Cuiabá

Baixinha alerta para dificuldade de acesso a leitos de UTI em Cuiabá

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Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 
A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) chamou atenção, durante a sessão desta terça-feira (10), para a dificuldade de acesso a leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na capital.
Segundo a parlamentar, o gabinete tem recebido com frequência pedidos de ajuda de familiares de pacientes internados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) que aguardam transferência para hospitais por falta de vagas.
Baixinha destacou que, em muitos casos, as famílias acabam recorrendo à Justiça para conseguir uma vaga.
“Recebo muitas mensagens de pessoas desesperadas porque o familiar está na UPA precisando de um leito de UTI e simplesmente não tem vaga. Muitas vezes é preciso entrar com um pedido na Justiça para conseguir essa transferência”, relatou.
A vereadora também explicou que a regulação dos leitos de UTI é de responsabilidade do governo do estado, o que acaba dificultando a transferência de pacientes atendidos nas unidades municipais.
“Hoje, a Prefeitura de Cuiabá, muitas vezes, fica de mãos amarradas, porque não pode simplesmente transferir um paciente para um hospital sem autorização do Estado”, afirmou.
Durante a fala, Baixinha citou um caso recente de uma idosa de 85 anos que aguardava com urgência por um leito de UTI e só conseguiu a transferência após decisão judicial.
A parlamentar ressaltou ainda que Cuiabá possui cerca de 690 mil habitantes e aproximadamente 200 leitos de UTI, além de atender pacientes encaminhados de outros municípios.
Ao final, Baixinha reforçou a necessidade de ampliar a oferta de leitos e melhorar o acesso da população aos serviços de saúde.
“Todos têm direito à saúde. Precisamos melhorar esse sistema para que as pessoas não precisem passar pelo sofrimento de esperar por um leito em um momento tão difícil”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Prefeitura abre auditoria para investigar pagamento irregular de iluminação em condomínios e descarta nova taxa

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A Prefeitura de Cuiabá instaurou uma auditoria, por meio da Controladoria-Geral do Município, para apurar pagamentos irregulares de iluminação em vias internas de condomínios fechados nos últimos cinco anos. Os valores apurados serão encaminhados ao Ministério Público para buscar o ressarcimento aos cofres públicos, e a administração reitera que não há qualquer criação ou cobrança de nova taxa para a população.

Em coletiva realizada nesta quarta-feira (23), o prefeito Abilio Brunini explicou que a medida cumpre estritamente a legislação federal e municipal, que proíbe o uso de dinheiro público para manutenção de áreas privadas.

“Não existe nenhuma taxa sendo criada ou aplicada. A prefeitura não está cobrando nada dos condomínios nem repassando custos. O que a lei determina é simples: dinheiro público não pode pagar conta de energia dentro de propriedade privada”, destacou o prefeito.

Fundamentação Legal e Auditoria

A irregularidade foi descoberta durante um trabalho técnico da Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb) para a substituição de lâmpadas antigas por tecnologia LED. Durante o mapeamento dos pontos, os técnicos constataram que a iluminação de vias internas de condomínios fechados estava sendo faturada para o município.

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A prática fere o artigo 189 da Resolução nº 1.000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que veda expressamente o enquadramento de vias internas de condomínio na classe de iluminação pública.

O município ressalta que a relação de fornecimento de energia elétrica dentro dessas propriedades é exclusiva entre a concessionária Energisa e os próprios condomínios. À Prefeitura cabe apenas exigir da concessionária a devolução dos recursos pagos indevidamente ao longo dos últimos cinco anos.

Durante o levantamento, a equipe técnica também identificou inconsistências em documentos apresentados no passado para autorizar as cobranças, incluindo suspeita de falsificação de assinatura de gestores. Todo o material auditado pela Controladoria será enviado ao Ministério Público Estadual (MPE) para que adote as providências cabíveis e garanta o retorno do dinheiro aos cofres municipais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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