Mato Grosso

Batalhão Ambiental apreende sete tabletes de maconha em Cuiabá

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Equipes do Batalhão Ambiental da Polícia Militar apreenderam sete tabletes de substâncias análogas à maconha, nesta quinta-feira (12.12), em Cuiabá. O material foi encontrado em um ponto de venda de drogas, na zona rural da cidade.

Durante patrulhamento pela Operação Tolerância Zero, por volta de 16h, uma equipe policial intensificou buscas em uma comunidade conhecida como “Monte Sinai”, na região do bairro Morada da Serra, após receberem denúncias de um local que seria ponto de venda de drogas e esconderijo de criminosos.

Na ação, os policiais avistaram uma pessoa saindo de uma propriedade aparentemente abandonada. O suspeito fugiu por uma região de mata.

Em continuidade das diligências, a equipe realizou buscas nas proximidades e no interior da chácara, onde encontraram uma quantidade de sete tabletes de maconha dentro de uma geladeira, além de materiais para preparo do entorpecente como balança de precisão, rolo de plástico filme e uma faca.

Diante dos fatos, a equipe encaminhou o material à Central de Flagrantes para registro da ocorrência e das demais providências cabíveis.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

*Sob supervisão de Hallef Oliveira

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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