Mato Grosso

Bolsista do Estado, atleta de natação representa MT em Camping Escolar Paralímpico

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A atleta de natação, Aline Haenisch, participou da 1ª fase do Camping Escolar Paralímpico 2025, realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), entre 26 de janeiro e 1º de fevereiro, em São Paulo (SP).

Bolsista do programa OlimpusMT da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), Aline conquistou três medalhas de ouro nas Paralimpíadas Escolares 2024 e vivenciou, no camping, a rotina de um atleta de alto rendimento. Ela é deficiente visual.

“Vou levar muito aprendizado para Mato Grosso. É uma vivência de atleta de alto rendimento, uma semana bem puxada, bem corrida. Mas viver essa experiência foi maravilhoso”, disse Aline.

Durante o período na capital paulista, a jovem nadadora mato-grossense participou de treinos, testes e avaliações, bem como de palestras com especialistas e atletas. As atividades terão ainda acompanhamento de profissionais da saúde, como fisioterapeutas, psicólogos e nutricionistas.

Aline faz parte da equipe de natação do Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande e é treinada pela professora Daniele Vilela.

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O outro representante de Mato Grosso no Camping Paralímpico é o atleta de tênis de mesa, Emanuel Ferreira Da Silva, que mora em Sinop.

No total, 129 esportistas, com idade entre 11 e 17 anos, de 20 Estados e do Distrito Federal, estão no Camping Escolar Paralímpico, que dispõe de hospedagem, alimentação, uniforme e transporte custeados pelo CPB.

Para a 1ª Fase de 2025, foram convocados atletas de dez modalidades, selecionados a partir da atuação nas Paralimpíadas Escolares 2024.

Aos 17 anos, Aline Haenisch teve sua última participação na competição escolar nacional em 2024 e conta que a convocação para o camping representa um reconhecimento por todo esforço, treinamentos e dedicação desses últimos anos.

“E esse mérito não é só meu, essa convocação não é só minha, porque eu contei com todo o suporte que eu precisava de técnicos, staffs e do Bolsa Atleta do Governo de Mato Grosso, que sempre me ajudou com transporte, alimentação, suplementação e a compra dos materiais. Tudo isso foi muito importante para a minha evolução na natação”, destacou a nadadora paralímpica.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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