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Bioestimulantes impulsionam produtividade na cafeicultura, destaca Sipcam Nichino

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A Sipcam Nichino, empresa global de defensivos agrícolas, tem registrado crescimento significativo no uso de bioestimulantes na cafeicultura. A companhia, que nos últimos anos expandiu seu portfólio para incluir soluções como Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde, destaca resultados robustos obtidos em lavouras que utilizam essas tecnologias.

Blackjak® eleva desempenho vegetativo e fotossíntese

Segundo Marcelo Palazim, engenheiro agrônomo e gerente de portfólio de produtos e cultivos da Sipcam Nichino, o manejo do cafeeiro com o bioestimulante Blackjak® proporciona desempenho vegetativo superior e amplia a capacidade fotossintética das plantas. “Observamos melhorias significativas em todos os estágios fenológicos do cafeeiro, desde o florescimento até o desenvolvimento de ramos reprodutivos”, afirma o especialista.

Tecnologia natural e aplicação eficiente

A Sipcam Nichino ressalta que o Blackjak® é um insumo 100% natural, composto por ácidos húmicos e fúlvicos. Aplicado em baixas doses, o produto contribui para reduzir o estresse hídrico, melhorar a absorção de nutrientes e promover colheitas mais robustas. “Mesmo em pequenas quantidades, os resultados são expressivos”, complementa Palazim.

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Ganhos em produtividade e qualidade dos grãos

Comparativamente a lavouras sem bioestimulação, os testes da empresa indicam ganhos relevantes no desenvolvimento de ramos e na produtividade dos grãos de café. O agrônomo destaca que os tratamentos com Blackjak® ajudam a consolidar a prática entre os produtores brasileiros devido à relação custo-benefício favorável.

Integração com outras soluções bioestimulantes

Além do Blackjak®, o uso combinado com outros produtos da Sipcam Nichino, como Abyss®, também tem apresentado resultados positivos em diferentes regiões do país. A empresa prevê crescimento contínuo na adoção de bioestimulantes na cafeicultura, reforçando o papel dessas tecnologias na sustentabilidade e produtividade das lavouras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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