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Boa Safra conquista liderança nacional em produtividade de sorgo na Safrinha 2025

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Boa Safra se destaca em produtividade e inovação genética

A Boa Safra, líder na produção de sementes no Brasil, conquistou o 1º lugar em produtividade de sorgo na Safrinha 2025, consolidando sua posição de destaque no agronegócio nacional. O reconhecimento foi confirmado por instituições de referência, como a JL Consultoria, a Fundação MS para Pesquisa e Difusão de Tecnologias Agropecuárias, a Círculo Verde Pesquisas Agronômicas e a Agrobelts.

De acordo com Éder Santos, consultor de Cultura de Sorgo da Boa Safra, o resultado reflete o compromisso da empresa com inovação genética, estabilidade produtiva e parceria com o produtor rural.

“Os resultados da Safrinha 2025 reforçam o compromisso da Boa Safra com a inovação e a performance comprovada no campo. Somos líderes em produtividade de sorgo porque entregamos resultados consistentes ao agricultor”, afirmou Santos.

Híbridos da Boa Safra confirmam alto desempenho em várias regiões

A performance da empresa foi impulsionada por um portfólio de híbridos de alta performance, que demonstraram produtividade e adaptabilidade em diferentes condições de cultivo no país.

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Entre os principais destaques estão:

  • BS 005 – híbrido carro-chefe da companhia, alcançou 110 sc/ha em Entre Rios (MS) e 153,16 sc/ha em Indianópolis (MG), figurando entre os três mais produtivos nas regiões avaliadas;
  • BS 007 – campeão regional em Catalão (GO), com 153,1 sc/ha, demonstrando alto teto produtivo;
  • BS 222 – conhecido pela estabilidade, apresentou mais de 166 sc/ha em Uberaba (MG) e Chapadão do Sul (MS);
  • BS 326 – considerado a revelação da safra, liderou em Anaurilândia (MS) com 106,7 sc/ha e atingiu 160,3 sc/ha em Chapadão do Sul (MS).

Esses resultados reforçam a capacidade dos híbridos da Boa Safra de entregar produtividade elevada e consistência agronômica mesmo em ambientes de cultivo distintos.

Adaptação regional e confiança do produtor

Os resultados alcançados pelos híbridos da Boa Safra confirmam a ampla adaptabilidade genética das sementes e a confiança dos produtores na marca. Segundo Santos, a performance registrada na Safrinha 2025 traduz o trabalho contínuo de pesquisa e desenvolvimento da empresa, aliado ao compromisso de oferecer soluções eficientes e rentáveis para o campo.

“Esses números traduzem a força da Boa Safra e a confiança de quem vive o dia a dia no campo. Nossos híbridos de sorgo se adaptam às diferentes realidades produtivas, garantindo alto desempenho mesmo em condições variadas de cultivo”, destacou o consultor.

Compromisso com a produtividade e o futuro do campo

Com foco em tecnologia, inovação e parceria com o produtor rural, a Boa Safra segue fortalecendo sua presença no mercado e reafirmando seu papel como referência nacional em sementes de alta performance.

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Os resultados da Safrinha 2025 demonstram que a empresa está preparada para liderar o avanço genético e a eficiência produtiva do sorgo no Brasil, contribuindo para a competitividade e sustentabilidade da agricultura nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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