mato Grosso, por ter uma lei própria, não a atualizou. A categoria quer que o Estado siga a Lei Federal como pilar principal e que adapte a lei estadual para ficar em conformidade”, revelou o deputado.

Consta atualmente na lei federal, a carreira unificada de investigador e escrivão, delegado de polícia e perito, enquanto que, em Mato Grosso, os cargos de investigador e escrivão são separados.

“A categoria diz que acaba gerando prejuízo na forma de execução dos trabalhos, ou seja, de investigação e execução do serviço. Após essa audiência, a Assembleia vai provocar o governo do estado para discutir o assunto com todos os envolvidos neste tema para que seja feita a atualização da lei, que hoje é uma das principais demandas da Polícia Civil”, apontou Rocha.

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O presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso, Gláucio de Abreu, citou algumas vantagens de se criar a categoria oficial investigador. “É uma inovação trazida pela Lei 14.735/2023, que regulamenta essa parte orgânica da Polícia Civil. E, nesse sentido, no atual sistema, onde um profissional investiga em campo e outro profissional faz essa formalização, nós entendemos que é uma ruptura da produção do conhecimento investigativo. Veja, não faz sentido atualmente, o investigador ir a campo e colher os resultados e no momento de se formalizar o trabalho é outro profissional”, disse Gláucio.

Segundo o presidente do Sindicato dos Investigadores, o Estado conta com aproximadamente 2.170 investigadores e 770 escrivães com cada um fazendo uma função. “Com a unificação dos cargos, nós teremos aproximadamente 2.900 profissionais que farão tanto a investigação, quanto a formalização dos trabalhos”, exemplificou ele.

Conforme informações de Gláucio de Abreu, ainda não há um prazo para que a lei estadual seja criada. “Não, não há prazo. O dispositivo que previa um limite de aplicação da lei foi vetado pelo atual governo federal, esse veto não foi derrubado”, afirmou ele.

O diretor da Confederação Brasileira de Policiais Civis, Humberto Mileip, explicou que a criação da lei unificando a carreira de investigador e escrivão pode trazer benefícios para o estado. “A ideia é trazer uma identidade para os cargos da Polícia Civil com essa unificação. Quem comanda os setores da Polícia Civil, normalmente são delegados bacharéis em direito, então a gente precisa colocar pessoas qualificadas, com especialização em cada área, para ter uma maior eficiência e modernização na Polícia Civil do Brasil”, detalha Mileip.

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Para a presidente do Sindicato dos Escrivães da Polícia Civil de Mato Grosso, Cecília Bastos, com a unificação dos cargos, o Estado deverá ganhar nos trabalhos de investigação. “O profissional terá a oportunidade de acompanhar, desde cedo, todo o processo, isso vai ser um ganho. Agora, do ponto de vista regional, teremos um ganho muito maior para os municípios do interior, que sofrem muito com uma baixa disponibilidade de servidores. Então, quem vai ganhar com isso é a população que terá um atendimento mais ágil e eficaz no momento que a vítima chega numa delegacia e que busca atendimento”, disse ela.

“Neste contexto, a sociedade tem muito a ganhar com a unificação dos cargos. Para mim, o trabalho policial vai ficar mais eficaz, sendo que o Estado precisa colocar em prática essa iniciativa, que para a categoria será um marco inicial. Nós queremos expor qual a melhor forma de adequação dessa lei no estado, para adequarmos nossas condições de trabalho em Mato Grosso”, complementou ela.

Fonte: ALMT – MT

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ALMT amplia mobilização para doação de sangue e chama servidores e comunidade para ajudar a reforçar estoques

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) iniciou nesta segunda-feira (10) a segunda etapa da 6ª Gincana 10S da Solidariedade, com uma mobilização especial para incentivar a doação de sangue. A ação, realizada em parceria com o MT Hemocentro, segue até sexta-feira (14) e, neste ano, ganha uma dimensão ainda maior diante da redução nas doações registrada em Mato Grosso e em outras regiões do país.

A campanha chama a atenção da população sobre a importância do ato de doar sangue. E os servidores da Assembleia devem mobilizar familiares, amigos e instituições a participarem desse movimento. Durante a semana, os doadores podem procurar o MT Hemocentro, em Cuiabá, ou unidades do interior, e informar que a doação será destinada à Gincana da Solidariedade da ALMT para pontuar. É importante a conscientização de todos sobre a de doação de sangue durante o ano todo.

De acordo com a captadora de doadores do MT Hemocentro, Magda Matos, o estoque de sangue está muito baixo. Segundo ela, 2026 tem apresentado um comportamento atípico, com redução das doações desde o início do ano.

“Precisamos realmente aumentar o nível de doações. O Hemocentro precisa muito de visibilidade e estamos precisando reforçar o estoque que, no momento, está bastante deficitário”, alertou Magda durante entrevista no Programa Painel, da Rádio Assembleia nesta segunda-feira.

Segundo o coordenador do Projeto 10S e da Gincana da Solidariedade, que integram o Planejamento Estratégico da ALMT, Luiz Carlos Culca Nogueira, a participação dos servidores é fundamental para ajudar a melhorar o estoque de sangue do Hemocentro.

Em anos anteriores, cada etapa da campanha costumava alcançar entre 90 e 100 bolsas de sangue. A ideia é superar esse número.

A parceria entre a Assembleia Legislativa e o MT Hemocentro existe desde 2001, quando foi realizada a 1ª edição da gincana. A partir daí, a mobilização passou a ser realizada três vezes por ano, nos meses de abril, agosto e novembro.

A estratégia busca estimular não apenas doações pontuais, mas a formação de doadores regulares, respeitando os intervalos necessários entre as doações.

Ao longo dos anos, a Assembleia já adotou diferentes formatos para facilitar a participação dos servidores, inclusive levando a estrutura de coleta do Hemocentro para dentro da instituição. Nesta edição, porém, a estratégia foi modificada: os servidores são convidados a realizar a doação diretamente no Hemocentro.

A mudança considera questões logísticas e também permite que o doador seja atendido dentro do horário ampliado da unidade.

“Já trouxemos o caminhão de coleta aqui na Assembleia. Mas percebemos que a logística demandava muito tempo. Por isso, estamos mantendo a doação diretamente nas unidades”, explicou Culca Nogueira.

Gincana – Para estimular a participação, a organização da gincana aumentou a pontuação atribuída a cada doação. O servidor que realizar a doação e informar que participa da campanha da ALMT garante 1.000 pontos para sua unidade. Antes, eram 600 pontos.

A competição envolve as 32 unidades da Assembleia Legislativa que integram o Projeto 10S, e disputam a pontuação ao longo das etapas da gincana. Para participar, o servidor ou qualquer pessoa mobilizada pela iniciativa deve procurar o MT Hemocentro durante o período da campanha e informar que está doando para a Gincana 10S da Solidariedade da Assembleia Legislativa. A unidade possui um código específico para contabilizar a doação na competição.

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Mais do que a competição entre os setores, a proposta desta edição é ampliar o alcance da campanha. “Quero deixar um chamado aos servidores da Assembleia, não só aos servidores doadores, mas que eles divulguem para as famílias, que levem para as escolas, faculdades, igrejas e instituições a importância da doação de sangue”, afirmou Culca Nogueira.

Atendimento – O Hemocentro atende pessoas de diferentes regiões de Mato Grosso e mantém assistência especializada para pacientes com doenças hematológicas.

Segundo Magda, o ambulatório atende, em média, 1.700 pacientes por mês, entre pessoas com hemofilia, talassemia, doença de von Willebrand, doença falciforme, aplasia de medula, púrpura e outras patologias.

Além disso, o Hemocentro fornece componentes sanguíneos para hospitais públicos e privados do interior e para unidades de referência de Cuiabá e Várzea Grande.

A segurança do doador e do paciente é uma das prioridades durante todo o processo. Antes da coleta, o candidato passa por cadastro, avaliação dos sinais vitais, triagem e entrevista clínica individual.

Segundo Magda, é fundamental que o doador responda com sinceridade às perguntas feitas durante a entrevista. Ela também reforçou que o sangue doado passa por análises antes de ser liberado para transfusão.

O processo completo costuma levar entre 30 e 40 minutos, enquanto a coleta propriamente dita dura, em média, de cinco a 15 minutos. São retirados aproximadamente 450 ml de sangue e, ao final, o doador recebe hidratação e lanche.

Estoque – Embora todos os tipos sanguíneos sejam importantes, o Hemocentro faz um apelo especial aos doadores com fator Rh negativo, que representam uma parcela menor da população.

No último sábado (8), diante da situação crítica dos estoques, o MT Hemocentro realizou uma ação extraordinária de coleta. Foram 88 candidatos e 65 bolsas coletadas. Segundo Magda, a mobilização contou com a participação de diferentes grupos, empresas, instituições religiosas e outros parceiros.

Confira o local de doação mais próximo da sua região:

Hemorrede Estadual em Mato Grosso (UCT’S)

– MT-Hemocentro. Endereço: Rua 13 de Junho, 1055. Bairro: Centro Sul. E-mail: [email protected]. Telefone: (65) 3623-0044 / (65) 98433-0624. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 7h30 às 18h (e sábados quando estiver excepcionalmente aberto, de 7h30 às 12h), por fluxo espontâneo dos interessados;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Água Boa. Endereço: Rua 16, 349. Bairro: Centro II. Anexo ao ESF Central. E-mail: [email protected]. Telefone: (66) 99998-2895. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 07h às 10h e 13h30 às 16h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Alta Floresta. Endereço: Av. Ariosto da Riva, 1399. Bairro: Centro. Anexo ao Hospital Regional. E-mail: [email protected]. Telefone: (65) 98432-2333. Atendimento: Segunda à sexta-feira, de 07h às 11h e 13h às 17h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Barra do Bugres. Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 385. Bairro: Maracanã. E-mail: [email protected]. Telefone: (65) 3361-2702. Atendimento: Segunda-feira, de 12h às 18h e terça à sexta-feira, de 7h às 13h;

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– Unidade de Coleta e Transfusão de Barra do Garças. Endereço: Av. Marechal Cândido Rondon, 2898. Anexo ao Hospital e Pronto Socorro Municipal Milton Pessoa Morbeck. E-mail: [email protected]. Telefone: (66) 99937-2351. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 7h às 10h e 13h às 16h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Cáceres. Endereço: Av. Getúlio Vargas, S/N. Bairro: Santa Izabel. E-mail: [email protected]. Telefone: (65) 3706-2393. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 07h às 11h e de 13h às 18h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Colíder. Endereço: Rua Machado de Assis, 650. Bairro: Nossa Senhora da Guia. Setor Norte. E-mail: [email protected]. Telefone: (65) 98464-7662. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 07h às 11h e de 13h às 18h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Juara. Endereço: Rua João Pessoa, 600 N. Anexo ao Hospital Municipal. Telefone: (66) 99639-1159. E-mail: [email protected]. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 7h às 11h30;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Juína. Endereço: Rua Ives Ortolan, 259 N. Bairro: Módulo III. E-mail: [email protected]. Telefone: (66) 99204-5602. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 7h às 11h e 13h às 17h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Porto Alegre do Norte. Endereço: Av. Sabina Brito, S/N. Bairro: Centro. Anexo ao Centro de Saúde. E-mail: [email protected]. Telefone: (66) 3144-0020 (Centro de Saúde). Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 07h às 13h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Primavera do Leste. Endereço: Av. São João, 30. Bairro: Centro. E-mail: [email protected] e [email protected]. Telefone: (66) 98138-0156. Atendimento: Segunda a quinta-feira, de 07h às 10h e 13h às 15h30 e às sextas-feiras, de 07h às 11h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Rondonópolis. Endereço: Rua Rio Branco, 2802. Bairro: Jardim Santa Marta. E-mail: [email protected]. Telefone: (66) 98437-7415. Atendimento: Segunda a sábado, de 07h às 18h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Sinop. Endereço: Av. das Itaúbas, 2795. Bairro: Setor Comercial. E-mail: [email protected]. Telefone: (65) 99292-2634. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 07h às 12h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Sorriso. Endereço: Av. Porto Alegre, 3125. Bairro: Centro. E-mail: [email protected]. Telefone: (66) 98408-1105. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 7h às 11h e 13h às 17h;

– Unidade de Coleta e Transfusão de Tangará da Serra. Endereço: Rua Benedito Pereira de Oliveira, 1447 N. E-mail: [email protected]. Telefone: (65) 3311-4898. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 7h30 às 11h e de 13h30 às 17h (exceto às sextas-feiras, até 16h);

– Unidade de Coleta de Várzea Grande. Endereço: Av. Gonçalo Botelho de Campos, 1700. Bairro: Cristo Rei. E-mail: [email protected]. Telefone: (65) 98144-2292. Atendimento: Segunda a sexta-feira, de 7h30 às 11h30 e de 12h30 às 17h.

Fonte: ALMT – MT

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